{"id":15581,"date":"2012-08-12T17:47:17","date_gmt":"2012-08-12T20:47:17","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=15581"},"modified":"2012-08-12T17:47:17","modified_gmt":"2012-08-12T20:47:17","slug":"governo-monta-agenda-da-competitividade-economistas-pedem-novo-patamar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/governo-monta-agenda-da-competitividade-economistas-pedem-novo-patamar\/","title":{"rendered":"Governo monta &#8216;agenda da competitividade&#8217;; economistas pedem novo patamar"},"content":{"rendered":"<p><em>Enquanto equipe econ\u00f4mica prepara novo pacote de medidas, analistas consideram que \u00e9 o momento de pensar em pol\u00edticas de longo prazo, com investimento em infraestrutura e educa\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<div style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/temas\/economia\/2012\/08\/governo-monta-201cagenda-da-competitividade201d-economistas-pedem-novo-patamar\/image_preview\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/temas\/economia\/2012\/08\/governo-monta-201cagenda-da-competitividade201d-economistas-pedem-novo-patamar\/image_preview\" alt=\"Governo monta 'agenda da competitividade'; economistas pedem novo patamar\" width=\"400\" height=\"250\" \/><\/a><p class=\"wp-caption-text\">Modelos de est\u00edmulo \u00e0 atividade econ\u00f4mica baseados em consumo podem ser insuficientes para fazer frente \u00e0 crise externa (\u00a9Folhapress\/ArquivoRBA)<\/p><\/div>\n<p>Impulsionar o crescimento do pa\u00eds \u00e9 uma obsess\u00e3o do governo brasileiro. Ap\u00f3s uma fase marcada pelas conquistas sociais e pelo aumento da distribui\u00e7\u00e3o de renda, al\u00e9m da aposta no fortalecimento do mercado interno que permitiu \u00e0 economia brasileira resistir bravamente aos efeitos da crise financeira internacional, \u00e9 consenso entre a presidenta Dilma Rousseff e seus ministros que o projeto do PT e de seus aliados para o Brasil precisa avan\u00e7ar no que se refere \u00e0 competitividade do pa\u00eds no cada vez mais dif\u00edcil cen\u00e1rio da economia globalizada.<\/p>\n<p>Antes de se reunir com uma comiss\u00e3o de grandes empres\u00e1rios brasileiros na ter\u00e7a-feira (7), Dilma antecipou algumas medidas daquilo que batizou como \u201cagenda da competitividade\u201d, que est\u00e1 sendo montada pelo governo e dever\u00e1 ser oficialmente anunciada na pr\u00f3xima semana. Entre as medidas previstas est\u00e1 a desonera\u00e7\u00e3o do custo da energia consumida pela ind\u00fastria nacional, que ser\u00e1 obtida por meio da extin\u00e7\u00e3o de tr\u00eas encargos nas tarifas: Reserva Global de Revers\u00e3o (RGR), Conta de Consumo de Combust\u00edveis (CCC) e Conta de Desenvolvimento Energ\u00e9tico (CDE). Segundo a presidenta, a expectativa \u00e9 conseguir uma redu\u00e7\u00e3o de at\u00e9 20% no pre\u00e7o da energia para a ind\u00fastria.<\/p>\n<p>O pacote a ser anunciado pelo governo tamb\u00e9m prev\u00ea a amplia\u00e7\u00e3o do leque de setores da ind\u00fastria beneficiados com a desonera\u00e7\u00e3o na folha de pagamento de pessoal. Desde o primeiro dia de agosto, esse benef\u00edcio passou a ser concedido aos setores naval, t\u00eaxtil, moveleiro, hoteleiro, metal-mec\u00e2nico, autope\u00e7as, \u00f4nibus, pl\u00e1sticos, materiais el\u00e9tricos, couro e cal\u00e7ado, confec\u00e7\u00f5es, tecnologia da informa\u00e7\u00e3o e bens de capital (m\u00e1quinas e equipamentos). S\u00e3o esperados ganhos efetivos em termos de redu\u00e7\u00e3o de custos, e o governo aposta na amplia\u00e7\u00e3o do benef\u00edcio a outros setores.<\/p>\n<p>O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou que o governo est\u00e1 prestes a anunciar novas medidas de est\u00edmulo aos investimentos p\u00fablicos e privados e ao crescimento econ\u00f4mico. Por sua vez, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, informou que o governo prepara uma medida provis\u00f3ria ampliando de 3% para 5% a margem de receita l\u00edquida que os Estados brasileiros poder\u00e3o utilizar em contratos de Parceria P\u00fablico-Privada (PPP).<\/p>\n<p>Segundo a ag\u00eancia <em>Reuters<\/em>, Mantega afirmou que o incentivo aos estados, assim como o pacote de medidas de est\u00edmulo ao investimento, tem o objetivo de levar o setor privado a retomar projetos para o crescimento da economia nacional: \u201cVamos investir e estamos agindo no sentido de estimular o setor privado a fazer o mesmo. Temos que animar esse setor privado, que est\u00e1 um pouco reticente\u201d, disse o ministro. Entre as novas medidas preparadas pela equipe econ\u00f4mica estariam tamb\u00e9m inclu\u00eddas uma redu\u00e7\u00e3o ainda maior da taxa de juros \u2013 atualmente em 8% ao ano \u2013 e uma taxa de c\u00e2mbio menos apreciada.<\/p>\n<p>Em outra frente, o Senado aprovou o projeto de lei da Medida Provis\u00f3ria 564, a segunda editada pelo governo com medidas relativas ao Plano Brasil Maior, de est\u00edmulo \u00e0 ind\u00fastria brasileira, lan\u00e7ado pela presidenta Dilma em abril. Entre outras coisas, a MP prev\u00ea a amplia\u00e7\u00e3o dos setores beneficiados por subven\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, a prorroga\u00e7\u00e3o at\u00e9 2018 dos incentivos fiscais \u00e0s superintend\u00eancias de desenvolvimento da Amaz\u00f4nia (Sudam) e do Nordeste (Sudene) e o fortalecimento do BNDES, principal ve\u00edculo de fomento aos programas de industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Economistas<\/strong><\/p>\n<p>Entre os economistas de fora do governo, prevalece a vis\u00e3o de que as dificuldades econ\u00f4micas enfrentadas pelo Brasil nos \u00faltimos meses s\u00e3o consequ\u00eancia da crise global, mas eles apontam a necessidade de o pa\u00eds partir para um novo patamar em termos de competitividade industrial e forma\u00e7\u00e3o educacional e t\u00e9cnica de sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o de Luiz Carlos Prado, que \u00e9 professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e ex-presidente do Centro Celso Furtado, v\u00e1rias raz\u00f5es se conjugaram para provocar o atual cen\u00e1rio econ\u00f4mico. \u201cH\u00e1 uma crise internacional que afeta as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras e nossa expectativa econ\u00f4mica. Esse componente externo da crise se combina com componentes internos que v\u00e3o desde a desacelera\u00e7\u00e3o da expans\u00e3o do consumo \u2013 que tem a ver com o pr\u00f3prio ciclo de endividamento das fam\u00edlias \u2013 at\u00e9 a quest\u00e3o dos investimentos do PAC, que n\u00e3o deslancharam. A combina\u00e7\u00e3o dos componentes internos e externos provocou essa desacelera\u00e7\u00e3o da economia\u201d, diz.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m para Pedro Rossi, do Centro de Estudos de Conjuntura e Pol\u00edtica Econ\u00f4mica (Cecon) da Unicamp, a intensidade da crise internacional foi determinante para o relativo fracasso das medidas at\u00e9 aqui tomadas pelo governo. \u201cA crise na Europa paralisou os mercados e adiou planos de investimento, uma vez que imp\u00f4s um cen\u00e1rio de forte incerteza. Frente a isso, a produ\u00e7\u00e3o foi prejudicada, a despeito dos incentivos. Nesse sentido, \u00e9 preciso considerar que os efeitos da crise internacional t\u00eam se sobreposto aos efeitos das medidas do governo. A despeito disso, a pol\u00edtica industrial tem grande import\u00e2ncia, assim como a pol\u00edtica de redu\u00e7\u00e3o dos juros e dos <em>spreads<\/em> banc\u00e1rios\u201d, diz.<\/p>\n<p>Prado segue na mesma linha, e afirma que as medidas de est\u00edmulo que v\u00eam sendo anunciadas pelo governo s\u00e3o bem-vindas, mas insuficientes: \u201c\u00c9 claro que se definem elementos que estimulam de uma certa maneira a economia, mas voltamos \u00e0 necessidade de se ter investimentos de maior peso. Na \u00e1rea de infraestrutura eles s\u00e3o ainda muito insuficientes. N\u00f3s temos de resolver as quest\u00f5es de curto prazo, que s\u00e3o resolvidas com as pol\u00edticas keynesianas conhecidas, mas h\u00e1 um problema estrutural de longo prazo para ser enfrentado que passa por mexer em vari\u00e1veis como investimento e forma\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de, obviamente, manter pol\u00edticas cambiais competitivas. O c\u00e2mbio n\u00e3o pode ficar excessivamente valorizado\u201d.<\/p>\n<p>A insufici\u00eancia das medidas tomadas pelo governo tamb\u00e9m \u00e9 citada por Rossi: \u201cO caminho adotado pelo governo est\u00e1 correto, contudo faltam pol\u00edticas mais agressivas de investimento p\u00fablico. Acredito que um plano de investimentos em infraestrutura com um horizonte de m\u00e9dio e longo prazo pode ser determinante para recupera\u00e7\u00e3o do dinamismo da economia brasileira\u201d, diz.<\/p>\n<p>Sob o ponto de vista estrutural, Prado alerta para a chamada \u201carmadilha dos pa\u00edses de renda m\u00e9dia\u201d que amea\u00e7a o Brasil: \u201cOs sal\u00e1rios subiram, o que \u00e9 bom, mas nossa produtividade ainda \u00e9 baixa para concorrer com os pa\u00edses de maior tecnologia, o que torna dif\u00edcil nossa posi\u00e7\u00e3o em termos de competi\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma quest\u00e3o estrutural, n\u00f3s estamos pagando em parte o pre\u00e7o pela insufici\u00eancia de investimentos em educa\u00e7\u00e3o, pelos problemas de infraestrutura que tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidos e por pol\u00edticas cambiais erradas no passado que se somaram e afetaram a ind\u00fastria brasileira\u201d.<\/p>\n<p>Em longo prazo, segundo o economista, a sa\u00edda econ\u00f4mica para o Brasil passa pelo aumento dos investimentos em educa\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o \u00e9 mais aceit\u00e1vel que tenhamos a situa\u00e7\u00e3o atual do Brasil em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da educa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e secund\u00e1ria e \u00e0 s\u00e9rie de problemas associados \u00e0s universidades que, ali\u00e1s, continuam em greve. Esse conjunto de fatores afeta estruturalmente o pa\u00eds\u201d, diz.<\/p>\n<p><strong>Modelo esgotado?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo os economistas, o modelo de crescimento baseado no est\u00edmulo ao cr\u00e9dito e ao consumo e no fortalecimento do mercado interno \u2013 que vem sendo adotado com sucesso pelo governo desde o in\u00edcio da crise global \u2013 d\u00e1 alguns sinais de esgotamento, mas n\u00e3o deve ser deixado de lado. \u201cHistoricamente, o dinamismo econ\u00f4mico brasileiro sempre se sustentou no mercado interno. Com a crise internacional, a aposta no mercado interno deve ser dobrada.<\/p>\n<p>Apostar em um crescimento puxado pelas exporta\u00e7\u00f5es no atual contexto seria um tiro no p\u00e9. O projeto de desenvolvimento brasileiro deve se sustentar na amplia\u00e7\u00e3o do tecido industrial, na infraestrutura e na distribui\u00e7\u00e3o da renda. \u00c9 verdade que h\u00e1 um esgotamento do ciclo de consumo para alguns setores produtivos, como alguns bens dur\u00e1veis, mas h\u00e1 diversos setores com potencial de crescimento\u201d, avalia Pedro Rossi.<\/p>\n<p>Professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e ex-secret\u00e1rio executivo do Minist\u00e9rio da Fazenda no governo de Fernando Henrique Cardoso, o economista Cl\u00e1udio Monteiro Considera avalia que a pol\u00edtica adotada pelo governo nos \u00faltimos anos provocou um forte endividamento em parte da popula\u00e7\u00e3o, o que agora estaria dificultando o est\u00edmulo \u00e0 economia.<\/p>\n<p>\u201cA classe m\u00e9dia brasileira est\u00e1 muito endividada. Quando voc\u00ea tem um alto grau de endividamento, isso faz com que as pessoas \u2013 nesse momento em que a crise come\u00e7a a existir no Brasil, que a taxa de crescimento do PIB brasileiro \u00e9 menor e que h\u00e1 risco de crescimento do desemprego \u2013 fiquem temerosas de aumentar seu consumo e seu endividamento. Isso acarreta que o pacote n\u00e3o d\u00e1 resultado porque aparentemente ele j\u00e1 deu resultado no passado. Esse tipo de estimulo est\u00e1 um pouco esgotado\u201d.<\/p>\n<p>O economista tamb\u00e9m critica os gastos efetuados pelo governo, que, na vis\u00e3o, dele, gasta em excesso por conta do aumento do emprego e dos sal\u00e1rios do setor p\u00fablico, al\u00e9m dos programas sociais. &#8220;Gasta demais em consumo e n\u00e3o no que deveria, como a reformula\u00e7\u00e3o de nossa infraestrutura vi\u00e1ria e ferrovi\u00e1ria, de forma a aumentar a capacidade de escoamento da produ\u00e7\u00e3o, que \u00e9 muito cara para o produtor brasileiro e funciona como um desest\u00edmulo. O custo brasileiro \u00e9 muito elevado, os impostos muito altos e, ao inv\u00e9s de fazer uma redu\u00e7\u00e3o de impostos mais forte, o governo continua arrecadando muito para saldar seus compromissos de gastos que n\u00e3o levam a uma melhoria do investimento\u201d.<\/p>\n<p>Para Luiz Carlos Prado, a aposta interna \u00e9 recomend\u00e1vel na medida em que a crise na Europa e nos EUA n\u00e3o tem perspectiva de recuo em curto prazo. \u201cNessa conjuntura, o mercado interno \u00e9 obviamente a aposta mais razo\u00e1vel para o Brasil. Agora, o mercado interno pode ser visto pelo lado da demanda ou pelo lado da oferta. Ou seja, a quest\u00e3o que se coloca agora n\u00e3o \u00e9 mais pelo lado do consumo, \u00e9 pelo investimento. N\u00e3o quer dizer que n\u00e3o se possa ampliar ainda o consumo das fam\u00edlias, com o aumento da renda isso ocorre. Mas, a nossa fronteira de expans\u00e3o \u00f3bvia \u00e9 pelo aumento de investimentos. E o setor onde esse investimento pode crescer \u00e9 principalmente na \u00e1rea de infraestrutura\u201d, diz.<\/p>\n<p>Nesse sentido, acrescenta Prado, \u201cuma parte dos problemas \u00e9 tamb\u00e9m solu\u00e7\u00e3o\u201d no caso brasileiro: \u201cNossas defici\u00eancias de infraestrutura, por exemplo, caso sejam enfrentadas, contribuir\u00e3o para o aumento dos investimentos e para a retomada do crescimento econ\u00f4mico. \u00c9 preciso enfrentar concretamente o problema das estradas e ferrovias, a constru\u00e7\u00e3o de transporte p\u00fablico nas grades cidades e assim por diante\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/temas\/economia\/2012\/08\/governo-monta-201cagenda-da-competitividade201d-economistas-pedem-novo-patamar\" target=\"_blank\">Rede Brasil Atual<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto equipe econ\u00f4mica prepara novo pacote de medidas, analistas consideram que \u00e9 o momento de pensar em pol\u00edticas de longo<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":8870,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15581"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15581"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15581\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}