Ato em frente ao Congresso reúne 4 mil policiais em defesa de aposentadoria justa para a categoria

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A União dos Policiais do Brasil, grupo no qual a FenaPRF faz parte, realizou um ato contra o atual texto da Reforma da Previdência, que atinge de forma cruel os trabalhadores da segurança pública. O evento aconteceu na tarde desta terça-feira, no gramado da Avenida das Bandeiras, em frente ao Congresso Nacional e reuniu vários sindicatos filiados à FenaPRF, que vieram em massa para Brasília para lutar contra o texto da PEC 6/2019.

A mobilização em frente ao Congresso Nacional começou às 13h e seguiu até às 18h, com representantes de várias entidades dando o seu posicionamento sobre o texto, defendendo um tratamento paritário com os militares, que ficaram de fora do texto apresentado na PEC 6/19. Além disso, diversos deputados federais e senadores demonstraram apoio as categorias de segurança pública, a exemplo dos deputados federais e PRFs Nicoletti, Fábio Henrique e José Medeiros.

A estimativa é que cerca de 4 mil policiais de várias categorias e estados estiveram em Brasília para o ato em frente ao Congresso Nacional. Entre os PRFs, a contabilização superou a marca dos 800 policiais rodoviários federais que se deslocaram à Capital.

O vice-presidente da FenaPRF, Dovercino Neto, foi um dos primeiros a discursar. Ele agradeceu a presença dos vários policiais rodoviários federais que se deslocaram dos vários cantos do país para defenderem a dignidade de suas aposentadorias. “Temos que agradecer o empenho, o comprometimento e a garra de todos vocês, que deixaram os seus lares, suas folgas, para estarem aqui presentes nessa luta. Estamos aqui hoje pelo grito de valorização da segurança pública do País”, destacou.

O deputado federal Fábio Henrique (PDT-SE), em seu discurso aos policiais, fez uma analogia do atual discurso do governo sobre a Reforma da Previdência com a Reforma Trabalhista, aprovada no ano passado.

“Há o discurso de que se essa reforma não for aprovada, o Brasil irá parar. Quero lembrar que no ano passado, disseram que se a reforma trabalhista fosse aprovada, o Brasil iria voltar a crescer. Ela foi aprovada e até agora queremos saber aonde estão os empregos que seriam gerados. Não podemos entrar nessa propaganda do governo. Os policias não querem privilégio, mas tratamento digno e justa”.

O ato terminou por volta das 18h, quando todas as categorias fizeram um abraço simbólico ao Ministério da Justiça e cantaram o hino nacional, além de entoarem palavras em defesa de uma aposentadoria justa aos profissionais da segurança pública.

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