Category: Destaques

Luiz Noé exige valorização de profissionais que defendem fronteiras brasileiras

Preocupado com a defesa das fronteiras brasileiras, o deputado federal Luiz Noé (PSB-RS) foi à tribuna da Câmara nesta terça-feira (6) pedir aos órgãos de justiça a valorização das três categorias responsáveis pela proteção dessas regiões: Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Receita Federal.

Para o parlamentar, a segurança de que os brasileiros estarão protegidos contra crimes como contrabando de armas e drogas passam necessariamente pela valorização desses profissionais e pela garantia de trabalho digno a cada um dos homens e mulheres responsáveis pelos 17 mil quilômetros de fronteira de nosso país. O pronunciamento de Luiz Noé tem por base o Movimento Nacional em Defesa dos Órgãos de Fronteira que, no dia 29 de março, realiza o Dia Nacional de Mobilização em Defesa das Fronteiras do Brasil, organizado pela Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita).

Em seu pronunciamento, o deputado gaúcho destacou que quando se fala em autonomia de Nação nos referimos às fronteiras e consequentemente aos problemas relacionados à entrada ilegal de bebidas e drogas no país por áreas de matas, águas e terras difíceis de serem cuidadas. “Se é por essa região que entram armas e drogas de todas as espécies são os servidores públicos que lá servem de escudo de proteção que precisam ser valorizados”, afirmou o deputado.

Fonte: Assessoria do Deputado

Atenção usuários do plano de saúde da FenaPRF

NOTA EXPLICATIVA URGENTE: Aos servidores ativos, inativos, aposentados e aos pensionistas da Polícia Rodoviária Federal,

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais – FENAPRF, como já é conhecimento de todos, assinou com a MEDIAL SAÚDE, AMIL E UNIMED, contrato de plano de saúde, que deu continuidade às garantias e conquistas obtidas no plano de saúde anterior, então firmado entre as operadoras e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

O contrato ora negociado completará um ano de existência em abril de 2012, data na qual serão aceitas novas adesões com carência apenas para parto e doenças pré-existentes.

Importante destacar que atualmente há um alto índice de inadimplência para aquelas mensalidades que não foram consignadas, o que poderá impactar no preço dos planos, quando da renovação contratual. Constatamos ainda, que grande parte dos beneficiários inadimplentes recebeu a per-capita, fato que em reunião com a CGRH/DPRF no ultimo dia 07/02/2012, nos foi informado que a auditoria de fim de ano constatou essa situação. Dessa forma, salientamos o risco de processo administrativo para aqueles que perceberam per-capita sem o direito, assim podendo ter/estar incorrendo em crime de apropriação indébita.

Alertamos para os inadimplentes das mensalidades que não foram consignadas, que a Federação conseguiu junto as operadoras de planos de saúde uma forma de quitar seus débitos parcelados.

Para aqueles que estão em débito com o Plano de Saúde, e tem interesse em quitar suas dívidas, conseguimos, junto aos gestores do contrato Medial e Amil, condições únicas para negociação, bem como reativação sem carência desde que o pagamento seja realizado dentro de 30 dias após o cancelamento do plano. Lembramos, por oportuno, que este benefício perdura há alguns meses e não temos como definir data final para encerramento, vez que é uma definição da operadora.

Não deixem de quitar os débitos junto as operadoras, o não pagamento daqueles que possuem parcelas em atraso poderá interferir nos valores de toda a coletividade e você ainda garante sua segurança e de sua família, impedindo, a descontinuidade do serviço prestado, cobranças judiciais e negativação de seu nome junto aos órgãos de proteção ao crédito.

Em caso de dúvidas e para negociação dos débitos, favor entrar em contato com a Central de Atendimento – FenaPRF Saúde – TEL.: (61) 3347-3359 ou  (61)3248-2001.

Atenciosamente,
COORDENAÇÃO DE POLÍTICAS SOCIAIS

FenaPRF participa de evento no Palácio do Planalto

A convite de Paulo Pereira da Silva (presidente da Força Sindical), Rodrigo Alves Carvelo (presidente da Força Sindical/GO) e Rhernan de Souza Pires (Secretário de Relações Sindicais/GO), a FenaPRF participou da Cerimônia de assinatura do compromisso Nacional para Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho na Indústria da Construção realizada no Palácio do Planalto, que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, do vice-presidente Michel Temer, do presidente da câmara dos deputados Marcos Maia, além de diversos ministros e autoridades do governo.

A cerimônia, considerada histórica por trabalhadores, empresários e governo, sela documentalmente a importância do diálogo constante entre empregados e empregadores, chegando-se a um entendimento de equilíbrio entre força laboral, produtividade e condições básicas de trabalho.

Para o presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, “a assinatura deste compromisso para aperfeiçoamento das condições de trabalho para os trabalhadores da construção, abre precedentes para que os servidores públicos também pleiteiem de seu patrão, o governo federal, condições básicas parao  desempenho de seu trabalho com segurança e eficácia”.

Ao final da cerimônia, os representantes da FenaPRF conversaram com Miriam Belchior, ministra do MPOG, e cobraram a nomeação do novo Secretário de Relações de Trabalho daquele Ministério para que, novamente, sejam reiniciadas as mesas de negociações. A ministra informou que até o final da próxima semana este secretário será nomeado e, tão logo, serão reiniciadas as conversações com as categorias dos servidores federais. Ainda na oportunidade, o presidente da FenaPRF falou da importância da manutenção de Sra. Marcela Tapajós e dos demais integrantes da equipe do saudoso Durvanier Paiva no comando da SRT.

Estiveram ainda na cerimônia representado a FenaPRF o diretor parlamentar, Tácio Silveira e o presidente da Comissão da Lei orgânica, Jesus Caamaño.

 

Adicional de fronteira está em fase final

O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, recebeu em seu gabinete na noite da última quinta-feira (1º) representantes da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), do Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita) e da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef). A reunião, que durou cerca de duas horas, serviu para discutir questões relativas ao adicional de fronteira. A implantação do benefício tem por objetivo estimular a ida e a permanência dos servidores que atuam nesses locais.

De acordo com o Ministério da Justiça (MJ), a proposta que criará o adicional remuneratório para os servidores que atuam em áreas fronteiriças está em fase final de construção e deverá vir sob a forma de função, denominada “função de fronteira”. A proposta, que será encaminhada por meio de Medida Provisória, já foi analisada pelos Ministérios da Fazenda e da Justiça, estando atualmente no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), para posterior apreciação da Casa Civil da Presidência da República.

Apenas fará jus ao recebimento da chamada “função de fronteira” os servidores lotados em unidades dentro de uma faixa de até 150 km de distância da linha de fronteira. O ministro da justiça tranquilizou os representantes sindicais informando que a própria presidente Dilma Rousseff está preocupada em solucionar os problemas das fronteiras e que um dos pontos primordiais seria o incentivo à fixação dos servidores nestes locais. Ele informou que o ano de 2012, será um ano de estruturação do Plano Nacional de Fronteiras e que já existe dotação orçamentária com previsão de recursos que assegurem tal estruturação.

Para o Presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, é de extrema importância o empenho demonstrado pelo ministro. “Enfim ouvimos uma resposta mais concreta por parte do Governo. Finalmente houve uma sensibilização com os servidores que trabalham arduamente em locais muitas das vezes inóspitos”, destacou.
As entidades sindicais destacaram no entanto, que existe um cronograma de mobilização conjunto das categorias em prol das fronteiras brasileiras e da segurança dos servidores que atuam nesses locais e que, se não sair nada de concreto até o dia 29 de março, haverá uma mobilização das três entidades.

FenaPRF, Sindireceita e Fenapef devem se reunir nas próximas semanas com representantes do Ministério do Planejamento, Ministério da Fazenda e Vice-Presidência da República, responsável pela Política Nacional de Fronteiras, para tratar do tema.

Representando a FenaPRF estavam presentes o presidente, Pedro Cavalcanti, os diretores jurídicos, Jorge Falcão e Jailton Tristão, o diretor parlamentar, Tácio Silveira, e o diretor financeiro, Deolindo Carniel. Pelo Sindireceita participou o diretor Thales Freitas. Pela Fenapef estavam presentes o diretor de seguridade social Naziazeno Forentino (Filé) e o diretor de relações de trabalho, Francisco Sabino.


[hr]

A reprodução desta notícia é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência FenaPRF’

 

 

 

 

 

 

 

 

FenaPRF retoma discussões da lei orgânica

Continuando a luta em busca da criação da Lei Orgânica, a diretoria da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), esteve reunida no último dia 28 com representantes do Departamento de Policia Rodoviária Federal (DPRF), incluindo a diretora-geral, Maria Alice e a corregedora-geral, Miriane Menegaz.

A reunião serviu para finalizar os trabalhos das comissões da FenaPRF e do DPRF que tratam do assunto desde o ano passado. Com o intuito de dar leveza e agilidade ao processo, algumas decisões foram tomadas, como a alteração da jornada de trabalho será tratado com uma lei específica da carreira, assim como outros direitos que envolvem debates mais complicados, que atrasariam os trâmites legais.

Segundo o presidente da comissão de lei orgânica da FenaPRF, Jesus Castro Caamaño, o andamento até o momento dessa primeira parte dos trabalhos foi muito boa. “A gente tem consciência, que a lei não abrange todos os direitos da categoria, mas conseguimos chegar a um consenso entre Departamento e Federação”, destaca.

O diretor jurídico, Jorge Falcão, também destaca as decisões acordadas, porém continua esperando respostas sólidas e práticas para resolver problemas gerados pela falta de uma Lei da Carreira. “Após protegermos a Instituição, com a finalização do texto da Lei Orgânica, passaremos ao nosso maior objetivo, que é a correção das graves distorções presentes no dia-a-dia dos servidores, pela ausência da Lei. O compromisso do DPRF de dar prosseguimento imediato a esta nova etapa, nos deixe seguro quanto a proximidade desta nova conquista.”

O encontro seguinte ficou pré-agendado para as próximas semanas, e desde já estamos com o canal de Contato do site aberto a novos posicionamentos e sugestões que possam melhorar a qualidade de vida do PRF. “Estamos trabalhando forte e em um ritmo acelerado, mas precisamos continuar mostrando ao governo que somos unidos, pois assim agregaremos maiores valores“, conclui Cavalcanti, presidente da Federação.

Regulamentação da atividade física

Aproveitando o momento houve uma cobrança por parte da FenaPRF para que o DPRF uniformize o regulamento da atividade física, servido dos exemplos positivos que já temos. O diretor financeiro da FenaPRF, Carniel, aproveitou para destacar a importância da atividade física. “Todos sabemos que, quando investimos em atividade física, estamos melhorando a condição de saúde dos PRFs, e assim, diminui-se até a quantidade de atestados“, pontuou.

Caso Sergipe X Bahia

Após denúncia feita pela FenaPRF no último mês, a diretora entrou em contato com os responsáveis pelas alterações da área de circunscrição, e como o problema não foi solucionado por falta de comunicação, ela estará enviando nos próximos dias o coordenador-geral de operações, Giovanni, para estar conversando com os responsáveis pelas duas regionais.

[hr]

A reprodução desta notícia é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência FenaPRF’

FenaPRF tem novo encontro com Sindireceita e Fenapef

Mantendo o espírito colaborativo que tem acontecido entre a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), o Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal (Sindireceita), e a Federação Nacional dos Policias Federais (Fenapef), ocorreu na manhã desta quarta-feira (29) mais um encontro com foco na mobilização em prol das respectivas categorias e de toda a sociedade.

Na pauta principal estavam as próximas ações da mobilização na fronteira, evento nacional com o objetivo de alertar a população sobre o que realmente acontece nas fronteiras, além de informar sobre as condições de trabalho. Marcada para o final de março, as entidades contam com o apoio massivo de todos os funcionários.

O material de divulgação já foi montado e estará disponível em breve nos locais de distribuição. Segundo a presidente do Sindireceita, Sílvia Felismino, essa será uma forma de mudar a visão que as pessoas tem de funcionários públicos. “Várias vezes passam uma imagem errada sobre a gente [funcionários públicos], nós temos uma forma de tratamento completamente diferente, desde o FGTS que não recebemos, até a nossa demissão, que não tem rescisão.”, explicou.

Para o presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, há benefícios bem próximos de serem alcançados. “Nossas entidades continuam reunidas não somente na busca do adicional de fronteira, mas também de várias outras formas de melhorar as condições de vida e de trabalho dos colegas que trabalham nas regiões de fronteira”, destacou Cavalcanti.

Reunião com o ministro

Durante o encontro, Cavalcanti recebeu a ligação do assessor especial do MJ, Marcelo Veiga, confirmando um encontro das três entidades com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo. Essa reunião ficou marcada para o dia 29 de março.

[hr]

A reprodução desta notícia é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência FenaPRF’

Partidos de olho no novo cofre

Novo fundo de pensão do servidor público vai movimentar R$ 20 bilhões em cinco anos e os políticos já travam nos bastidores uma disputa para administrar esse patrimônio bilionário

O projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público (Funpresp), prestes a ser votado na Câmara, é tratado com prioridade absoluta pelo governo. Sua aprovação é considerada pelo Palácio do Planalto a tábua de salvação para o combalido caixa da Previdência Social, que acumula déficit de R$ 60,8 bilhões com as aposentadorias do setor público. No Congresso, porém, onde a matéria só não foi apreciada antes do Carnaval por causa de um curto-circuito com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), o interesse é outro. Entre os políticos da base aliada ao governo, já está sendo travada nos bastidores a disputa política pela administração desse patrimônio.

A julgar pelas contas do secretário de Previdência Complementar, Jaime Mariz, trata-se de um cofre bilionário. Numa contabilidade preliminar, Mariz prevê que os três fundos – Executivo, Legislativo e Judiciário – serão maiores do que a gigantesca Previ, a caixa previdenciária dos funcionários do Banco do Brasil, que tem um ativo de R$ 153,8 bilhões. Somente o fundo dos servidores do Executivo, com a menor média salarial, acumulará em apenas cinco anos cerca de R$ 5 bilhões. Por isso, o políticos arregalam os olhos quando se fala em aprovação do fundo de pensão. Resta saber, quem vai administrar esse novo filão.

Hoje, o PT domina sete dos dez maiores fundos de pensão do País. E tem todo o interesse em manter sua influência sobre o setor. Quem controla essas instituições hoje são nomes graúdos do PT de São Paulo, mais especificamente o deputado Ricardo Berzoini, o ex-ministro Luiz Gushiken e o ex-deputado José Dirceu. “Claro que o PT tem militância forte nessa área”, reconhece o deputado Berzoini, que é também relator do Funpresp na Câmara. “De qualquer forma, não podem vetar um nome técnico só porque seja próximo de nosso partido”, ressalva ele, já antecipando que o PT apresentará nomes de perfis técnicos, mas ao mesmo tempo “ligados ao partido”. O PT, no entanto, tem concorrentes de peso nessa nova empreitada. Na tentativa de reduzir a hegemonia petista, PMDB, PDT, PTB e PR também já estão se movimentando para abocanhar uma fatia do bolo. À frente do Ministério da Previdência e da Previc, o PMDB avisa desde logo que terá candidatos à gestão dos novos fundos.

“Essa não é a discussão no momento, até porque sabemos que é difícil tirar do PT. Mas o PMDB também tem técnicos de peso”, antecipa o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN). Embora reconheça que o PT hoje é o dono do pedaço, o deputado Paulinho da Força (PDT-SP) prevê uma renhida disputa política pelo comando das novas instituições. Numa espécie de prévia da briga partidária que vem pela frente, o presidente da Comissão do Trabalho, deputado Silvio Costa (PTB-PE), ataca o PT.

Diz que o projeto inicial previa um fundo único, mas o partido preferiu dividi-lo em três. “O Berzoini cedeu ao corporativismo e com isso o PT já tenta estender seus domínios”, acusa Costa. O seu partido, o PTB, também está interessado em controlar o novo fundo. “É preciso construir uma muralha chinesa com metros de largura e quilômetros de altura para que nenhum grupo político possa se apropriar dessa massa fenomenal de dinheiro”, adverte um dos principais especialistas em Previdência no Brasil, o economista Fabio Giambiagi, do BNDES. A tarefa, porém, é quase impossível diante da sede dos partidos por mais cargos e, principalmente, fontes de investimento.

Enquanto os partidos se digladiam para ver quem vai cuidar desse novo patrimônio bilionário, quem não está nada feliz é o Poder Judiciário. As associações de magistrados e seus servidores reclamam que o Funpresp vai criar duas categorias de servidores. Uma com aposentadoria plena, nos moldes do que ocorre hoje, enquanto os novos servidores seriam enquadrados no teto do INSS. Se estivesse em vigor, o funcionário público que quisesse ganhar mais de R$ 3.916,20 teria de contribuir para o novo fundo de pensão, da mesma forma como fazem os trabalhadores do setor privado. Mas o Judiciário considera injusto com os novos servidores e provoca mais uma polêmica em torno da aprovação desse novo fundo bilionário.

ISTOÉ Independente

Funcionários federais discutem paralisação

Trabalhadores podem fazer uma ampla greve em maio se as negociações salarias não avançarem

Os funcionários públicos federais discutem a possibilidade de realizar uma ampla paralisação, em maio, caso as negociações salariais que começam agora não cheguem a um bom termo. Depois de passar 2011 concedendo aumentos apenas a algumas categorias localizadas, o governo poderá enfrentar uma pressão maior este ano.

“Nós fomos ludibriados no ano passado”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores da Receita Federal do Brasil (Sindifisco), Pedro De La Rue. Ele contou que o governo, o tempo todo, deu indicações que concederia algum aumento.

A decisão de não corrigir os salários só ficou clara no fim de agosto, quando foi fechada a proposta do Orçamento de 2012, contemplando elevações da folha apenas das categorias que ainda não haviam sido atendidas na chamada “recomposição salarial” iniciada no governo Lula.

“A pressão será bem maior agora”, avaliou De La Rue. Ele disse que esse é o entendimento de outras carreiras do funcionalismo, como os analistas do Tesouro Nacional e da Controladoria Geral da União e auditores do trabalho, por exemplo.

O presidente da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Josemilton Costa, afirma que 29 entidades representativas dos funcionários públicos estão em campanha salarial conjunta. “Se vai ter greve geral, depende do governo”, disse. “Vamos esperar uma resposta à nossa pauta até o dia 30 de março para discussão em abril. Se não formos atendidos, vamos mobilizar para greve no início de maio”, afirmou.

Diferenças. A posição dos sindicalistas, porém, não é homogênea. Os delegados da Polícia Federal, por exemplo, não pretendem fazer greve. “Acreditamos na sensibilidade do governo”, disse o diretor regional da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal em São Paulo, Amaury Portugal. “A presidente está sendo muito rigorosa, mas contamos com o bom discernimento.”

A categoria já conta com a promessa do Ministério do Planejamento de um reajuste a ser concedido em duas parcelas, em 2013 e 2014.

O governo, de fato, não descarta a possibilidade de conceder reajustes no ano que vem. “Estamos falando de 2013”, disse a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, quando foi questionada sobre a campanha salarial dos funcionários públicos. Ela disse que a postura do governo será dialogar, como tem feito todos os anos.

Porém, algumas categorias querem reajuste ainda em 2012. “Para o governo é só em 2013, mas para nós, não”, disse De La Rue. Se o Executivo ceder a essa pressão, será mais um fator de dificuldade para o cumprimento da meta fiscal deste ano. No último dia 15, o governo anunciou um corte de R$ 55 bilhões no Orçamento para garantir esse resultado.

Embora representem grupos diferentes, De La Rue e Costa apresentaram pelo menos uma reivindicação em comum: o estabelecimento de uma regra automática de correção dos salários dos funcionários públicos. Hoje, a negociação é caso a caso.

O índice de correção a ser reivindicado ainda não está fechado. De La Rue informou que será algo acima dos 20%.

Espera. No momento, os sindicatos que representam os funcionários públicos aguardam a nomeação do secretário de Relações do Trabalho no Serviço Público, responsável pela negociação. O cargo está vago desde a morte do secretário Duvanier Paiva, no dia 19 de janeiro, por falta de atendimento em hospitais privados de Brasília. Miriam Belchior disse que já tem alguns nomes em vista e que deverá preencher o cargo após o carnaval.

LU AIKO OTTA – O Estado de S. Paulo

FenaPRF e Fenapef se reúnem com representante do Ministro/MJ

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) se reuniram com o assessor especial do Ministério da Justiça, Marcelo Veiga, na tarde de quinta-feira (16). Sindicalistas e governo trataram de temas como o adicional de fronteira e a perseguição a sindicalistas na Polícia Federal. A reunião também serviu para preparar a pauta do encontro que representantes da FenaPRF, Fenapef e Sindireceita terão com o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo, no próximo dia 29.

O diretor de Seguridade Social da Fenapef, Naziazeno Florentino dos Santos (Filé), reforçou a necessidade do governo intervir para fazer cessar a perseguição a vários sindicalistas nos estados. “Não faz o menor sentido as lideranças sindicalistas estarem sendo perseguidos, ainda mais em um governo que tem como origem movimento sindical”, questionou.

Mobilização Nacional – Com o objetivo de pressionar o governo, e mostrar a real condição de trabalho nas fronteiras, a força conjunta, informou que nos próximos dias 28 e 29 de março, ocorrerão vários atos nas fronteiras. As categorias irão protestar contra a falta de efetivo, falta de condições de trabalho e pela implantação imediata do adicional de fronteira.

Representando a FenaPRF estavam os diretores jurídico e parlamentar, Jailton Tristão e Renato Borges Dias, respectivamente. Segundo Renato, “precisamos de resultados imediatos por parte do governo, pois a base, os nossos colegas policiais, não suportam mais tantas reuniões e tratativas sem efetivamente resultar no objetivo esperado, tais como: auxílio fronteira; aumento salarial; reajuste dos auxílios alimentação, creche, pré-escolar; diárias; retorno do adicional noturno; nível superior, enfim, precisamos já de uma resposta positiva e concreta do governo. Caso contrário, em março haverá o início das mobilizações em conjunto com a Fenapef e Sindireceita. Lembramos que outras categorias já nos procuraram para aderir ao movimento. O efetivo está ansioso para demonstrar o seu descontentamento com o governo e pronto para a mobilização. Mas, Dr. Marcelo, não é isto que desejamos, o ideal seria conseguirmos rápido uma resposta consistente do governo que promovesse algum benefício ainda neste início de ano, pois aumento salarial efetivamente sabemos que somente no próximo ano”, disse o diretor parlamentar.

O diretor jurídico da FenaPRF, Jailton, disse ainda que “a agenda com o Ministro da Justiça no próximo dia 29/02 é muito importante pois o Ministro terá a oportunidade de ouvir e ser ouvido pela três entidades, FenaPRF, Fenapef e Sindireceita, momento em que terá consciência real da força do movimento.”

Fonte: Agências Fenapef e FenaPRF

 

PRF e Governo de Goiás celebram parceria

O presidente do SINPRF/GO, Felisberto Tavares, o diretor parlamentar da FenaPRF, Renato Borges Dias, o superintendente regional da PRF em Goiás, Júlio Sézar Gomes Ferreira, o diretor geral substituto da PRF, Marcelo Moreno, o deputado federal João Campos (PSDB/GO), e o senador Demóstenes Torres (DEM/GO) se reuniram com o governador Marconi Perillo (PSDB/GO) para discutir ações de parceria entre a PRF/GO e o Governo, no dia 13 de fevereiro. O Secretário de Segurança Pública, João Furtado, e o Tenente-Coronel PMGO Urzeda, representando o Comando-Geral da PMGO também participaram da audiência.

Foram debatidas questões como o entrosamento entre policiais civis, militares e rodoviários federais e a segurança das fronteiras do Estado.“Goiás é um Estado importante, pois é rota das políticas públicas do Governo Federal no combate ao crack. Precisamos trabalhar integrados”, explica Marcelo Moreno.

A PRF estará presente na ações do Governo Estadual, atuando em conjunto com as forças policiais do Estado principalmente nas fronteiras.

A doação de um terreno, pelo Estado, para a construção da sede própria da PRF também foi assunto da reunião. “Examinaremos esta solicitação com a maior sensibilidade”, garantiu o governador Marconi Perillo.

“A Direção-Geral do DPRF em conjunto com o Superintendente Regional de Goiás, com o apoio do Deputado Federal João Campos, do Senador Demóstenes Torres, do SINPRF-GO e da FenaPRF, estão todos imbuídos na realização deste sonho de todos policiais, ter a sede própria da PRF, bem estruturada e localizada, digna da função e da importância da PRF para a sociedade”, comentou Renato Borges Dias, Vice-Presidente do SINPRF-GO e Diretor Parlamentar da FenaPRF, representando o Presidente da FenaPRF, Pedro da Silva Cavalcanti.

“Que Deus nos abençoe nesse pleito, e que o nosso Governador Marconi Perillo possa ser o grande responsável pela viabilização deste sonho, sendo um marco na história da PRF em Goiás”, disse o Inspetor Júlio Sezar, Superintendente Regional da PRF em Goiás.

Autor/Fonte: Assessoria de Imprensa SINPRF-GO