{"id":31934,"date":"2014-03-14T13:40:15","date_gmt":"2014-03-14T16:40:15","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=31934"},"modified":"2014-03-14T13:40:15","modified_gmt":"2014-03-14T16:40:15","slug":"rn-prf-apreende-431-animais-nas-rodovias-federais-do-rn-em-70-dias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/rn-prf-apreende-431-animais-nas-rodovias-federais-do-rn-em-70-dias\/","title":{"rendered":"RN: PRF apreende 431 animais nas rodovias federais do RN em 70 dias"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/ANIMAL.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-31935\" title=\"ANIMAL\" src=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/ANIMAL-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a>A Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal do Rio Grande do Norte (PRF\/RN) apreendeu 431 animais nas rodovias que cortam o estado nos 70 primeiros dias deste ano. Deste total, 85% s\u00e3o jumentos. O trabalho de apreens\u00e3o de animais se intensificou desde o final do ano passado com o objetivo de reduzir o n\u00famero de acidentes causados por esses bichos. De acordo com a PRF, em 2013 foram 47 acidentes causados por animais na pista, com tr\u00eas mortos. No mesmo ano, foram apreendidos 1.096 animais.<\/p>\n<p>O trabalho de apreens\u00e3o de animais nas rodovias acontece em parceria com o Comando de Policiamento Rodovi\u00e1rio Estadual (CPRE). Somente nesta quarta-feira (12), foram apreendidos 21 jumentos nas rodovias da regi\u00e3o Oeste do estado. \u201cEssas capturas t\u00eam como objetivo retirar esses animais da pista. Muitas vezes, eles causam acidentes com danos materiais e at\u00e9 mesmo mortes. Com as capturas, o n\u00famero de acidentes diminui significativamente\u201d, disse o capit\u00e3o do CPRE Maximiliano Luiz Bezerra.<\/p>\n<p>O inspetor chefe da delegacia da PRF de Mossor\u00f3, Carlos Kleber Sampaio, explica que o recolhimento dos animais \u00e9 feito com la\u00e7adores terceirizados e que o grande problema sempre foi onde deixar os bichos. \u201cN\u00e3o t\u00ednhamos um local para deixar os animais. Eles eram levados para terras sem donos, mas logo fugiam e voltavam para a pista. Atualmente os animais s\u00e3o levados para a APA (Associa\u00e7\u00e3o de Prote\u00e7\u00e3o aos Animais)\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A APA \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o filantr\u00f3pica com direitos privados que tem sede em Apodi, munic\u00edpio da regi\u00e3o Oeste do RN. Desde dezembro de 2013, a APA recebe os animais que s\u00e3o apreendidos nas rodovias da regi\u00e3o. Uma das ideias para acabar com o problema dos animais nas pistas \u00e9 incluir a carne de jumento na alimenta\u00e7\u00e3o humana. A ideia \u00e9 defendida pelo promotor de Apodi, Silvio Brito.<\/p>\n<p>A PRF ainda mant\u00e9m parcerias com as Prefeituras de Natal, Mossor\u00f3 e Currais Novos. Essas Prefeituras recebem os animais apreendidos e os abatem caso os donos n\u00e3o se apresentem para recolh\u00ea-los em 60 dias.<\/p>\n<p>Nesta quinta-feira (13), o Minist\u00e9rio P\u00fablico promoveu um almo\u00e7o de degusta\u00e7\u00e3o da carne de jumento. Foram servidos fil\u00e9 ao molho madeira, fil\u00e9 ao molho branco, escondidinho de carne e churrasco. Cerca de 300 pessoas, segundo o promotor, experimentar a carne de jumento. Muita gente aprovou. \u201c\u00c9 muito saborosa. \u00c9 um pouquinho mais dura que a carne de vaca, mas \u00e9 gostosa sim. Vou colocar no card\u00e1pio de casa\u201d, disse o professor Pedro Filho, de 44 anos.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal do Rio Grande do Norte (PRF\/RN) apreendeu 431 animais nas rodovias que cortam o estado nos<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,5],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31934"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31934"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31934\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}