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Diretoria da FenaPRF apresenta reivindicações ao DPRF

No último dia 2, a Federação Nacional dos Policias Rodoviários Federais (FenaPRF) visitou a sede do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF), para tratar da categoria. A diretoria da FenaPRF foi recebida pela Diretora-Geral da PRF, Maria Alice. Entre os temas abordados estão a agenda de 2012 e as reinvindicações dos estados.

Agenda 2012

A FenaPRF aproveitou o encontro para agendar uma reunião para tratar de assuntos técnicos junto ao DPRF, onde estarão presentes todos os diretores da Federação e os coordenadores do Departamento. Na pauta, está programada uma explanação sobre os planos e projetos para 2012, incluindo os de investimentos na carreira categoria e o projeto Rodovida, além de apresentar um balanço do exercício de 2011.

Com o objetivo de levantar as demandas e avaliar os anseios e condições de trabalho da categoria, a Federação estará entrando em contato com todas as unidades sindicais do país para que estas apresentem suas manifestações.

Para o presidente do SinPRF/SE, Dovercino Neto, a reunião será uma oportunidade ímpar na relação entre sindicatos e Departamento. “Em um único momento, poderemos apresentar todas as demandas regionais de maneira conjunta e não isoladamente, como ocorre agora”, explicou Neto.

Aumento da área de abrangência

Por intermédio da FenaPRF, o presidente Pedro Cavalcanti apresentou uma reclamação oriunda dos policias do estado de Sergipe. Segundo relato apresentado pelo sindicato local, o superintendente do estado pretende aumentar a área de circunscrição da regional, assumindo a fiscalização de rodovias do norte da Bahia.

Segundo o SinPRF/SE, essa medida traria um grande transtorno aos policias do estado, tendo em vista que dificultaria seus deslocamentos de retorno às suas residências devido a distância. Isto também, irá gerar um aumento de estresse e desgaste pelo excesso de serviço e obrigações extras.

A diretora-geral esclareceu que essa alteração em Sergipe não partiu do DPRF e que iria entrar em contato com o superintendente para se informar sobre a situação apresentada. Maria Alice aproveitou para ressaltar que será instituída uma comissão com o objetivo realizar um estudo sobre o reordenamento dos postos, delegacias e superintendências.

Os representantes da FenaPRF aproveitaram para deixar claro que intermediará as solicitações encaminhadas pelo sindicatos e que atuará em conjunto com eles acompanhando de perto os trabalhos dessa comissão, inclusive apresentando propostas.

Negociações com o governo

Na área de negociações, a FenaPRF levou ao conhecimento do DPRF que a categoria, em todos os estados, está descontente com a forma que as negociações, junto a mesa permanente do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) estão sendo tratadas pelo governo em 2012. A insatisfação aumentou após o falecimento do Secretário de Recursos Humanos, Duvanier Paiva, fato esse que levou o MPOG a anunciar a suspensão de todas as reuniões marcadas com a Federação para o mês de fevereiro.

O descontentamento é igual com o Ministério da Justiça (MJ), tendo em vista da dificuldade em se conseguir agendar uma audiência com o ministro, cujo o apoio é imprescindível.

Segundo o diretor parlamentar da FenaPRF, Renato Borges Dias, o descaso do governo poderá levar a categoria a tomar decisões mais enfáticas. “No próximo dia 15 de fevereiro está programada uma mobilização nacional em Brasília, visando sensibilizar o governo, por meio de uma paralisação geral”, alerta.

Na próxima semana se reunirão pela terceira vez: FenaPRF, FENAPEF e Sindireceita. O objetivo será discutirem as formas de mobilização conjunta das três categorias para esse dia.

Desde o segundo semestre de 2011, a categoria já se encontra em estado de alerta e que o descaso por parte do governo poderá levar a movimentos paredistas.

Concurso 2009

A Federação, por meio do Ofício nº 006/2012, encaminhado ao DPRF, defendeu a convocação de todos os aprovados e de acordo com a capacidade de formação da Polícia Rodoviária Federal.

A diretora-geral esclareceu que nesse primeiro momento, serão convocados 750 aprovados mais os sub-judices, tendo em vista que a Academia Nacional de Polícia tem estrutura para formar 512 policiais por semestre.

Foi acertado que, cumprida essa primeira etapa de formação, a FenaPRF apoiará o Departamento junto ao MJ, Casa Civil e MPOG, na luta pela autorização para a convocação dos aprovados remanescentes, exaurindo assim o certame de 2009.

Outras frentes

O encontro também serviu para a discussão de outros temas específicos com a corregedora-geral, Miriane Menegaz e com coordenador-geral de administração, Marcelo Aparecido Moreno.

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Nota de manifesto contra suspensão das negociações salariais

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) se mostra preocupada com a decisão do Governo em suspender as negociações com todas as categorias. Por telefone o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), informou que as reuniões agendadas para o mês de fevereiro foram canceladas.

De acordo com a Secretaria de Relações de Trabalho, a medida foi tomada devido à indecisão de quem irá assumir a vaga de secretário de relações de trabalho, que seria ocupada por Duvanier Paiva e faleceu em 19 de janeiro.

Na última reunião, 18 de janeiro, a FenaPRF aproveitou para expressar a preocupação com os prazos curtos, tendo em vista que devido a feriados como o carnaval e o calendário reduzido devido ao ano eleitoral, que proibi reajustes salariais, o prazo final para conclusão das discussões será o final do mês de março.

“A FenaPRF aproveita para salientar que está atenta aos prazos legais e uma possível manobra do Governo para retardar as negociações”, informa o presidente Pedro Cavalcanti.

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FenaPRF, Fenapef e Sindireceita discutem pautas comuns

Dando sequência aos trabalhos iniciados em 2011, a atual gestão da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), se reuniu na tarde desta terça-feira (24), com representantes da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) e do Sindicato Nacional dos Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil (Sindireceita).

No encontro foram discutidas pautas referentes a assuntos jurídicos e de interesse comum entre as três categorias, destacando os adicionais de fronteira, alimentação, auxílio-creche e diárias.

Para o diretor Itler Oliveira essas reuniões têm uma grande importância. “A Federação está no caminho correto, essa união entre as categorias faz com que a pauta ganhe peso, fortalecendo as reivindicações em comum“, resumiu.

A discussão em conjunto tende a aumentar o foco do governo sobre as negociações que estão sendo realizadas pelos representantes sindicais junto ao Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão (MPOG), pois o governo não tem dado a atenção devida às reivindicações dos servidores públicos federais. Para Renato Dias, diretor parlamentar da FenaPRF, esses encontros tendem a trazer resultados positivos. “A união das entidades de classe representativas das carreiras de Estado é de suma importância, pois viabilizará uma forte mobilização em torno de uma pauta comum, tendo em vista o pouco tempo para as negociações devido ao calendário eleitoral”, ressalta.

Além dos representantes da FenaPRF, também participaram da reunião: – pela Fenapef: Paulo Roberto, vice-presidente, Marcelo Pires, diretor parlamentar e Naziazeno Florentino, diretor de seguridade social; – pelo Sindireceita: Silvia Helena, presidente.

O presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, enalteceu o peso dessa aliança. “O movimento nasce forte em razão das funções estratégicas das categorias reunidas”, afirma.

A FenaPRF aproveita para convidar representantes de outras entidades de classe a unir forças para juntos vencermos os obstáculos comuns em prol de todas as categorias e também informar que as entidades supracitadas estão de portas abertas para quem quiser entrar nesta luta.

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Calendário de negociações com o MPOG para 2012 é definido

Reunião contou com a presença de representantes da FenaPRF, MPOG e DPRF

Na noite da última quarta-feira(18), o Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) foi palco de mais uma reunião de negociações entre a diretoria da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e a Secretaria Nacional de Recursos Humanos do Governo Federal, representado pelo secretário, Duvanier Ferreira.

O encontro, primeiro do ano, teve como pauta principal, apresentar o calendário de atividades para 2012. O secretário aproveitou para informar que o relatório das oficinas e encontros de 2011 já está pronto, e que será apresentado para o governo e para o Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF) nos próximos dias.

Representando o DPRF, esteve presente Coordenador Geral de Recursos Humanos, Inspetor Furtado, que saiu animado do encontro. “A nossa avaliação é otimista desse trabalho em conjunto entre Departamento, Ministério e Federação. Eu acredito que nós vamos conseguir resultados positivos para nossa carreira e valorização dos nossos servidores”, comemora.

“Eu acredito que a reunião foi positiva, tendo em vista que o secretário definiu que vai ter uma reunião ainda esse mês de janeiro, com o Ministério da Justiça, Dr. Luiz paulo, Secretário Executivo e com o departamento para discutir o o relatório, e já saímos com, e um encontro pré-agenda, tendencioso, os pontos que a gente mais defende nós vamos atingir “

Para o presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, as negociações estão caminhando muito bem. “Sentimos que o MPOG realmente está solidário com a nossa casa, e creio que iremos atingir os nossos principais objetivos”, resume.

Calendário

Ficaram definidas as seguintes datas para os próximos encontros

08/02 – Reunião para apresentar os relatórios e realizar as discussões referente a reestruturação da carreira.

29/02 – Segunda reunião, com foco nos assunto salariais, e as pendências que restarem da primeira reunião.

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Relembrar é viver

Os Policiais Rodoviários Federais começaram 2012 com boas expectativas em relação a mudanças positivas para a carreira. Após um ano depois da mobilização do sistema sindical que provocou a saída do então diretor do Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF), Hélio Cardoso Derenne, os profissionais da área comemoram a abertura de um diálogo mais aberto com o governo federal e uma gestão mais transparente e responsável da atual Diretoria do DPRF.

Em 17 de janeiro de 2011, representantes sindicais de 16 estados se reuniram, no Rio Grande do Sul, para traçar uma união estratégica entre os integrantes da classe, com a intenção de pressionar o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pela saída do então diretor do DPRF e promover alterações que pudessem trazer mais qualidade na gestão do Departamento.

O encontro resultou na produção de uma carta aberta (clique aqui para ler na íntegra o documento e conhecer os corajosos sindicalistas que participaram desse momento histórico da nova Federação), encaminhada ao Congresso Nacional e ao Ministério da Justiça, que expôs os motivos pelos quais a categoria reivindicava a saída da Diretoria na época. O documento ficou conhecido como “Carta de Porto Alegre”.

De acordo com o atual presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Pedro Cavalcanti, o evento marcou a história recente dos PRFs. “A partir deste momento, conseguimos criar um movimento mais organizado, traçar estratégias e abrir o diálogo com o governo”, diz.

O presidente do Sindicato da PRF no Rio Grande do Sul (SINPRF-RS), Francisco Kossel, afirma que mais de 90% dos policiais estavam insatisfeitos com a gestão de Hélio Derenne. “A falta de transparência na administração; a falta total de critérios para a remoção de policiais, sem o respectivo respaldo técnico; e a falta de impessoalidade na distribuição de recursos, com alguns estados sendo mais beneficiados que outros; atrapalhavam o desenvolvimento da Polícia Rodoviária Federal e a prestação de um serviço de qualidade”, considera.

O Presidente da FenaPRF também aponta outro problema, que diz respeito à contratação de servidores. “Havia, por parte da Diretoria passada, uma inércia em relação ao processo seletivo para aumentar o quadro funcional da PRF”, reforça.

Após a mudança que ocorreu na Direção-Geral, os sindicalistas também promoveram alterações dentro da Federação Nacional dos PRFs, que, até então, não demonstrava sintonia com os anseios da categoria.  A partir dessa mobilização organizada, uma nova Diretoria ganhou a eleição e assumiu a FenaPRF, que passou a ter uma atuação mais representativa e participativa na defesa  dos policiais rodoviários federais.

Segundo Kossel, a gestão da atual Diretora-Geral do DPRF, Maria Alice Nascimento Souza, tem sido mais transparente. “As decisões tem se pautado por critérios técnicos, e não pessoais. Há uma aproximação maior dos policiais com o Departamento. A relação com o próprio Ministro da Justiça melhorou”, argumenta.

No entanto, Marcos Kadhur, diretor de Relações do Trabalho da FenaPRF,  ressalta que as mudanças devem continuar de maneira efetiva. As transformações ocorridas durante o ano passado trouxeram um avanço para a administração do DPRF, porém, os policiais da ponta, os que trabalham na pista, ainda não sentiram todas essas mudanças. “Portanto, é fundamental que continuemos a trabalhar com a finalidade de dar melhores condições de trabalho aos policiais e valorizar a carreira. Dessa forma, também será possível prestar um serviço de mais qualidade à sociedade”, diz.

Um exemplo de melhorias que deixariam o trabalho do PRF mais seguro e ágil seriam os investimentos na rede de dados e os sistemas da PRF. Com um aparato tecnológico moderno, será possível criar uma rede de informações com o uso de alta tecnologia, de modo a atingir o serviço policial. Entre as melhorias que poderiam ser implantadas está a instalação de leitores de placa e de vídeo monitoramento. Com uma rede eficiente, poderia haver o gerenciamento integrado dos dados.

Cavalcanti espera que, em 2012, o governo continue aberto às negociações e se sensibilize com as mudanças que precisam ocorrer, tendo em vista os eventos de porte internacional que ocorrerão no Brasil, como as Olimpíadas e a Copa do Mundo da Fifa. “A falta de efetivo é uma das questões mais graves que afetam o trabalho da PRF como um todo. A expectativa é de que o concurso para a seleção de novos servidores seja realizado ainda este ano”, diz.

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Veja algumas notícias que foram publicadas na época:

http://www.sinprfpe.com.br/siteNovo/noticia_detalhe.php?idNoticia=2749

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Continua em 2012 a negociação com o Governo

Amanhã (18), a partir das 19h, os representantes do Sistema Sindical dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF e SINPRFs) realizarão mais uma rodada de negociações com os representantes do Governo Federal no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

O principal foco dessa reunião para os representantes sindicais, além da continuidade necessária à mesa de negociação, será anular os empecilhos que possam ser apresentados pelos representantes do governo perante as reinvidicações da categoria.

Aproveitando o encontro os represantes estarão elaboração um calendário de atividades, que devem ser finalizadas até o final de março – devido ao ano ser eleitoral, o calendário de negociações é encurtado –, tendo como resultado final determinar quais as reivindicaçõa que serão ou não atendidas pelo governo

Os presidentes do Sindicatos convocam todos os policiais a se manterem mobilizados para as causas de interesse geral da categoria.

Relatório das oficinas realizadas é assinado no MPOG

Dando sequência ao novo procedimento de negociação da SRH/MPOG, foi assinado na noite de ontem(14) o relatório referente às atividades ocorridas nas oficinas realizadas durante o último mês de novembro.

O Presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, e o Secretário Duvanier Paiva assinaram o referido relatório após alguns ajustes bilaterais, momento em que este afirmou que o documento servirá como substrato para a mesa de negociações, mas que, entretanto,  ela não estará adstrita ao mesmo.

Na ocasião ficou definido que as negociações continuam num outro nível a partir da próxima reunião a ser marcada para a segunda quinzena de janeiro/2012. Participou ainda da reunião o Presidente da Comissão de Lei Orgânica, Jesus Caamaño.

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Novo encontro ocorre, mas sem resultado final

Mais uma reunião para discutir a questão da reestruturação da carreira do Policial Rodoviário Federal ocorreu no último dia 13 de dezembro, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Participaram da discussão os diretores da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), deputados da Frente Parlamentar em Defesa da PRF (FPDPRF), representantes de Sindicatos Regionais e integrantes das Comissões da FenaPRF.

A categoria voltou a falar no tocante às reivindicações que estão em pauta, como a exigência do nível superior para ingresso ao cargo, aumento salarial, progressão funcional – já que somente 50% do efetivo pode ter acesso à promoção –, gratificações, adicionais, peculiaridades das condições de trabalho do policial, etc.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), presidenta da FPDPRF, foi enfática ao expor suas colocações em relação ao impasse. Deixou claro que é necessário fazer a reestruturação da carreira. Já Gonzaga Patriota (PCdoB-BA) apoiou o que Alice explanou e acrescentou que, com sua experiência, por ter sido Secretário Nacional de Trânsito, pôde acompanhar diversos problemas existentes no Brasil, inclusive, fazendo estudos de trânsito comparados a outros países. Assim, solicitaram ao Secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva Ferreira, que possa rever todas as reivindicações com cuidado para que a mesa seja montada de acordo com o proposto pela categoria.

O deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL) relembrou que a frota de carros aumenta a cada dia, já que facilidade para compra de automóveis é maior. Para ele o pleito, é mais que justo e que é de suma importância uma posição efetiva do governo, pois a PRF é a única instituição federal que realiza a fiscalização do trânsito em todo o território nacional.

O presidente Cavalcanti também fez suas considerações, já que, além de rever o relatório, o acordado seria realizar debates. Duvanier colocou que o processo de negociação está em evolução, porém, esta reunião seria para dar andamento ao relatório e rever a metodologia utilizada. A negociação salarial, por exemplo, seria uma matéria a ser tratada somente em 2012 e o prazo para discussão de revisão da carreira é até março do mesmo ano.

Houve contradições em meio às discussões, pois não se chegou a um resultado final nesse dia. A Diretora de Relações de Trabalho da SRH/MPOG, Marcela Tapajós, colocou que há necessidade de se fazer uma modernização em virtude da complexidade das atribuições da categoria. “Cabe analisar o conjunto, ver os pontos cruciais e observar onde efetivamente se pode avançar.”

Cavalcanti demonstrou sua preocupação de entrar 2012 com o debate sobre a questão salarial e a demanda do terceiro grau, que perdura desde 2007 e nada ainda foi resolvido. Ele evidenciou sua preocupação de que até março nem tudo possa ter sido resolvido e os itens mais importantes sejam deixados de lado.

Alice sugeriu, ainda, em construir um cronograma para que todos esses itens possam ser devidamente discutidos e negociados. Duvanier reforçou que o prazo para que todas as matérias sejam devidamente resolvidas e postas em relatório final, é março e que isso será respeitado.

Novo encontro em 2012 – Já ficou pré-agendada para a segunda quinzena de Janeiro/12, outra reunião, desta vez, somente com os técnicos do MPOG para encerrar o relatório e ajustar a metodologia dos demais procedimentos referentes à Mesa.

Galeria de Fotos

 

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Diretores da FenaPRF recebem o deputado federal Luiz Noé

Diretores da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) se reuniram nesta terça-feira(13), com o deputado federal Luiz Noé (PSB-RS), para debater temas de interesse dos PRFs. O congressista integra a Frente Parlamentar em defesa da categoria e, na oportunidade, reforçou o compromisso de lutar pelas reivindicações dos policiais junto ao governo federal.

Noé, recentemente, esteve com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com a finalidade de discutir mudanças na carreira de policial rodoviário federal, que melhorariam as condições de trabalho desses profissionais. Entre os assuntos estão o aumento salarial e de efetivo e o auxílio moradia e frontreiras para os que atuam divisas internacionais.

Para Pedro Cavalcanti, presidente do FenaPRF, a visita de Luiz Noé à sede da Federação mostrou a integração entre a Federação e a Frente Parlamentar. “O deputado veio para expor o que havia sido discutido com o ministro da Justiça. Isso mostra a preocupação dos parlamentares que atuam para defender os nossos interesses frente ao Congresso Nacional e ao governo”, considera.

Ainda estiveram presentes na reunião Deolindo Paulo Carniel, diretor de Finanças da FenaPRF; Marcelo Novaes de Andrade, diretor de Patrimônio; e Jailton da Silva Tristão, diretor Jurídico.

Cavalcanti aproveitou o momento para ressaltar a importância de o Governo Federal, ainda este ano, reconhecer o nível superior para a carreira de policial rodoviário federal.

Apesar de a legislação vigente exigir a escolaridade de nível superior para o ingresso na carreira, a Lei 9.654/1998 traz em seu texto que as atribuições desenvolvidas por estes policiais são próprias de cargo de nível intermediário.

O presidente da Federação lembrou que este ponto envolve o aspecto estruturador da carreira e o psicológico. “O que reivindicamos é o tratamento igualitário em relação às outras categorias”, completa Cavalcanti.

Projeto de Lei 1992/07 – Dentre os assuntos mais debatidos nos últimos dias no Congresso Nacional está o Projeto de Lei 1991/07, que cria o Regime de Previdência Complementar para os servidores da União.

A proposição tramita em regime de urgência e também ocupa a agenda de discussões da FenaPRF. De acordo com a proposta, todos os funcionários que ingressarem no serviço público federal serão obrigados a ter o valor da aposentadoria e pensão limitado ao máximo dos benefícios pagos pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) – R$ 3.689,66. O servidor que quiser receber quantia superior ao teto terá que aderir à Fundação da Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp).

“A proposta, desta forma, quebra a paridade e a integralidade dos proventos recebidos pelos policiais”, afirma Cavalcanti. “É preciso haver ajustes importantes quanto à aposentadoria especial dos policiais. Estamos acompanhando de perto as negociações para que os interesses da categoria sejam considerados”, afirma.

Deolindo Paulo Carniel, diretor de Finanças, lembrou também questões referentes ao PLC 554, que tramita na Câmara. A proposição institui, para a aposentadoria dos policiais, idade mínima de 55 anos para homem e 50 anos para mulher, além de exigir 30 anos de contribuição. “A exigência dessa idade mínima é injusta, se considerarmos que a expectativa de vida média do policial é de 57 anos, bem como as agentes deveriam contribuir durante 25 anos a exemplo das professoras”, completa.

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Frente Parlamentar em Defesa da PRF e FenaPRF se reúnem na Câmara

Depois de uma manhã de reuniões na sede da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), os diretores da organização se dirigiram a Câmara dos Deputados para se reunirem com representantes da Frente Parlamentar em Defesa da PRF(FPDPRF).

Estiveram presentes os deputados Luiz Noé (PSB-SP), presidente da FPDPRF Alice Portugal (PCdoB-BA), Chico Lopes (PCdoB-CE), além do diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) Paulo Queiroz.

A pauta do encontro foi a reunião que ocorrerá no final do dia junto ao Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), em que a FenaPRF irá apresentar as últimas propostas do ano buscando os interesses da categoria.

Durante encontro Alice Portugal aproveitou para enaltecer as conquistas obtidas durante ano atual. “A Federação conseguiu nos últimos meses ganhar uma maior visibilidade, tanto do Ministério da Justiça, quanto do MPOG, que se viu obrigado a negociar“, comemorou.

Para o presidente da FenaPRF, Pedro Cavalcanti, o momento é de fortalecer a luta. “O MPOG anda nos pressionando para que todas as decisões sejam tomadas de uma vez, porém estamos negociando com calma, queremos deixar a questão salarial para o próximo ano, quando será retomada a Mesa de Negociação. Os outros pontos, queríamos ter fechado até o final do corrente ano, porém tudo anda em um ritmo muito lento“, queixou-se para os representantes da Frente.

Uma das preocupações do diretor parlamentar Renato Dias é o fato de estarmos nos aproximando de um ano eleitoral. “todas as negociações devem se encerrar até o final de março, período em que se restringe aumentos salariais ou realizações de concursos, que são duas das nossas bandeiras defendidas” explica.

Alerta – Para Cavalcanti é muito ruim para a sociedade esse descaso do governo, que não demonstra em nenhum momento o interesse em tentar mostrar que esta no intuito de atender as reivindicações dos PRFs.  “Nesse período de grande movimentação nas estradas devido as férias, é ruim ver os PRFs desmotivados”, conclui.

A FenaPRF convoca os sindicatos e todos os filiados a manterem o estado de alerta, e quando solicitados aproveitem para mobilizar seus deputados (em suas respectivas bases) para agirem em prol da categoria, pois sozinhos somos fracos mas unidos somos cada vez mais fortes.

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