{"id":16662,"date":"2012-09-14T23:09:19","date_gmt":"2012-09-15T02:09:19","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=16662"},"modified":"2012-09-14T23:09:19","modified_gmt":"2012-09-15T02:09:19","slug":"mae-prioriza-saude-de-filho-pequeno-a-carinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/mae-prioriza-saude-de-filho-pequeno-a-carinho\/","title":{"rendered":"M\u00e3e prioriza sa\u00fade de filho pequeno a carinho"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_16663\" style=\"width: 280px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/mae_crianca_colo.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-16663\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-16663\" title=\"mae_crianca_colo\" src=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/09\/mae_crianca_colo-300x170.jpg\" alt=\"\" width=\"270\" height=\"153\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-16663\" class=\"wp-caption-text\">Para mais de 50%, principal contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 levar crian\u00e7a ao pediatra | Foto: Wesley Santos\/AE<\/p><\/div>\n<p>Para as m\u00e3es de crian\u00e7as menores de 3 anos, cuidar da sa\u00fade do filho \u00e9 muito mais importante que dar carinho, brincar ou conversar com ele. Esse \u00e9 o resultado de uma pesquisa realizada pelo Ibope que ouviu mais de duas mil pessoas em 18 capitais brasileiras. Quando perguntadas sobre o que \u00e9 importante para o desenvolvimento da crian\u00e7a de 0 a 3 anos, 51% delas responderam que a principal contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 levar ao pediatra regularmente e dar as vacinas. O porcentual de quem acredita na import\u00e2ncia de brincar, passear e conversar cai para 19% e fica menor ainda se forem considerados os que defendem a necessidade da socializa\u00e7\u00e3o com outras crian\u00e7as: 8%.<\/p>\n<p>\u201cIsso mostra como a quest\u00e3o da sa\u00fade est\u00e1 bem resolvida &#8211; e \u00e9 muito bom que esteja -, mas ainda precisamos avan\u00e7ar muito em rela\u00e7\u00e3o aos fatores emocionais e comportamentais. Os pais ainda desconhecem a import\u00e2ncia de estabelecer os v\u00ednculos afetivos e, consequentemente, os danos que podem haver quando se ignora o potencial de aprendizagem da primeira inf\u00e2ncia\u201d, disse a neuropediatra e consultor da Funda\u00e7\u00e3o Maria Cec\u00edlia Souto Vidigal (FMCSV), Saul Cypel.<\/p>\n<p>A funda\u00e7\u00e3o apresentou a pesquisa em um simp\u00f3sio internacional sobre a primeira inf\u00e2ncia que promoveu em S\u00e3o Paulo. Os n\u00fameros mostram o desconhecimento dos pais: grande parte dos entrevistados acha que sentar, falar e andar s\u00e3o sinais mais claros do desenvolvimento infantil do que a crian\u00e7a ser capaz de interagir ou estranhar pessoas distantes; mais de 50% dos entrevistados acreditam que o beb\u00ea s\u00f3 tem capacidade de aprender a partir dos 6 meses.<\/p>\n<p>J\u00e1 a figura paterna deixa a desejar na cria\u00e7\u00e3o dos filhos pequenos. Na parte qualitativa da pesquisa, com m\u00e3es e gestantes, o papel do pai \u00e9 muito valorizado, tanto na gesta\u00e7\u00e3o (94%) como na cria\u00e7\u00e3o dos filhos (92%). Por\u00e9m, na pr\u00e1tica, \u00e9 muito diferente. Apenas 41% dessas mulheres afirmaram que os pais participam ou participaram ativamente da gesta\u00e7\u00e3o e 51% das gr\u00e1vidas v\u00e3o sozinhas \u00e0s consultas. Somente 47% dos pais atuam efetivamente na cria\u00e7\u00e3o dos filhos, nos cuidados, nas consultas ao pediatra e nas vacinas. Al\u00e9m disso, o tradicional papel de impor limites n\u00e3o \u00e9 cumprido. Menos da metade (43%) assume essa responsabilidade.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.folhape.com.br\/cms\/opencms\/folhape\/pt\/edicaoimpressa\/arquivos\/2012\/09\/14_09_2012\/0106.html\" target=\"_blank\">Folha PE<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para as m\u00e3es de crian\u00e7as menores de 3 anos, cuidar da sa\u00fade do filho \u00e9 muito mais importante que dar<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":16663,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16662"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16662"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16662\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16662"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16662"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16662"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}