{"id":29558,"date":"2013-12-20T18:00:45","date_gmt":"2013-12-20T20:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=29558"},"modified":"2013-12-20T18:00:45","modified_gmt":"2013-12-20T20:00:45","slug":"mulheres-estao-tendo-filhos-mais-tarde-e-gravidez-na-adolescencia-diminui-mostra-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/mulheres-estao-tendo-filhos-mais-tarde-e-gravidez-na-adolescencia-diminui-mostra-ibge\/","title":{"rendered":"Mulheres est\u00e3o tendo filhos mais tarde e gravidez na adolesc\u00eancia diminui, mostra IBGE"},"content":{"rendered":"<p>As brasileiras est\u00e3o se tornando m\u00e3es mais tarde e o fen\u00f4meno da gravidez na adolesc\u00eancia est\u00e1<br \/>\ndiminuindo no pa\u00eds. Os dados fazem parte do Levantamento Estat\u00edsticas do Registro Civil, divulgado<br \/>\nhoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Para o soci\u00f3logo Claudio<br \/>\nCrespo, coordenador de Popula\u00e7\u00e3o e Indicadores Sociais do instituto, o comportamento est\u00e1 ligado \u00e0<br \/>\ninser\u00e7\u00e3o da mulher no mercado de trabalho e ao maior acesso ao estudo nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma mudan\u00e7a que mostra um n\u00famero crescente de nascimentos para m\u00e3es de 25 a 29 anos. Isso aponta<br \/>\nque a natalidade est\u00e1 tendo um deslocamento para essas idades mais avan\u00e7adas, apesar dela ainda ser<br \/>\njovem, se comparado com outros pa\u00edses, como It\u00e1lia ou Portugal\u201d, destacou Crespo.<\/p>\n<p>De acordo com o IBGE, o grupo de m\u00e3es em idade mais avan\u00e7ada tamb\u00e9m aumenta no pa\u00eds. As mulheres que<br \/>\nse tornaram m\u00e3es entre 30 e 34 somavam 14,4% em 2002. Dez anos depois, em 2012, o grupo representava<br \/>\n19%. Em um recorte regional, os dados revelam que a gravidez tardia \u00e9 ainda mais frequente no Sudeste<br \/>\n(21,4%) e no Sul do pa\u00eds (20,7%).<\/p>\n<p>Na outra ponta, o IBGE detectou que diminui o n\u00famero de adolescentes gr\u00e1vidas entre 15 e 19 anos.<br \/>\n\u201cIsso vem se reduzindo em todo o pa\u00eds, mas tem ocorrido de modo mais acelerado no Sul e no Sudeste.<br \/>\nNo Norte ainda h\u00e1 propor\u00e7\u00f5es relevantes [de gesta\u00e7\u00e3o] nesse grupo et\u00e1rio, em torno de 20%\u201d, destacou<br \/>\no soci\u00f3logo.<\/p>\n<p>O levantamento do instituto mostra que a gravidez entre os 15 e 19 anos caiu no Brasil de 20,4% do<br \/>\ntotal, em 2002, para 17,7% em 2012. Atualmente, a Regi\u00e3o Sudeste det\u00e9m o menor \u00edndice (15,2%) e a<br \/>\nRegi\u00e3o Norte (23,2%), o maior percentual de gravidez nessa faixa et\u00e1ria.<\/p>\n<p>Segundo Crespo, entre os fatores que influenciaram a mudan\u00e7a de comportamento da mulher brasileira no<br \/>\nque diz respeito \u00e0 idade em que engravidam est\u00e1 o maior grau de escolaridade da mulher, maiores<br \/>\noportunidades de emprego e queda nas taxas de fecundidade: \u201cS\u00e3o esses fatores sociais que impulsionam<br \/>\na maternidade em idades mais avan\u00e7adas\u201d.<\/p>\n<p>A taxa de fecundidade da brasileira, de acordo com o IBGE, caiu de seis filhos por mulher na d\u00e9cada<br \/>\nde 1960 para 1,9 filho, em 2010.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As brasileiras est\u00e3o se tornando m\u00e3es mais tarde e o fen\u00f4meno da gravidez na adolesc\u00eancia est\u00e1 diminuindo no pa\u00eds. Os<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":29560,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29558"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29558"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29558\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}