{"id":31798,"date":"2014-03-10T11:55:14","date_gmt":"2014-03-10T14:55:14","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=31798"},"modified":"2014-03-10T11:55:14","modified_gmt":"2014-03-10T14:55:14","slug":"grupo-de-trabalho-pretende-simplificar-ortografia-da-lingua-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/grupo-de-trabalho-pretende-simplificar-ortografia-da-lingua-portuguesa\/","title":{"rendered":"Grupo de Trabalho pretende simplificar ortografia da l\u00edngua portuguesa"},"content":{"rendered":"<p>O prazo para a implanta\u00e7\u00e3o definitiva do Acordo Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa, assinado em 1990 e promulgado em 2008, foi ampliado at\u00e9 2016. As novas regras devem valer para Brasil, Portugal e mais seis pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa. A Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o, Cultura e Esporte (CE) criou no ano passado o Grupo de Trabalho T\u00e9cnico (GTT) para simplificar e aperfei\u00e7oar a ortografia. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 definir \u2013 em conjunto \u2013 um idioma claro e acess\u00edvel a todos.<\/p>\n<p><strong>Portugu\u00eas simples<\/strong><br \/>\nO adiamento do uso obrigat\u00f3rio da nova ortografia e a reformula\u00e7\u00e3o das normas adotadas s\u00e3o reivindica\u00e7\u00f5es de especialistas da \u00e1rea. Para reduzir a quantidade de regras e exce\u00e7\u00f5es, o GTT re\u00fane o Centro de Estudos Lingu\u00edsticos da L\u00edngua Portuguesa (Cellp), a Academia de Letras de Bras\u00edlia (ALB) e o site <a href=\"http:\/\/simplificandoaortografia.com\/\">Simplificando a Ortografia<\/a>.<\/p>\n<p>At\u00e9 o fim do semestre, professores e estudantes dos pa\u00edses de l\u00edngua portuguesa poder\u00e3o discutir as altera\u00e7\u00f5es pelo site, fazer sugest\u00f5es e elaborar relat\u00f3rios. As melhores propostas ser\u00e3o escolhidas em setembro, no Semin\u00e1rio Internacional Lingu\u00edstico-Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa. Em seguida, os governos dos pa\u00edses de express\u00e3o portuguesa ter\u00e3o cerca de um ano para decidir o que deve ser simplificado.<\/p>\n<p>\u2013 Pretendemos simplificar a l\u00edngua portuguesa sem gerar preju\u00edzos no processo pedag\u00f3gico atual, ou seja, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0queles que j\u00e1 conhecem a ortografia. Todos devem passar bem pelo processo de mudan\u00e7a ortogr\u00e1fica. H\u00e1 outras preocupa\u00e7\u00f5es, mas essa \u00e9 a principal \u2013 explicou o professor Carlos Andr\u00e9 Pereira Nunes, vice-presidente do Cellp.<\/p>\n<p><strong>Debate<\/strong><br \/>\nApenas Brasil e Portugal t\u00eam datas definidas para a instala\u00e7\u00e3o das novas regras ortogr\u00e1ficas. Os demais pa\u00edses &#8211; Angola, Cabo Verde, Guin\u00e9-Bissau, Mo\u00e7ambique, S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe e Timor-Leste &#8211; n\u00e3o t\u00eam prazo previsto e resistem a tornar as mudan\u00e7as obrigat\u00f3rias. Mesmo em Portugal, v\u00e1rios intelectuais assinaram uma peti\u00e7\u00e3o para desvincular o pa\u00eds do Acordo Ortogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o h\u00e1 um s\u00f3 professor de Portugu\u00eas, uma \u00fanica autoridade, um \u00fanico cidad\u00e3o capaz de dizer: eu entendo e sei aplicar as novas regras ortogr\u00e1ficas&#8221;, afirma o presidente do Centro de Estudos Lingu\u00edsticos, Ernani Pimentel, esclarecendo as raz\u00f5es da controv\u00e9rsia.<\/p>\n<p>Muito discutido e alvo de cr\u00edticas, o acordo motivou a realiza\u00e7\u00e3o de duas audi\u00eancias p\u00fablicas, em 2009 e 2012, organizadas pela Comiss\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o do Senado. Em comum, os debatedores apontaram a necessidade de uma l\u00edngua mais abrangente e democr\u00e1tica que promova a inclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Senado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O prazo para a implanta\u00e7\u00e3o definitiva do Acordo Ortogr\u00e1fico da L\u00edngua Portuguesa, assinado em 1990 e promulgado em 2008, foi<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":31799,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31798"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31798"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31798\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31798"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31798"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31798"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}