Raul Jungmann é empossado como Ministro da Segurança Pública

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O responsável por tocar o Ministério da Segurança Pública tomou posse na manhã desta terça-feira. Raul Jungmann deixou o Ministério da Defesa para assumir a pasta criada de maneira emergencial. Estiveram presentes autoridades do Governo Federal, comandantes das Forças Armadas,dirigentes de entidades sindicais ligados à segurança pública e parlamentares.

Em seu discurso de posse, Jungmann fez questão de destacar o caráter social que as polícias brasileiras devem ter. “Existem aqueles que propõem em combater o crime por meio da barbárie, o estado, as forças policiais não podem se igualar à bandidagem. Temos que respeitar os direitos humanos, as leis e mandamentos do estado democrático de direito”, afirmou.

A pasta foi criada pelo presidente Michel Temer após o anúncio de Intervenção Federal no estado do Rio de Janeiro. Jungmann é um dos homens de confiança de Termer, tendo assumido o Ministério da Defesa em 2016.

Além de destacar o cumprimento à lei por parte das polícias, Raul Jungmann levantou um histórico do problema social brasileiro. De acordo com ele, os governantes e políticos devem trabalhar para tirar a carga negativa que a polícia traz dos tempos da escravidão e governos absolutistas. “A polícia que servia a esse país na oligarquia era uma polícia que tinha uma função de reprimir classes consideradas perigosas à época, negros, pobres e bandidos. O país se democratizou e precisamos de polícias que sejam para todos, que ofereça segurança para todos. Esse passado tem que ficar no passado. Para vencer esse atraso que nos prende é preciso uma união de partidos, sindicatos, governos e sociedade, temos que lutar juntos”, discursou.

O ministro fez uma declaração polêmica na oportunidade. Jungmann afirmou que ao assumir o compromisso de estar a frente do Ministério da Segurança Pública está abrindo mão de sua vida política. “Abro mão aqui de uns bens mais valiosos da minha vida, encerro a minha carreira política para me empenhar integralmente à segurança pública.”

Visão positiva
Para o vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Dovercino Borges Neto, a criação de um ministério específico para a Segurança Pública pode representar um fortalecimento das políticas públicas à área. “Há bastante tempo nós reivindicávamos a criação de um ministério que cuidasse da segurança pública. Nós entendemos que, da forma que o ministério da justiça é constituído, ele não dá conta e não dá a atenção devida aos órgãos que o compõem e, consequentemente, a uma segurança pública de forma macro ao país”, afirmou o dirigente sindical.

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