{"id":30301,"date":"2014-01-21T09:00:18","date_gmt":"2014-01-21T11:00:18","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=30301"},"modified":"2014-01-21T09:00:18","modified_gmt":"2014-01-21T11:00:18","slug":"carga-tributaria-brasileira-e-2a-maior-da-america-latina-mostra-ocde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/carga-tributaria-brasileira-e-2a-maior-da-america-latina-mostra-ocde\/","title":{"rendered":"Carga tribut\u00e1ria brasileira \u00e9 2\u00aa maior da Am\u00e9rica Latina, mostra OCDE"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil tem a segunda maior carga tribut\u00e1ria entre os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (20) pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). No ranking, que compreende 18 pa\u00edses, o pa\u00eds aparece atr\u00e1s apenas da Argentina.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, os impostos e tributos pagos pelos brasileiros e pelas empresas no pa\u00eds correspondem a 36,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds. Na Argentina, essa propor\u00e7\u00e3o \u00e9 de 37,3%. No Uruguai, terceiro no ranking, a carga tribut\u00e1ria \u00e9 de 26,3%.<\/p>\n<p>Na outra ponta, Guatemala, Rep\u00fablica Dominicana e Venezuela s\u00e3o os pa\u00edses onde a &#8220;mordida&#8221; dos impostos \u00e9 mais leve: 12,3%, 13,5% e 13,7% do PIB, respectivamente. Os dados s\u00e3o referentes a 2012, os mais atuais da entidade.<\/p>\n<p>Em m\u00e9dia, a carga tribut\u00e1ria da regi\u00e3o ficou em 20,7% do PIB em 2012, segundo a OCDE, acima da taxa de 20,1% do ano anterior.<\/p>\n<p>A entidade aponta, no entanto, que a taxa ainda est\u00e1 abaixo da registrada entre os pa\u00edses que fazem parte da organiza\u00e7\u00e3o, de 34,6%. Trinta e quatro pa\u00edses \u2013 em sua maioria desenvolvidos \u2013 comp\u00f5em a OCDE. Nesse grupo, a maior carga tribut\u00e1ria \u00e9 a da Dinamarca, de 48% do PIB.<br \/>\nCrescendo<\/p>\n<p>Os dados tamb\u00e9m mostram que a carga tribut\u00e1ria brasileira como propor\u00e7\u00e3o do PIB vem crescendo desde 2010. A \u00faltima redu\u00e7\u00e3o aconteceu em 2009, quando o PIB teve um forte crescimento, de 7,5%, o que fez com que os impostos passassem a representar uma fatia menor da economia.<br \/>\nBrasil e Argentina v\u00eam se revezando na lideran\u00e7a do ranking de carga tribut\u00e1ria da Am\u00e9rica Latina nos \u00faltimos anos. Em 2011, o Brasil estava no topo, com 34,9%, enquanto a Argentina aparecia em 2\u00ba lugar, com 34,7% do PIB. Em 2010, no entanto, as posi\u00e7\u00f5es estavam invertidas: Argentina na lideran\u00e7a (33,5%) e Brasil em seguida (33,2%).<\/p>\n<p><strong>Carga tribut\u00e1ria (% do PIB)<\/strong><\/p>\n<p>Argentina &#8211; 37,3%<br \/>\nBrasil &#8211; 36,3%<br \/>\nUruguai &#8211; 26,3%<br \/>\nBol\u00edvia &#8211; 26,0%<br \/>\nCosta Rica &#8211; 21,0%<br \/>\nChile &#8211; 20,8%<br \/>\nEquador &#8211; 20,2%<br \/>\nM\u00e9xico &#8211; 19,6%<br \/>\nCol\u00f4mbia &#8211; 19,6%<br \/>\nNicar\u00e1gua &#8211; 19,5%<br \/>\nPanam\u00e1 &#8211; 18,5%<br \/>\nPeru &#8211; 18,1%<br \/>\nParaguai &#8211; 17,6%<br \/>\nHonduras &#8211; 17,5%<br \/>\nEl Salvador &#8211; 15,7%<br \/>\nVenezuela &#8211; 13,7%<br \/>\nRep\u00fablica Dominicana &#8211; 13,5%<br \/>\nGuatemala &#8211; 12,3%<br \/>\nAm\u00e9rica Latina &#8211; 20,7%<br \/>\nOCDE &#8211; 34,6%<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil tem a segunda maior carga tribut\u00e1ria entre os pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (20)<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":30302,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30301"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30301"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30301\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30301"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30301"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30301"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}