{"id":29069,"date":"2013-12-05T19:20:59","date_gmt":"2013-12-05T21:20:59","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=29069"},"modified":"2013-12-05T19:20:59","modified_gmt":"2013-12-05T21:20:59","slug":"mais-de-um-terco-de-brasileiros-em-cidades-com-mais-de-15-mil-habitantes-sofreu-crime-ou-ofensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/mais-de-um-terco-de-brasileiros-em-cidades-com-mais-de-15-mil-habitantes-sofreu-crime-ou-ofensa\/","title":{"rendered":"Mais de um ter\u00e7o de brasileiros em cidades com mais de 15 mil habitantes sofreu crime ou ofensa"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas em cada dez brasileiros que vivem em cidades com mais de 15 mil habitantes dizem ter sofrido ao longo da vida algum dos 12 tipos de crimes ou ofensas contemplados na Pesquisa Nacional de Vitimiza\u00e7\u00e3o, divulgada hoje (5) pelo Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a. Al\u00e9m disso, dois em cada dez foram v\u00edtimas desses casos pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores ao levantamento. Agress\u00f5es e amea\u00e7as s\u00e3o os mais comuns, com 14,3% dos entrevistados tendo sofrido situa\u00e7\u00f5es do tipo nesse per\u00edodo. Em seguida, aparecem relatos de discrimina\u00e7\u00e3o (10,7%), furtos de objetos (9,8%) e fraudes (9,2%).<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses itens, tamb\u00e9m comp\u00f5em o levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, em parceria com o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), acidentes de tr\u00e2nsito (4,2%), roubo de objeto (3,6%), furto de carro (1,0%), ofensa sexual (0,8%), furto de moto (0,4%), roubo de carro (0,4%), roubo de moto (0,2%) e sequestro rel\u00e2mpago (0,1%). Ao todo, foram entrevistadas 78 mil pessoas, em 346 munic\u00edpios, no per\u00edodo de junho de 2010 a maio de 2011 e de junho de 2012 a outubro de 2012.<\/p>\n<p>A pesquisa destaca que a maior parte das ocorr\u00eancias relatadas se d\u00e1 dentro da casa da v\u00edtima (38,3%) ou em locais pr\u00f3ximos, como a rua onde mora (33,3%), seu bairro (14,9%) ou na garagem de sua resid\u00eancia (11,1%). Em geral, os casos mais comuns no ambiente dom\u00e9stico s\u00e3o furto de objetos (53,9%), agress\u00f5es (34,2%) e ofensas sexuais (21,7%). Furto e roubo de autom\u00f3veis s\u00e3o mais frequentes na rua onde vivem (40,7% e 31,5%, respectivamente). O local de trabalho est\u00e1 mais associado \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o (20,5%), \u00e0 agress\u00e3o (15,3%) e ao furto de objeto (12,6%). Na maioria dos casos relatados, considerando todos os crimes e ofensas, n\u00e3o h\u00e1 uso de nenhum tipo de arma (72,5%) nem ferimentos (81,6%).<\/p>\n<p>O levantamento traz um recorte espec\u00edfico para os casos de agress\u00e3o, ofensa sexual e discrimina\u00e7\u00e3o e revela que, na maioria das vezes, o autor da ofensa era conhecido da v\u00edtima, mesmo que de vista. O tipo de ofensa em que isso menos ocorre \u00e9 na sexual, onde pouco menos da metade dos agressores (49,3%) \u00e9 um desconhecido. Entre os que sofreram discrimina\u00e7\u00e3o, destacam-se como agressores pessoas que a v\u00edtima conhece de vista (17%), mas tamb\u00e9m amigos com quem convive no dia a dia (11,1%). Nos casos de agress\u00e3o e amea\u00e7a, os acusados, al\u00e9m de serem conhecidos de vista pela v\u00edtima (11,9%), tamb\u00e9m s\u00e3o, em boa parte, seus vizinhos (10,7%).<\/p>\n<p>A an\u00e1lise regional aponta que o Norte (30,5%) tem a mais elevada taxa de vitimiza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, considerando os 12 meses anteriores \u00e0 pesquisa. Amap\u00e1 (46%) e Par\u00e1 (35,5%) s\u00e3o os estados com os \u00edndices mais altos. Por outro lado, o Sul tem o mais baixo (17,2%), sendo Santa Catarina (17%), o Rio Grande do Sul (17,2%) e o Paran\u00e1 (17,4%) os estados com menores taxas de vitimiza\u00e7\u00e3o nos 12 meses anteriores ao levantamento.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia C\u00e2mara<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas em cada dez brasileiros que vivem em cidades com mais de 15 mil habitantes dizem ter sofrido ao longo<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":29070,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29069"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29069"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29069\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29069"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29069"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29069"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}