Novo encontro ocorre, mas sem resultado final

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Mais uma reunião para discutir a questão da reestruturação da carreira do Policial Rodoviário Federal ocorreu no último dia 13 de dezembro, no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Participaram da discussão os diretores da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), deputados da Frente Parlamentar em Defesa da PRF (FPDPRF), representantes de Sindicatos Regionais e integrantes das Comissões da FenaPRF.

A categoria voltou a falar no tocante às reivindicações que estão em pauta, como a exigência do nível superior para ingresso ao cargo, aumento salarial, progressão funcional – já que somente 50% do efetivo pode ter acesso à promoção –, gratificações, adicionais, peculiaridades das condições de trabalho do policial, etc.

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), presidenta da FPDPRF, foi enfática ao expor suas colocações em relação ao impasse. Deixou claro que é necessário fazer a reestruturação da carreira. Já Gonzaga Patriota (PCdoB-BA) apoiou o que Alice explanou e acrescentou que, com sua experiência, por ter sido Secretário Nacional de Trânsito, pôde acompanhar diversos problemas existentes no Brasil, inclusive, fazendo estudos de trânsito comparados a outros países. Assim, solicitaram ao Secretário de Recursos Humanos do MPOG, Duvanier Paiva Ferreira, que possa rever todas as reivindicações com cuidado para que a mesa seja montada de acordo com o proposto pela categoria.

O deputado Givaldo Carimbão (PSB-AL) relembrou que a frota de carros aumenta a cada dia, já que facilidade para compra de automóveis é maior. Para ele o pleito, é mais que justo e que é de suma importância uma posição efetiva do governo, pois a PRF é a única instituição federal que realiza a fiscalização do trânsito em todo o território nacional.

O presidente Cavalcanti também fez suas considerações, já que, além de rever o relatório, o acordado seria realizar debates. Duvanier colocou que o processo de negociação está em evolução, porém, esta reunião seria para dar andamento ao relatório e rever a metodologia utilizada. A negociação salarial, por exemplo, seria uma matéria a ser tratada somente em 2012 e o prazo para discussão de revisão da carreira é até março do mesmo ano.

Houve contradições em meio às discussões, pois não se chegou a um resultado final nesse dia. A Diretora de Relações de Trabalho da SRH/MPOG, Marcela Tapajós, colocou que há necessidade de se fazer uma modernização em virtude da complexidade das atribuições da categoria. “Cabe analisar o conjunto, ver os pontos cruciais e observar onde efetivamente se pode avançar.”

Cavalcanti demonstrou sua preocupação de entrar 2012 com o debate sobre a questão salarial e a demanda do terceiro grau, que perdura desde 2007 e nada ainda foi resolvido. Ele evidenciou sua preocupação de que até março nem tudo possa ter sido resolvido e os itens mais importantes sejam deixados de lado.

Alice sugeriu, ainda, em construir um cronograma para que todos esses itens possam ser devidamente discutidos e negociados. Duvanier reforçou que o prazo para que todas as matérias sejam devidamente resolvidas e postas em relatório final, é março e que isso será respeitado.

Novo encontro em 2012 – Já ficou pré-agendada para a segunda quinzena de Janeiro/12, outra reunião, desta vez, somente com os técnicos do MPOG para encerrar o relatório e ajustar a metodologia dos demais procedimentos referentes à Mesa.

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