Category: Destaques

Defesa nacional da faixa de fronteira será tema de seminário

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, realiza, nesta quinta-feira, 9 de dezembro, o seminário “Defesa Nacional na Faixa de Fronteira”. Dentre os assuntos que serão abordados pelo evento está a atual situação das fronteiras brasileiras. A ideia é discutir os crimes cometidos na região, bem como o papel das populações indígenas nesse cenário.

Na oportunidade, ainda serão apresentados os projetos desenvolvidos ou em fase de formatação que têm o propósito de tornar as fronteiras nacionais mais seguras. O objetivo é manter os parlamentares informados sobre o que já foi feito e debater soluções para aumentar a segurança nas fronteiras.

A cooperação com outros estados como fator decisivo na proteção da fronteira nacional e a situação administrativa e operacional da Polícia Federal são outros temas que estarão na pauta do seminário.

Participarão do evento, dentre outras autoridades, os deputados federais Fernando Francischini (PSDB-PR), Marco Maia (PT/RS) e Mendonça Prado (DEM/SE), além de representantes do Departamento de Polícia Federal e do Ministério das Relações Exteriores.

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Policiais Rodoviários Federais se encontraram com presidente de comissão da Câmara dos Deputados

Representantes da categoria reivindicam mudanças no PL 1028/2011, que dispões sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais

Representantes da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e de sindicatos reuniram-se, ontem, com o presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO) da Câmara dos Deputados, Mendonça Prado (DEM/SE).

Na reunião, o deputado ouviu as reivindicações da categoria em relação ao Projeto de Lei (PL) 1028/2011, de iniciativa de João Campos (PSDB/GO). A proposição dispõe sobre novas regras de funcionamento dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais, que possibilita aos delegados de polícia a composição preliminar dos danos oriundos de conflitos causados por crimes de menor potencial ofensivo.

Para Tácio Melo, diretor Parlamentar da FenaPRF, presente na reunião, é de suma importância que se inclua no PL a possibilidade de os policiais rodoviários federais produzirem o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Para Melo, a inserção de um dispositivo que permita a esses profissionais, em qualquer situação, fazer o TCO vai trazer mais agilidade e segurança ao trabalho.

Atualmente, os PRFs apenas são autorizados a fazer o TCO quando há convênios com os tribunais de Justiça estaduais, como ocorre em Alagoas e Santa Catarina. “A visita ao deputado Prado foi bastante positiva. Ele fará a intermediação entre os policiais e o relator do projeto, Fernando Francischini (PSDB/PR)”, afirma.

Os diretores das entidades de classe aproveitaram a oportunidade para agradecer ao deputado Mendonça Prado e demais membros da Comissão pelos recursos destinados à PRF. Duas emendas foram aprovadas, uma no valor de R$ 4.550.000,00 – para a construção e ampliação de cinco postos e delegacias da Polícia Rodoviária Federal – e a outra, de R$ 68 milhões – para a construção do edifício sede da Academia Nacional do DPRF. Deste valor, apenas R$ 38.931.585,00 serão liberados em 2012.

Além de Tácio, participaram do encontro os diretores da FenaPRF, Renato Dias e Edilez Brito; além de diretores e presidentes dos sindicatos de Sergipe, Tocantins e Ceará.

Por William Martins

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Frente Parlamentar e FenaPRF reagem à postura do MPOG

Diante da morosidade nas negociações com o Ministério do Planejamento, a Federação, juntamente com os sindicatos filiados, recebe um importante apoio político da Frente Parlamentar da Câmara dos Deputados.

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e o sistema sindical dos PRFs de todo o país conseguiram um importante apoio da Frente Parlamentar da Câmara dos Deputados nas negociações da categoria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Os profissionais reivindicam, entre outras mudanças na carreira, o reconhecimento do MPOG em relação à exigência do cargo de nível superior para o cumprimento das atribuições do policial, e não de nível intermediário, como expressa o atual texto da legislação vigente. Ainda pedem o fim das restrições percentuais impostas pela lei para a progressão funcional.

Diretores da FenaPRF e de sindicatos reuniram-se, ontem, na Câmara dos Deputados, com a deputada Alice Portugal (BA) e outros congressistas, para rediscutir o papel da Frente Parlamentar nas atuais negociações, com a intenção de contrapor o tratamento dado pelo Ministério do Planejamento aos policiais rodoviários federais.

Na reunião, os participantes concordaram sobre a necessidade de reestruturação da Frente, com uma atuação mais organizada, incisiva e permanente por parte dos deputados que compõem este grupo. Foi proposta, ainda, a criação de uma agenda comum, definindo ações coordenadas. A deputada Alice Portugal aproveitou a oportunidade e convocou os parlamentares para que eles participem da próxima reunião no MPOG, marcada para 6 de dezembro, próxima terça-feira.

Para Pedro Cavalcanti, presidente da FenaPRF, as demandas dos policiais são constantes e urgentes. “Algumas, inclusive, exigem ação imediata”, reforça.

Alice Portugal se mostrou sensibilizada com o pleito dos policiais e ressaltou a importância de cada dirigente sindical se aproximar dos parlamentares de seus estados. De acordo com a deputada, desta forma, será possível estabelecer uma relação de proximidade e respeito, garantindo que a categoria tenha a devida representação.

Renato Dias, diretor parlamentar da FenaPRF afirma que a reunião com a Frente Parlamentar foi bastante positiva. “Houve menos de três horas para mobilizar os parlamentares e apesar do curto espaço de tempo, tivemos a presença de onze parlamentares no encontro e que se comprometeram a participar da próxima reunião com o MPOG. É de suma importância esse respaldo político, no momento em que o Ministério protela a negociação com a categoria”, diz.

Participaram da reunião os deputados Arnaldo Faria De Sá (SP), Paulo Rubens Santiago (PE), Luiz Noé De Souza Soares (RS), Gorete Pereira (CE), Mauro Nazif (RO), Edinho Bez (SC), Fernando Francischini (PR), Ricardo Berzoini (SP), João Campos (GO) e Junior Coimbra (TO).

Por William Martins

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Reunião marcada para fechar relatório de negociação quase foi em vão

O terceiro encontro para discutir a reestruturação da carreira do Policial Rodoviário Federal, ocorrido em 30 de novembro, no Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG), foi quase que totalmente frustrado. Mais de trinta representantes do sistema sindical, incluindo diretores e integrantes das comissões da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e presidentes e representantes dos Sindicatos Regionais, estiveram presentes para darem continuidade à sequência de reuniões que fecharia o relatório das negociações realizadas com o governo até o momento.

A ausência do Secretário de Relações de Trabalho, Durvanier Paiva Ferreira, e a rápida passagem da diretora do Departamento de Relações de Trabalho (DERET) do MPOG, Marcela Tapajós e Silva, surpreenderam os representantes da categoria, já que este deveria ser o último encontro para fechar o relatório e dar início ao restante do processo, pois as negociações vinham ocorrendo em um bom ritmo.

Durante sua breve explanação, Marcela reforçou que a reestruturação da carreiria exige, ainda, uma análise mais aprofundada. Disse também, que no segundo semestre de 2011 foram realizados vários debates com outras categorias para discutir pontos estruturais de cada carreira e espera que, em 2012, o MPOG já consiga adentrar na questão remuneratória. O Coordenador Geral de Recursos Humanos do Ministério da Justiça, Edson Machado, que também compôs a mesa, reforçou que o Ministério está sempre presente nas questões que envolvem a PRF e seus policiais. Nessa rápida discussão, a comissão de negociação salarial entregou à Diretora do DERET e ao CGRH do MJ documentos contendo os pontos pendentes de debate, mais as duas apresentações feitas nas oficinas anteriores além de uma minuta de medida provisória a ser publicada para o atendimento das demandas da categoria.

Com a saída da Diretora do DERET da sala de reunião e já com a próxima reunião agendada para o dia 6 de dezembro, às 18h00, os representantes dos sindicatos regionais dirigiram-se de imediato ao Congresso Nacional para, por meio da Frente Parlamentar em Defesa da Polícia Rodoviária Federal, buscarem o apoio e a sustentação política necessários por parte dos parlamentares.

Apesar desses percalços, a reunião prosseguiu com os assessores da DERET e com os diretores da FenaPRF e da Comissão de Negociação Salarial, quando foi apresentado o modelo de relatório final, sugerido pelo MPOG para que, junto com a FenaPRF, definitivamente sejam fechadas as questões que serão negociadas a partir do próximo ano. Várias considerações foram feitas acerca do modelo de relatório proposto e do próprio modelo de negociação, que levou a FenaPRF a tratar de apenas três pontos de sua extensa pauta, porém ficou acertado que isto será corrigido no relatório final durante a próxima reunião.

Por Gisele Peixoto


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Reunião marcada para fechar relatório de negociação quase foi em vão

O terceiro encontro para discutir a reestruturação da carreira do Policial Rodoviário Federal, ocorrido em 30 de novembro, no Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG), foi quase que totalmente frustrado. Mais de trinta representantes do sistema sindical, incluindo diretores e integrantes das comissões da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e presidentes e representantes dos Sindicatos Regionais, estiveram presentes para darem continuidade à sequência de reuniões que fecharia o relatório das negociações realizadas com o governo até o momento.

A ausência do Secretário de Relações de Trabalho, Durvanier Paiva Ferreira, e a rápida passagem da diretora do Departamento de Relações de Trabalho (DERET) do MPOG, Marcela Tapajós e Silva, surpreenderam os representantes da categoria, já que este deveria ser o último encontro para fechar o relatório e dar início ao restante do processo, pois as negociações vinham ocorrendo em um bom ritmo.

Durante sua breve explanação, Marcela reforçou que a reestruturação da carreiria exige, ainda, uma análise mais aprofundada. Disse também, que no segundo semestre de 2011 foram realizados vários debates com outras categorias para discutir pontos estruturais de cada carreira e espera que, em 2012, o MPOG já consiga adentrar na questão remuneratória. O Coordenador Geral de Recursos Humanos do Ministério da Justiça, Edson Machado, que também compôs a mesa, reforçou que o Ministério está sempre presente nas questões que envolvem a PRF e seus policiais. Nessa rápida discussão, a comissão de negociação salarial entregou à Diretora do DERET e ao CGRH do MJ documentos contendo os pontos pendentes de debate, mais as duas apresentações feitas nas oficinas anteriores além de uma minuta de medida provisória a ser publicada para o atendimento das demandas da categoria.

Com a saída da Diretora do DERET da sala de reunião e já com a próxima reunião agendada para o dia 6 de dezembro, às 18h00, os representantes dos sindicatos regionais dirigiram-se de imediato ao Congresso Nacional para, por meio da Frente Parlamentar em Defesa da Polícia Rodoviária Federal, buscarem o apoio e a sustentação política necessários por parte dos parlamentares.

Apesar desses percalços, a reunião prosseguiu com os assessores da DERET e com os diretores da FenaPRF e da Comissão de Negociação Salarial, quando foi apresentado o modelo de relatório final, sugerido pelo MPOG para que, junto com a FenaPRF, definitivamente sejam fechadas as questões que serão negociadas a partir do próximo ano. Várias considerações foram feitas acerca do modelo de relatório proposto e do próprio modelo de negociação, que levou a FenaPRF a tratar de apenas três pontos de sua extensa pauta, porém ficou acertado que isto será corrigido no relatório final durante a próxima reunião.

Por Gisele Peixoto

FenaPRF pede apoio ao Ministério da Justiça

Em reunião ocorrida hoje pela manhã, FenaPRF defendeu tratamento isonômico para os policiais rodoviários.

Representantes da comissão de reestruturação da carreira dos Policiais Rodoviários Federais, formada pela FenaPRF e sindicatos da categoria, estiveram, hoje pela manhã, com Marcelo Veiga, assessor do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

No encontro, os representantes dos policiais expuseram diversas reivindicações com a finalidade de melhorar as condições de trabalho dos profissionais que atuam nas rodovias federais brasileiras e aprimorar a eficiência dos resultados obtidos pelos agentes.

Essas propostas já estão sendo negociadas junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A intenção da FenaPRF é receber o apoio do ministro Cardozo quanto ao tratamento mais igualitário para os policiais rodoviários federais em relação a outras categorias ligadas ao Ministério da Justiça.

Dentre as principais propostas apresentadas está à alteração do artigo 2º da Lei 9.654/1998. Apesar de ser necessário nível de escolaridade superior para o ingresso na carreira, a norma traz em seu texto que as atribuições desenvolvidas por estes policiais são próprias de cargo de nível intermediário. De acordo, com o presidente da FenaPRF, Pedro da Silva Cavalcanti, a redação não condiz com a real complexidade do trabalho exercido pelos agentes da PRF.

Outro ponto prioritário é a progressão funcional do policial rodoviário federal, cujas regras estão estipuladas na Lei 84.669/80. O texto legal, em seu artigo 3º, limita em 50% a promoção por merecimento e adota o mesmo percentual para o critério por antiguidade.

Os representantes dos policiais pleiteiam a retirada destes limites e alegam que a restrição, sobretudo ao que diz respeito à progressão por merecimento, não é justa e desmotiva o policial.

Para Renato Dias, diretor parlamentar da FenaPRF, estes são os dois aspectos mais importantes de vários outros pontos que ainda precisam ser debatidos. “O ideal seria que o Ministério do Planejamento reconhecesse estas reivindicações ainda este ano. E o apoio do ministro da Justiça é de suma importância para que o tratamento dos policiais rodoviários federais seja igualitário”, afirma.

De portas abertas – Marcelo Veiga, assessor do ministro Cardozo, afirma que o Ministério manterá o diálogo aberto. Ainda ressaltou a importância que a presidente Dilma dá ao trabalho da PRF.

“Postas todas as reivindicações, está claro que há vários problemas estruturais, que já vem de um bom tempo. Temos que encarar a carreira de frente, atacar os problemas, elencar as prioridades e colocar num cronograma”, considera Veiga.

O assessor disse que tentará agendar uma audiência com o ministro da Justiça até o dia 15 de dezembro, para que os policiais reforcem as reivindicações prioritárias. E, ainda, afirmou que, a partir de janeiro, será possível realizar outro encontro no qual será possível debater as propostas com mais profundidade.

Reunião no MPOG – Hoje, às 15 horas, representantes da FenaPRF participam de mais uma reunião com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva.

A ideia é sensibilizar o MPOG a acatar as propostas dos policiais rodoviários. “Já que nenhum reajuste salarial será concedido este ano para nenhuma categoria, esperamos que, pelo menos, as mudanças da progressão anual e da lei 9.654/1998 sejam reconhecidas até o final de 2011”, conclui Renato Dias.

Por William Martins

Governo cede a servidor e bancará aposentadorias

Para garantir a aprovação do plano de previdência do servidor público federal, a equipe da presidente Dilma Rousseff cedeu a uma série de reivindicações da categoria. Depois de reuniões entre os líderes da base aliada do governo e representantes do Palácio do Planalto, ela aceitará arcar com custos das aposentadorias por invalidez, para mulheres, para servidores que desempenham atividades de risco e das especiais, aquelas concedidas com menos tempo de contribuição para professores e policiais, por exemplo. Além disso, o governo criará dentro do fundo um subfundo de longevidade para garantir o pagamento do benefício até o fim da vida dos segurados.

“O projeto inicial não garantia isso. Se o servidor vivesse acima do tempo estabelecido na hora de definir a contribuição para o fundo de previdência complementar, ficaria apenas com o teto de quem se aposenta pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)”, explicou o deputado Maurício Quintella Malta Lessa (PR/AL), relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) do Projeto de Lei n.º 1.992/07, que estabelece o novo sistema para o funcionalismo.

Pela proposta, para garantir o teto do INSS, atualmente em R$ 3.691,74, o servidor terá de contribuir com uma parte de seu salário — pelo projeto inicial, essa parcela foi definida em 7,5% da remuneração — e a União fará uma contrapartida no mesmo valor. Para ter uma aposentadoria acima disso, o trabalhador fará aportes adicionais no fundo. Com as concessões que o governo fez, o percentual sobre o salário poderá subir para 8,5%, tanto para os cofres públicos quanto para o funcionalismo. “Para a União, isso é um grande negócio. Hoje, ela contribui com 22% e ainda paga o deficit”, afirmou o relator. Atualmente, o rombo da previdência do setor público supera os R$ 52 bilhões por ano.

O governo ainda está detalhando as mudanças. Apenas depois de analisar os novos custos do sistema, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deverá bater o martelo sobre as alterações. Mas todo o esforço é para que a votação da proposta seja concluída em até 15 dias no Congresso. Se for aprovada, a nova regra só valerá para os servidores que entrarem nos órgãos após as mudanças. No caso da aposentadoria das mulheres, o aumento bancará a diferença de cinco anos de contribuição que elas têm em relação aos homens. Servidores que exercem atividades que ameacem sua integridade física — como policiais federais e rodoviários federais — poderão se aposentar mais cedo que outras categorias.

Recuo estratégico

O Palácio do Planalto já havia feito outras duas concessões. Primeiro, desistiu de criar um único fundo de previdência para os Três Poderes — agora, cada um poderá ter o seu. Depois, recuou da proposta de tornar obrigatória a terceirização da gestão dos fundos. “Com as mudanças, isso será facultativo. Eles poderão ser terceirizados ou geridos pelos próprios poderes”, disse o deputado Maurício Quintella Malta Lessa (PR/AL), relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

Correio Braziliense

Servidor em função de risco vai poder se aposentar antes

Para aprovar o novo modelo de previdência do servidor público, o governo Dilma Rousseff cedeu à pressão das categorias e aceitará a criação de uma aposentadoria especial para servidores cujas funções coloquem em risco sua integridade física.

Entram na definição policiais federais, rodoviários federais e médicos que trabalhem em regiões de fronteira, entre outras atividades. Não há estimativa de quantos são esses servidores, mas só a PF tem 14 mil agentes.

A medida constará no relatório final do projeto de lei que cria o novo modelo previdenciário.

Maior aposta para acabar, a médio e longo prazo, com o deficit da Previdência, a proposta tramita na Câmara desde 2007 e deve ser votada até o final deste ano.

A ideia do governo é permitir que servidores que exercem funções de risco se aposentem mais cedo que outras categorias.

Ainda não foi definido como essa redução de tempo de serviço ocorrerá.

Para garantir a aposentadoria especial, o governo vai propor que a contribuição sobre os salários para o fundo seja um pouco mais alta, de 8,5% contra os atuais 7,5%, tanto da parte da União como destes servidores.

O projeto de lei original, enviado pelo Executivo, não previa regra específica para essas funções.

O governo também vai propor um novo modelo ­-chamado de fundo de longevidade- para pagar a aposentadoria das pessoas que tiverem de receber o benefício por mais tempo do que o calculado nas regras do modelo de previdência (25 anos).

RESISTÊNCIAS

O Palácio do Planalto já havia recuado de sua proposta de criar um único fundo de previdência para os três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e de terceirizar sua gestão.

A intenção é diminuir as resistências de integrantes da própria base aliada, como PT, PDT e PC do B, e viabilizar a votação da proposta em, no máximo, 15 dias.

A equipe presidencial, porém, mantém seu veto ao pedido do PT de elevar a contribuição geral da União de 7,5% para 8,5%, sob o argumento de que isso contraria o objetivo da medida, que é reduzir gastos da União com as aposentadorias do setor público.

O projeto em tramitação na Câmara cria, para os servidores contratados após a sua futura aprovação, um novo modelo de aposentadoria similar ao do setor privado.

O servidor terá o benefício bancado pela União até um determinado valor (R$ 3.691,7, em números de hoje), contribuindo para o INSS nas mesmas regras do setor privado.

Para ganhar acima deste teto, ele terá de contribuir para um fundo de previdência complementar.

DEFICIT

Pelos cálculos do governo federal, os fundos do setor público vão ter uma taxa de administração baixa e um elevado número de contribuintes, garantindo que os seus beneficiários ganhem como aposentados cerca de 90% da média dos seus últimos 80 salários.

Atualmente, há 950 mil aposentados e pensionistas na União, o que gera um deficit estimado neste ano em R$ 57 bilhões.

Enquanto isso, no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que banca a aposentadoria do setor privado e tem mais de 20 milhões de aposentados e pensionistas, o deficit do setor é de R$ 35 bilhões.

No sistema atual, que o governo planeja substituir, servidores ativos e inativos contribuem com uma alíquota de 11% para seu sistema de seguridade social e asseguram uma aposentadoria próxima ou igual ao valor integral de seu salário.

Folha de S. Paulo

Entenda a Operação Alvorada Voraz

Atores:

Operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Comando da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, com auxílio do Núcleo de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal (NUREP).

O motivo:

De acordo com as investigações, os policiais militares ajustavam o pagamento de “propina” para permitirem a passagem de carregamentos de cigarros, que obrigatoriamente passavam por Porto Murtinho, Bela Vista, Jardim, Sidrolândia e Campo Grande/MS, rota dos contrabandistas vindos do Paraguai, com destino a outros estados.

O GAECO, integrado por Promotores de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, investigava os fatos com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal desde outubro de 2010, sendo que foram realizadas apreensões de mais de 50 carretas de cigarros nos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, totalizando sete milhões e quinhentos mil maços apreendidos e um prejuízo em torno de 20 milhões de reais para o grupo criminoso.

Os resultados:

Prendeu no dia 23 de novembro, o suspeito de ser um dos maiores contrabandistas de cigarros do país. A.C.G, vulgo Polaco. Também foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão domiciliar, 9 mandados de busca e apreensão de veículos, 17 mandados de prisão temporária, dentre outras diligências. O alvo foi uma organização criminosa composta, inclusive, de um agente tributário estadual lotado em Brasilândia e sete policiais militares do Mato Grosso do Sul.

Abaixo segue a matéria sobre a operação, veiculada neste domingo, 27, no programa Domingo Espetacular da Rede Record. Assista ao vídeo e sinta orgulho de ser PRF.

 

 


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Entenda a Operação Alvorada Voraz

Atores:

Operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Comando da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, com auxílio do Núcleo de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal (NUREP).

O motivo:

De acordo com as investigações, os policiais militares ajustavam o pagamento de “propina” para permitirem a passagem de carregamentos de cigarros, que obrigatoriamente passavam por Porto Murtinho, Bela Vista, Jardim, Sidrolândia e Campo Grande/MS, rota dos contrabandistas vindos do Paraguai, com destino a outros estados.

O GAECO, integrado por Promotores de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul, investigava os fatos com o auxílio da Polícia Rodoviária Federal desde outubro de 2010, sendo que foram realizadas apreensões de mais de 50 carretas de cigarros nos Estados de Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, totalizando sete milhões e quinhentos mil maços apreendidos e um prejuízo em torno de 20 milhões de reais para o grupo criminoso.

Os resultados:

Prendeu no dia 23 de novembro, o suspeito de ser um dos maiores contrabandistas de cigarros do país. A.C.G, vulgo Polaco. Também foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão domiciliar, 9 mandados de busca e apreensão de veículos, 17 mandados de prisão temporária, dentre outras diligências. O alvo foi uma organização criminosa composta, inclusive, de um agente tributário estadual lotado em Brasilândia e sete policiais militares do Mato Grosso do Sul.

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