{"id":27620,"date":"2013-10-31T11:46:42","date_gmt":"2013-10-31T13:46:42","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=27620"},"modified":"2013-10-31T11:46:42","modified_gmt":"2013-10-31T13:46:42","slug":"cientistas-desenvolvem-exame-para-7-tipos-de-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/cientistas-desenvolvem-exame-para-7-tipos-de-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Cientistas desenvolvem exame para 7 tipos de c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"<p>Cientistas brit\u00e2nicos afirmam que um novo exame que identifica sete tipos de c\u00e2ncer de mama poder\u00e1 estar dispon\u00edvel dentro de dois anos.<\/p>\n<p>Atualmente, em exames para detectar c\u00e2ncer de mama, apenas dois marcadores biol\u00f3gicos s\u00e3o procurados.<\/p>\n<p>Mas, em 2012, pesquisadores revelaram que o c\u00e2ncer de mama pode ser de dez tipos diferentes, dependendo da gen\u00e9tica da paciente.<\/p>\n<p>Esses tipos s\u00f3 podem ser identificados a partir de um exame gen\u00e9tico detalhado, que custa caro e n\u00e3o \u00e9 pr\u00e1tico para a maioria das pacientes.<\/p>\n<p>Agora, a equipe da Universidade de Nottingham desenvolveu um m\u00e9todo que avalia dez prote\u00ednas importantes que identificam sete tipos diferentes da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Em artigo na revista especializada British Journal of Cancer, os pesquisadores afirmaram que a descoberta vai ajudar os m\u00e9dicos a personalizar os tratamentos e aumentar as taxas de sobreviv\u00eancia das pacientes, que variam de acordo com o tipo de c\u00e2ncer.<\/p>\n<p>Andy Green, que liderou a pesquisa na Universidade de Nottingham, afirmou que, com o aumento nas op\u00e7\u00f5es de tratamento para c\u00e2ncer de mama, a decis\u00e3o quanto \u00e0 escolha do tratamento mais adequado est\u00e1 ficando cada vez mais complexa.<\/p>\n<p>&#8220;Melhorias no tratamento e no resultado para pacientes com c\u00e2ncer de mama v\u00e3o envolver a melhoria nas metas de terapias apropriadas para os pacientes. (Mas) deve ser igualmente importante a melhora em estrat\u00e9gias paralelas para evitar tratamentos desnecess\u00e1rios ou impr\u00f3prios e os efeitos colaterais&#8221;, disse.<\/p>\n<p>&#8216;Assinatura&#8217;<\/p>\n<p>No estudo, os cientistas procuraram pela &#8220;assinatura&#8221; de cada tipo de c\u00e2ncer em 1.073 amostras de tumores, recolhidas em um banco de tecidos.<\/p>\n<p>Eles descobriram que 93% dessas amostras se encaixavam bem em um dos sete tipos, enquanto as 7% restantes foram mais dif\u00edceis de se encaixar em uma categoria.<\/p>\n<p>Outros exames das amostras revelaram que os sete tipos s\u00e3o definidos por combina\u00e7\u00f5es e n\u00edveis diferentes de dez prote\u00ednas encontradas em c\u00e9lulas do c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n<p>Elas incluem duas prote\u00ednas que j\u00e1 s\u00e3o identificadas rotineiramente em c\u00e9lulas de c\u00e2ncer de mama &#8211; o receptor de estrog\u00eanio (ER) e HER2, al\u00e9m de outras que n\u00e3o s\u00e3o testadas atualmente, como a p53, HER3, HER4a e a citoqueratina.<\/p>\n<p>Apesar do otimismo dos pesquisadores, Emma Smith, do departamento de informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da ONG brit\u00e2nica Cancer Research UK, afirma que s\u00e3o necess\u00e1rias mais pesquisas nessa \u00e1rea.<\/p>\n<p>&#8220;A pesquisa e as novas tecnologias est\u00e3o come\u00e7ando a nos dar uma ideia do que est\u00e1 por vir nesta \u00e1rea. Mas n\u00e3o est\u00e1 claro se esta s\u00e9rie de marcadores dar\u00e1 aos m\u00e9dicos mais informa\u00e7\u00f5es \u00fateis do que os exames que j\u00e1 s\u00e3o feitos&#8221;, disse.<\/p>\n<p>&#8220;Vamos precisar de resultados de outros estudos ou testes cl\u00ednicos para afirmar com certeza se essa abordagem pode ser boa para identificar tratamentos diferentes e melhorar a sobreviv\u00eancia para as mulheres com a doen\u00e7a.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: BBC<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas brit\u00e2nicos afirmam que um novo exame que identifica sete tipos de c\u00e2ncer de mama poder\u00e1 estar dispon\u00edvel dentro de<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":27621,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27620"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27620"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27620\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27620"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27620"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27620"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}