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FenaPRF busca emendas para a Paraíba

Durante a última quinzena de novembro, o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Pedro da Silva Cavalcanti, em companhia do diretor financeiro Ricardo Sá e do assessor parlamentar Sr. Landrir, com o intuito de conseguirem emendas ao orçamento do DPRF para a construção e reforma de instalações e aquisições de viaturas para a Regional da Paraíba, visitaram diversos gabinetes da bancada paraibana no Congresso Nacional.

Além das visitas e reuniões realizadas, documentos também foram entregues aos Deputados e Senadores na esperança de sensibilizá-los sobre a precariedade das instalações e viaturas da PRF da Paraíba. A grande maioria dos congressistas visitados ressaltou que esta demanda deve ser levada também ao Ministério da Justiça, porém, a totalidade prometeu dar os encaminhamentos necessários ao pleito.

“Apesar de sabermos que esta demanda cabe principalmente aos gestores do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, acreditamos que também devemos fazê-la pensando no benefício dos policiais!”, ressalta o diretor Ricardo Sá.

“Mesmo com o encerramento do prazo para a apresentação de emendas ao orçamento 2012, este trabalho continuará sendo realizado pelos representantes da Federação” conclui Cavalcanti.

Nossas fronteiras estão abandonadas.

É iminente a possibilidade de fechamento de postos da Polícia Rodoviária Federal no Mato Grosso do Sul, devido à falta de efetivo e de políticas públicas como forma de incentivo à permanência de policiais nas regiões de fronteira.

Hoje, na maioria dos postos do Estado, inclusive os da Delegacia de Campo Grande, chegamos ao absurdo de termos apenas um ou dois policiais rodoviários em cada plantão, e este quadro se agrava sobremaneira nos postos da fronteira.

Essa falta de efetivo e de condições dignas de trabalho trás à sociedade uma falsa sensação de segurança, pois não tem o retorno esperado da mão do Estado, uma vez que sozinho um policial pouco pode fazer, além de ter acentuado o risco natural da carreira à vida de um pai ou mãe de família, que ostenta o uniforme da Polícia Rodoviária Federal.

O Mato Grosso do Sul é conhecido há anos como um dos principais corredores de contrabando e tráfico de drogas e armas – se não o principal, e nesse contexto, a PRF tem papel de destaque no cenário nacional, devido ao volume de prisões e apreensões, fruto do trabalho diuturno de seus valorosos servidores.

O SINPRF-MS, engajado em encontrar solução para fazer da fronteira um lugar seguro, tanto para a sociedade quanto para os policiais que aqui desenvolvem suas atividades, realizou no dia de hoje, 24 de novembro, uma operação conjunta entre policiais rodoviários federais e policiais federais nas áreas de fronteira com o Paraguai e a Bolívia, no período das 08h às 12h.

Essa operação não é isolada, mas uma ação coordenada entre os sindicatos da PRF, PF e Receita Federal nos estados de MS, RS, SC, PR, MT e RO, vindo à público manifestar a sua insatisfação quanto ao tratamento que o Governo Federal vem dispensando ao Plano Estratégico de Fronteiras, instituído pelo Decreto nº 7.496, de 08 de junho de 2011.

Na letra do texto normativo, o referido Plano é destinado ao fortalecimento da prevenção, controle, fiscalização e repressão dos delitos transfronteiriços e dos delitos praticados na faixa de fronteira brasileira.

Ocorre que a edição de um decreto presidencial, desacompanhada de medidas efetivas tendentes a implementar os meios de fortalecimento do serviço público, em nada altera a realidade do combate à criminalidade organizada, ao trabalho escravo e à sonegação tributária.

Neste ponto, embora o Decreto nº 7.496/2011 tenha previsto a ampliação do quadro de pessoal destinado a trabalhar na região de fronteira, o Governo Federal determinou a paralisação dos concursos públicos no Poder Executivo.

Este quadro é continuamente agravado pela aceitação por parte do Governo Federal dos serviços terceirizados em detrimento da seleção e recrutamento de servidores públicos por concurso para o trabalho nessas áreas sensíveis.

O que deve ser entendido é que este interesse não é exclusivo dos servidores públicos federais, mas de todos os brasileiros que clamam para que o país resolva de uma vez por todas as mazelas decorrentes do tráfico de armas e de entorpecentes, dentre outros problemas originados pela ausência do Estado nas fronteiras.

A FenaPRF, em apoio ás atividades desenvolvidas no dia de hoje, por determinação do presidente Pedro da Silva Cavalcanti, se fez presente na pessoa do Diretor Parlamentar, Renato Dias.

Fonte: FenaPRF com SINPRF/MS

Mobilização “Brasil com fronteiras” na mídia

Realizada em conjunto entre a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e o Sindicato Nacional do Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil, nossa mobilização conseguiu com sucesso chamar a atenção da sociedade e dos principais canais de comunicação deste país.

Abaixo, seguem alguns links que separamos para que os Policiais Rodoviários Federais de todo o país entendam e vejam o que foi realizado em prol da categoria nesta manhã, 24, durante o período de 08h às 12h, em diversos estados fronteiriços:

Diário da Amazônia

Paraná Online

Estado de São Paulo

Portal G1

R7 Notícias

Portal Terra

Portal Folha de São Paulo

Correio do Povo

Jornal Agora MS

Clickfoz – O portal de notícias de Foz do Iguaçu

SóNotícias – O primeiro jornal virtual do interior do MT

Gazeta do Sul

Campo Grande News

Gazeta do Povo

Folha do MS

IstoÉ

Veja

Rádio Santo Ângelo

Rádio CBN Tocantins

Hoje em Dia

O Diário

Zero Hora

A Gazeta

Oportunamente, a FenaPRF agradece a todos que colaboraram direta ou indiretamente para o sucesso desta mobilização. A união é a fonte da nossa energia.

Agência FenaPRF

Últimas notícias da mobilização no RS

Nota à imprensa e imagens da Operação na Fronteira

Começam a chegar as primeiras imagens da mobilização que une os policiais rodoviários federais, policiais federais e agentes da Receita Federal, que teveinício as 8h e vai até às 12h de hoje.

Abaixo nota divulgada pelo SINPRF/RS à imprensa gaúcha.

NOTA À IMPRENSA GAÚCHA

SINDICATO DOS POLICIAIS RODOVIÁRIOS FEDERAIS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL – SINPRF/RS

O abandono das nossas fronteiras chegou a um ponto insuportável. A Polícia Rodoviária Federal já realizou o fechamento de diversos postos no Estado do Rio Grande do Sul por falta de efetivo. Na região de fronteira os policiais trabalham sozinhos, somando-se a isto as precárias condições de trabalho: postos antigos, falta de equipamentos, inexistência de critérios claros para a remoção de policiais e inexistência de incentivos para trabalhar nestas regiões.

“Um policial sozinho gera um efeito duplamente negativo, tanto para a sociedade quanto para a instituição. Para a sociedade, ao não dar o retorno esperado, pois sozinho não é possível prevenir crimes e acidentes; e ao passar uma imagem de inoperância que leva ao descrédito institucional. É um desrespeito para com o policial e para com a sociedade jogar um servidor sozinho nas fronteiras sem condições dignas de trabalho.”, afirma o presidente do SINPRF/RS, Francisco Dalla Valle Von Kossel.

Devido ao Brasil adotar um modelo de transporte essencialmente rodoviário, as conseqüências do descaso para com a Polícia Rodoviária Federal reflete diretamente em toda a sociedade: tráfico de drogas e armas que alimentam toda sorte de criminalidade. E não é só na PRF o descaso, a Polícia Federal e a Receita Federal também sofrem problemas na região de fronteira.

Diante deste cenário os policiais rodoviários federais, policiais federais e agentes da Receita Federal estão realizando durante hoje (25), das 8h às 12h, uma operação nas fronteiras de todo o Brasil. No Rio Grande do Sul os pontos sob fiscalização estão identificados abaixo:

1) Uruguaiana;

2) Porto Mauá;

3) Porto Xavier;

4) Santana Livramento;

5) Aceguá;

6) Arroio Grande;

7) Santa Vitória do Palmar;

8) São Borja: Cabeceira da Ponte Internacional de São Borja.

DENÚNCIA:

O SINPRF/RS vem denunciar também o descaso e desperdício de dinheiro público praticado pela Direção-Geral do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, em Brasília. O efetivo em atividade no Rio Grande do Sul é inferior ao de 1994. Em Uruguaiana, a título de exemplo, temos o maior porto seco da América Latina onde somente em 2010 transitaram R$ 14,2 bilhões em cargas, com trânsito de 220,5 mil caminhões, sendo que o posto PRF trabalha por vezes com apenas UM policial!

Já no Estado do Pará há postos da PRF com mais de 10 policiais por dia! Foram abertos dois novos postos há menos de 30 dias para comportar tantos policiais (nos municípios de Xinguara e Redenção, na BR 155). Do efetivo total do Pará, de 585 policiais, aproximadamente 400 ingressaram após 2008.

O posto de Santarém/PA chega a trabalhar com 14 policias por dia numa estrada de terra, enquanto diversos policiais gaúchos que lá estão lotados desejam ser removidos para o Rio Grande do Sul, a pedido, ou seja, sem nenhum custo para os cofres públicos!

Diante deste desrespeito da Direção-Geral do DPRF para com o dinheiro público e para com a sociedade gaúcha e brasileira é que denunciamos estes graves problemas.

Fonte: SINPRF/RS

FenaPRF acompanha a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado

No dia 22 de novembro, a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) acompanhou a audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que ocorreu na Câmara dos Deputados. Estiveram no evento o presidente da FenaPRF, Pedro da Silva Cavalcanti; o diretor parlamentar, Renato Borges Dias; e o diretor financeiro, Ricardo Sá. “Participamos de todos os eventos que envolvem os interesses da categoria”, afirma o presidente.

Foram discutidos os objetivos e iniciativas propostas pelo Governo Federal para a política de segurança pública no âmbito do Plano Plurianual (PPA 2012 – 2015) e os recursos previstos para a área contidos no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2012. O deputado Domingos Dutra (PT/MA) abriu a mesa, dando a palavra para a assessora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, Silvia Ramos. Durante sua explanação colocou a questão dos homicídios e da violência no Brasil. Também enfatizou a questão de que o país é o sexto com maior taxa de homicídios do mundo, e, ainda que “a violência no Brasil é extremamente concentrada nos setores menos favorecidos”. Além disso, disse que houve, em 2010, 40 mil mortes no trânsito, sendo que a maioria eram jovens, do sexo masculino e negros. Para Silvia, o Orçamento Federal deveria ajudar, pois a segurança pública é um tema importante.

A diretora colegiada do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), Guacira de Oliveira, reforçou que há falta de implementação de políticas públicas para mulheres. “A violência contra mulheres cresce sem parar”, acrescenta. Durante sua apresentação enfatizou que a luta contra a violência à mulher é forte, mas precisa de mais apoio governamental. Em sua apresentação Guacira coloca que 70% de morte entre as mulheres é decorrente de violência doméstica. A diretora focou, ainda, na revisão que se faz necessária no Programa Nacional de Segurança Pública (Pronasci) na intenção que se cumpram as diretrizes e objetivos para os quais foi criado, inclusive com relação à promoção dos direitos da população pobre, negros e mulheres.

Já o assessor público do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e conselheiro do Conselho Nacional de Segurança Pública, Alexandre Ciconello, substanciou o que os integrantes da mesa colocaram anteriormente. Ele enfatiza que a segurança pública é um direito humano e que viver sem violência é um direito fundamental. Colocou ainda que, em números gerais do PLOA 2012, a maior parte é para amortização da dívida pública, com aproximadamente 360 bilhões, sendo mais que o gasto com previdência social. Para segurança pública, a previsão é de 8,4 bilhões, em que “0,57% do orçamento é para segurança pública, que inclui Polícia Federal, políticas de fronteiras, dentre outros”, acrescenta Alexandre. O assessor, além de outras colocações, também afirmou que houve avanços no PPA e PLOA, mas que a violência é um problema grave no país.

Logo após, foi iniciado um debate com os integrantes da mesa e com alguns deputados que assistiam à audiência, em que voltaram a entrar no quesito homicídios, prevenção da violência, recomposição do orçamento, dentre outros. Assim foi aberta a votação entre alguns parlamentares para que colocassem os principais temas que pudessem entrar em pauta. Um exemplo foi do sargento Helder Martins de Oliveira que defendeu a questão de financiamento sobre a condição do trabalho dos policiais, em que a população privatiza a segurança pública, e que ainda, só se fala na segurança pública sobre o aspecto da violência e não se pensa na questão dos policiais. Por fim, o deputado Domingos Dutra fechou a mesa, agradecendo a presença de todos e irá preparar um material para que sejam criadas emendas em prol da segurança pública.

A reprodução desta notícia é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência FenaPRF’

Reuniões sobre ações judiciais

Durante os dias 16 e 17 de novembro, na sede da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) foram realizadas duas reuniões para tratar de ações judiciais. O presidente Pedro da Silva Cavalcanti, juntamente com os diretores jurídicos, Jailton da Silva Tristão e Antônio Jorge Falcão Rios, recepcionaram represenantes dos escritórios jurídicos Sarmento, Carmargo & Sarmento e Medeiros & Meregalli.

A primeira reunião ocorreu com os advogados Ricardo Lobo e Rodrigo Albuquerque, representantes do escritório Sarmento, Camargo & Sarmento. Um dos temas mais importantes foi o compromisso firmado pelo escritório em confeccionar um relatório circunstanciado sobre a ação dos anuênios, que perdura desde 2006. Os representantes da FenaPRF reforçaram que esta demanda ainda necessita de esclarecimentos em relação a situações controvertidas que surgiram durante sua tramitação, tanto para os beneficiados quanto para os sindicatos regionais.

No segundo encontro, ocorrido com os representantes do escritório Medeiros & Meregalli, advogados Alessandro Medeiros e Roger Maregalli, foi discutido o restabelecimento do pagamento do Adicional Noturno, já que este tema é de alta relevância por ser uma reivindicação de “inquestionável justeza”, como reforçaram os diretores jurídicos. O presidente Cavalcanti destacou que a categoria aguarda a solução desta demanda uma vez que os policiais rodoviários federais estão sempre disponíveis para atender a sociedade que trafega nas rodovias federais do país a qualquer hora da noite. No decorrer da reunião, a FenaPRF se colocou à inteira disposição para auxiliar o escritório no intuito de desfazer os obstáculos que impedem o andamento deste quesito, que, da mesma forma, se dedicará para que seja alcançado em médio prazo a solução do caso.

“Ambas reuniões buscam apresentar formalmente a nova diretoria e, principalmente, possibilitam manter a entidade atualizada sobre os andamentos, perspectivas e resultados já alcançados pelas diversas ações em curso em favor da categoria”, finalizou o presidente Cavalcanti.

A rodada de reuniões segue até o final do ano e posteriormente será divulgado um relatório pormenorizado das ações.

FenaPRF pede apoio ao Ministério da Justiça

Em reunião ocorrida hoje pela manhã, FenaPRF defendeu tratamento isonômico para os policiais rodoviários.

Representantes da comissão de reestruturação da carreira dos Policiais Rodoviários Federais, formada pela FenaPRF e sindicatos da categoria, estiveram, hoje pela manhã, com Marcelo Veiga, assessor do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

No encontro, os representantes dos policiais expuseram diversas reivindicações com a finalidade de melhorar as condições de trabalho dos profissionais que atuam nas rodovias federais brasileiras e aprimorar a eficiência dos resultados obtidos pelos agentes.

Essas propostas já estão sendo negociadas junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A intenção da FenaPRF é receber o apoio do ministro Cardozo quanto ao tratamento mais igualitário para os policiais rodoviários federais em relação a outras categorias ligadas ao Ministério da Justiça.

Dentre as principais propostas apresentadas está à alteração do artigo 2º da Lei 9.654/1998. Apesar de ser necessário nível de escolaridade superior para o ingresso na carreira, a norma traz em seu texto que as atribuições desenvolvidas por estes policiais são próprias de cargo de nível intermediário. De acordo, com o presidente da FenaPRF, Pedro da Silva Cavalcanti, a redação não condiz com a real complexidade do trabalho exercido pelos agentes da PRF.

Outro ponto prioritário é a progressão funcional do policial rodoviário federal, cujas regras estão estipuladas na Lei 84.669/80. O texto legal, em seu artigo 3º, limita em 50% a promoção por merecimento e adota o mesmo percentual para o critério por antiguidade.

Os representantes dos policiais pleiteiam a retirada destes limites e alegam que a restrição, sobretudo ao que diz respeito à progressão por merecimento, não é justa e desmotiva o policial.

Para Renato Dias, diretor parlamentar da FenaPRF, estes são os dois aspectos mais importantes de vários outros pontos que ainda precisam ser debatidos. “O ideal seria que o Ministério do Planejamento reconhecesse estas reivindicações ainda este ano. E o apoio do ministro da Justiça é de suma importância para que o tratamento dos policiais rodoviários federais seja igualitário”, afirma.

De portas abertas – Marcelo Veiga, assessor do ministro Cardozo, afirma que o Ministério manterá o diálogo aberto. Ainda ressaltou a importância que a presidente Dilma dá ao trabalho da PRF.

“Postas todas as reivindicações, está claro que há vários problemas estruturais, que já vem de um bom tempo. Temos que encarar a carreira de frente, atacar os problemas, elencar as prioridades e colocar num cronograma”, considera Veiga.

O assessor disse que tentará agendar uma audiência com o ministro da Justiça até o dia 15 de dezembro, para que os policiais reforcem as reivindicações prioritárias. E, ainda, afirmou que, a partir de janeiro, será possível realizar outro encontro no qual será possível debater as propostas com mais profundidade.

Reunião no MPOG – Hoje, às 15 horas, representantes da FenaPRF participam de mais uma reunião com o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva.

A ideia é sensibilizar o MPOG a acatar as propostas dos policiais rodoviários. “Já que nenhum reajuste salarial será concedido este ano para nenhuma categoria, esperamos que, pelo menos, as mudanças da progressão anual e da lei 9.654/1998 sejam reconhecidas até o final de 2011”, conclui Renato Dias.

Por William Martins

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A reprodução desta notícia é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência FenaPRF’

FenaPRF, Sindireceita e Fenapef discutem e avaliam mobilização conjunta

No último dia 17, o presidente Cavalcanti e o diretor jurídico Tácio, ambos da FenaPRF (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais), reuniram-se na sede do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil) com Sílvia Felismino, presidenta, e com Naziazeno Florentino dos Santos, diretor parlamentar da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais).

No encontro, foi avaliado positivamente a possibilidade de mobilizações e movimentos conjuntos das três categorias. Os representantes das entidades sindicais também discutiram outros assuntos como a segurança dos servidores que atuam em áreas de fronteiras, a urgente necessidade de criação do adicional de fronteiras para estimular a ida e a permanência de servidores nessas áreas, além de pontos relevantes como a implantação do Plano Estratégico de Fronteiras.

O encontro teve como objetivo principal aproximar ainda mais os dirigentes sindicais destas entidades. “Devemos permanecer unidos e sempre atuar em conjunto na defesa dos interesses comuns de nossas categorias” destacou o presidente Cavalcanti.

Deputado Gonzaga Patriota visita à sede da FenaPRF

Na manhã de 17 de novembro, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE), integrante da Frente Parlamentar em Defesa da PRF (Polícia Rodoviária Federal) visitou a sede da FenaPRF (Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais). O deputado foi recepcionado pelo presidente da federação Pedro da Silva Cavalcanti, bem como pelos diretores jurídicos, Jaílton e Falcão, e pelo assessor parlamentar, o Sr. Landri.

O deputado, que é um dos líderes da Comissão de Orçamento na Câmara, conheceu as instalações da sede e conversou com o presidente Cavalcanti, principalmente, sobre liberação de verbas para a PRF.

No início do mês de novembro Gonzaga fez um pronunciamento expressivo na Câmara em relação aos problemas relacionados ao trânsito com destaque da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal. Inclusive, se dispôs a ajudar na liberação de verbas para a continuidade do Concurso da PRF/2009. (Clique aqui e leia esta matéria). Neste discurso, ele destacou que é preciso convocar 750 aprovados no concurso de 2009 e mais 750 excedentes conforme permite a lei, inclusive, enalteceu que há necessidade de realizar concurso para 5.000 novos policiais no intuito de completar o quadro da PRF.

Ao final da visita, ficou acordado que na próxima semana será realizada uma reunião no gabinete do deputado para tratarem especificamente da convocação dos aprovados e dos excedentes no supracitado concurso.

Foto da esquerda para a direita: Jailton, Gonzada Patriota, Cavalcanti, Falcão e Sr. Landri.

Oficina retoma a reestruturação da carreira do Policial Rodoviário Federal

No último dia 10, foi realizado pelo MPOG, uma oficina para discutir a carreira do Policial Rodoviário Federal. O evento, que faz parte da pauta de negociação da FENAPRF com o governo, foi dividido em dois momentos, sendo um no período da manhã e outro a tarde. No primeiro momento foram colocadas em pauta todas as reivindicações da categoria e tratativas dos itens mais relevantes para a reestruturação da carreira do policial rodoviário federal, como a revisão da Lei nº 11.358/2006; o interstício anual de progressão; criação ou não de uma nova carreira; formas de ascensão; retorno do pagamento do adicional noturno, do adicional de periculosidade, de insalubridade e atividade penosa; horas extras, dentre outros. Em sua fala inicial, o Presidente da FENAPRF, Pedro Cavalcanti, fez duras críticas ao Governo Federal no tocante aos PLs 554/2010 – que trata da Aposentadoria Especial e PL 1992/2011 – Previdência Complementar, dentre outros de lavra do Executivo. “A posição adotada pelo governo, vem gradativamente esvaziando as carreiras exclusiva de estado, contrariando os princípios e diretrizes aprovados na 1ª CONSEG, que prima pela valorização da atividade policial”, afirmou Cavalcanti.

Já à tarde, foi aberto a discussão entre representantes do Departamento da Polícia Rodoviária Federal (DPRF), Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG) e da FenaPRF. O secretário de recursos humanos do MPOG, Duvanier Paiva Ferreira abordou alguns aspectos da carreira do PRF, como: o cargo único; o desenvolvimento da carreira de forma progressiva e promocional; aposentadoria especial “que até hoje não está resolvida” e a jornada de trabalho, que, segundo ele deve ser mantida as 40h semanais. O presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti reforçou as palavras de Duvanier destacando que a manutenção da carga horária será benéfica para o bom andamento do trabalho da Polícia Rodoviária Federal, inclusive àqueles que trabalham diretamente com atendimento ao público. O Inspetor Adriano Furtado, Coordenador Geral de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, fez algumas colocações complementando o pensamento do secretário e manifestando preocupação quanto ao efetivo da Polícia Rodoviária Federal, defendendo a realização de concursos públicos, de forma a repor a defasagem de funcionários, decorrente de vacância, aposentadoria e falecimento.

Para os representantes sindicais o debate acabou sendo prejudicado com a ausência dos representantes do Ministério da Justiça, Paulo Machado – Subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração do MJ; Edson Machado – Coordenado-Geral de RH do MJ e Clovis Curado Junior – Coordenado-Geral de Modernização do MJ.

A realização desta oficina, o penúltimo encontro da FENAPRF com o MPOG este ano, servirá de subsídios para confecção do relatório que definirá os caminhos que o governo tomará quanto a pauta de reivindicações apresentada pela Federação. “As conquistas são um processo lento e paulatino, depende da ação de cada um de nós, seja enquanto profissional, seja como sindicalista. As discussões vêm ocorrendo e estão avançando, porem temos consciência de que haverá muita luta para alcançarmos um resultado satisfatório”, finalizou o Diretor Presidente da FENAPRF, Pedro Cavalcanti. Para França e Tiago Arruda (membros da comissão de negociação) o espaço proporcionado pelo MPOG permitiu à categoria expor os prejuízos que os policiais rodoviários federais tiveram em decorrência de uma legislação aplicada sem a observância de particularidades da atividade policial.