{"id":20922,"date":"2013-01-16T16:00:19","date_gmt":"2013-01-16T18:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=20922"},"modified":"2013-01-16T16:00:19","modified_gmt":"2013-01-16T18:00:19","slug":"idosos-levam-40-mais-tempo-para-frear-carro-que-jovens-adultos-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/idosos-levam-40-mais-tempo-para-frear-carro-que-jovens-adultos-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"Idosos levam 40% mais tempo para frear carro que jovens adultos, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) aponta que o tempo de rea\u00e7\u00e3o dos motoristas idosos para frear um ve\u00edculo \u00e9 39,6% maior em compara\u00e7\u00e3o ao de adultos jovens.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia do tempo de rea\u00e7\u00e3o a partir do momento que uma placa &#8220;Pare&#8221; \u00e9 avistada at\u00e9 a frenagem foi 1,34 segundo para os idosos, enquanto que para o grupo de adultos jovens, o tempo foi 0,96 segundo. O estudo, divulgado hoje (15), foi feito com o uso de um simulador e teve a participa\u00e7\u00e3o de 30 idosos e 15 adultos jovens.<\/p>\n<p>Apesar do tempo de rea\u00e7\u00e3o maior, 97% dos idosos participantes do estudo n\u00e3o se envolveram em acidentes nos \u00faltimos cinco anos, nem foram multados no \u00faltimo ano. O estudo detectou que os idosos evitam colis\u00f5es diminuindo drasticamente a velocidade. \u201cIntuitivamente ou n\u00e3o, eles diminuem a velocidade e a\u00ed eles t\u00eam um tempo maior para parar\u201d, diz a pesquisadora do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Cl\u00ednicas, Ang\u00e9lica Castilho Alonso.<\/p>\n<p>A pesquisadora ressalta que com o aumento do n\u00famero de idosos no pa\u00eds \u2013 em 2020, o Brasil ter\u00e1 a quinta maior popula\u00e7\u00e3o idosa do mundo \u2013 as cidades ter\u00e3o de se adaptar ao modo, mais lento, deles ao volante. \u201cA adapta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 proibir os idosos de dirigir. Teremos que pensar quais ser\u00e3o as modifica\u00e7\u00f5es na cidade para que o idoso possa fluir sem atrapalhar o tr\u00e2nsito e sem correr riscos,\u201d diz a pesquisadora, sugerindo algum tipo de identifica\u00e7\u00e3o nos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>A idade dos avaliados foi 74,3 anos para homens e 69,4 para mulheres. Eles dirigem em m\u00e9dia h\u00e1 48,5 anos, e elas h\u00e1 40,6 anos. Os carros das mulheres t\u00eam em torno de 5,7 anos de uso, e o dos homens, 10,7 anos. Todos os avaliados dirigem os pr\u00f3prios ve\u00edculos em dias de chuva, vias congestionadas e no hor\u00e1rio do rush. A maior parte dos motoristas pesquisados \u2013 73% mulheres e 87% homens \u2013 dirige \u00e0 noite.<\/p>\n<p>\u201cAntes, n\u00f3s pens\u00e1vamos em um idoso motorista como aquele que dirige no entorno da sua resid\u00eancia, que leva os netos na escola. Mas esse perfil mudou 100%. Os nossos entrevistados afirmam que dirigem em hor\u00e1rio de pico, na chuva, \u00e0 noite, pegam estradas, sobem rampas, fazem convers\u00f5es e baliza\u201d.<\/p>\n<p>Todos os entrevistados afirmaram ser cuidadosos no tr\u00e2nsito. Entre as mulheres, 27% j\u00e1 pensaram em parar de dirigir, e entre os homens, apenas 13%. \u201cRecomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, pedido familiar, facilidade de usar outro meio de transporte ou a autopercep\u00e7\u00e3o de incapacidade s\u00e3o os motivos que levariam o grupo pesquisado a parar de dirigir\u201d, ressalta a pesquisadora.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/noticia\/2013-01-15\/idosos-levam-40-mais-tempo-para-frear-carro-que-jovens-adultos-diz-pesquisa\" target=\"_blank\">Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) aponta que o tempo de<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":7531,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20922"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20922"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20922\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}