{"id":29468,"date":"2013-12-18T19:00:53","date_gmt":"2013-12-18T21:00:53","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=29468"},"modified":"2013-12-18T19:00:53","modified_gmt":"2013-12-18T21:00:53","slug":"participacao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-chega-pela-primeira-vez-a-50-na-america-latina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/participacao-de-mulheres-no-mercado-de-trabalho-chega-pela-primeira-vez-a-50-na-america-latina\/","title":{"rendered":"Participa\u00e7\u00e3o de mulheres no mercado de trabalho chega pela primeira vez a 50% na Am\u00e9rica Latina"},"content":{"rendered":"<p>Os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe registraram em 2013, pela primeira vez, taxa m\u00e9dia de 50% de participa\u00e7\u00e3o feminina no mercado de trabalho. Ainda assim, as mulheres continuam sendo o grupo mais afetado pelo desemprego e pela informalidade. Os dados s\u00e3o do Panorama Laboral da Am\u00e9rica Latina e do Caribe 2013, relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT) divulgado hoje (17).<\/p>\n<p>\u201cUma an\u00e1lise sobre a evolu\u00e7\u00e3o da taxa de participa\u00e7\u00e3o por sexo no mercado de trabalho demonstra que se mant\u00e9m a tend\u00eancia positiva sobre a redu\u00e7\u00e3o da brecha de g\u00eanero\u201d, aponta trecho do documento.<\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, a taxa m\u00e9dia de participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado est\u00e1 relacionada ao comportamento da demanda por m\u00e3o de obra. Essa taxa \u00e9 um indicador que expressa a propor\u00e7\u00e3o de pessoas de cada g\u00eanero incorporadas ao mercado de trabalho como ocupadas. No caso dos homens, a participa\u00e7\u00e3o total na regi\u00e3o chegou a 71,1% em 2013.<\/p>\n<p>No Brasil, foi registrada uma taxa de participa\u00e7\u00e3o de mulheres um pouco inferior \u00e0 m\u00e9dia regional \u2013 49,3%, apesar de ter sido superior ao resultado alcan\u00e7ado em 2012, de 49%. Entre os pa\u00edses, os que tiveram participa\u00e7\u00e3o feminina mais baixa no mercado de trabalho em 2013 foram a Rep\u00fablica Dominicana (37,9%), o Equador (44,2%) e Honduras (44,7%). As mais altas, por outro lado, foram no Peru (64,7%), no Panam\u00e1 (61,1%) e na Col\u00f4mbia (60%).<\/p>\n<p>Apesar da melhora em termos de participa\u00e7\u00e3o, o estudo indica que o desemprego de mulheres \u00e9 35% maior do que o dos homens. Dos cerca de 14,8 milh\u00f5es de pessoas sem trabalho na regi\u00e3o, 7,7 milh\u00f5es s\u00e3o do sexo feminino (52%). As taxas de desemprego feminino chegaram a 20,2% na Jamaica e 13% na Col\u00f4mbia.<\/p>\n<p>Quando se cruzam dados sobre mulheres e jovens, contata-se que jovens do sexo feminino s\u00e3o 70% dos desempregados na faixa et\u00e1ria dos 15 aos 24 anos de idade. As estimativas da OIT s\u00e3o a de que haja cerca de 6,6 milh\u00f5es de jovens sem emprego em \u00e1reas urbanas da regi\u00e3o \u2013 dos quais aproximadamente 4,6 milh\u00f5es seriam do sexo feminino.<\/p>\n<p>Entre 2012 e 2013, o desemprego de trabalhadores do sexo feminino na Am\u00e9rica Latina e no Caribe teve redu\u00e7\u00e3o de tr\u00eas pontos percentuais \u2013 de 7,9% para 7,6%. A taxa de desemprego entre os homens, em contraponto, teve redu\u00e7\u00e3o menor, passando de 5,7% para 5,6%. Para a OIT, isso demonstra que houve a intensifica\u00e7\u00e3o da demanda pelo trabalho feminino no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe registraram em 2013, pela primeira vez, taxa m\u00e9dia de 50% de participa\u00e7\u00e3o<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":29472,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29468"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29468"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29468\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29468"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29468"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29468"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}