{"id":16837,"date":"2012-09-20T22:10:19","date_gmt":"2012-09-21T01:10:19","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=16837"},"modified":"2012-09-20T22:10:19","modified_gmt":"2012-09-21T01:10:19","slug":"gastos-com-transporte-urbano-comprometem-15-da-renda-familiar-nas-regioes-metropolitanas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/gastos-com-transporte-urbano-comprometem-15-da-renda-familiar-nas-regioes-metropolitanas\/","title":{"rendered":"Gastos com transporte urbano comprometem 15% da renda familiar nas regi\u00f5es metropolitanas"},"content":{"rendered":"<p>Moradores das nove maiores regi\u00f5es metropolitanas brasileiras comprometem cerca de 15% da renda com transporte urbano. O gasto \u00e9, em m\u00e9dia, cinco vezes maior em transporte privado do que em transporte p\u00fablico. A conclus\u00e3o est\u00e1 no estudo divulgado hoje (20) pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea).<\/p>\n<p>O documento tra\u00e7ou o perfil do gasto de fam\u00edlias residentes em S\u00e3o Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, no Recife, em Fortaleza, Salvador e em Bel\u00e9m. Os dados utilizados no estudo t\u00eam como base as duas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es da Pesquisa de Or\u00e7amento Familiar (POF), de 2003 e de 2009, e refletem o custo com deslocamentos di\u00e1rios urbanos ou metropolitanos.<\/p>\n<p>De acordo com o t\u00e9cnico de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Carlos Henrique de Carvalho, o gasto com transporte privado em cidades do interior do pa\u00eds chega a ser nove vezes maior, indicando grande depend\u00eancia do transporte p\u00fablico entre fam\u00edlias de menor renda.<\/p>\n<p>Ele lembrou que, a partir de 2003, o pa\u00eds registrou melhorias em praticamente todas as faixas de renda. \u201cMas grande parte desse aumento de renda \u00e9 canalizada para o transporte privado, principalmente para a compra de autom\u00f3veis e motocicletas, o que aumenta a degrada\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsito nos deslocamento cotidianos\u201d, disse.<\/p>\n<p>Para Carvalho, o governo brasileiro precisa adotar pol\u00edticas de mobilidade urbana baseadas no modelo europeu, que n\u00e3o cria restri\u00e7\u00f5es para a compra de ve\u00edculos, mas estimula o uso racional de autom\u00f3veis e motocicletas. A ideia \u00e9 ampliar, por exemplo, as tarifas de cobran\u00e7a em estacionamentos e ped\u00e1gios urbanos e melhorar a qualidade do transporte p\u00fablico. \u201cAssim, a pessoa pode deixar o carro na garagem ou em uma esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4 mais pr\u00f3xima\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O t\u00e9cnico ressaltou que a atual pol\u00edtica brasileira est\u00e1 voltada para o est\u00edmulo \u00e0 compra e ao uso o transporte individual por meio de medidas como o barateamento da gasolina e do pre\u00e7o dos ve\u00edculos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o. \u201cAo mesmo tempo, as tarifas de \u00f4nibus aumentaram acima da infla\u00e7\u00e3o. Por isso, as condi\u00e7\u00f5es de mobilidade v\u00e3o piorando, porque as pessoas tendem a usar cada vez mais o transporte individual\u201d, concluiu.<\/p>\n<p align=\"justify\">Fonte: <a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/noticia\/2012-09-20\/gastos-com-transporte-urbano-comprometem-15-da-renda-familiar-nas-regioes-metropolitanas\" target=\"_blank\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Moradores das nove maiores regi\u00f5es metropolitanas brasileiras comprometem cerca de 15% da renda com transporte urbano. O gasto \u00e9, em<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":16658,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16837"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16837"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16837\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}