{"id":32318,"date":"2014-03-20T16:44:28","date_gmt":"2014-03-20T19:44:28","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=32318"},"modified":"2014-03-20T16:44:28","modified_gmt":"2014-03-20T19:44:28","slug":"entram-em-vigor-regras-mais-rigidas-para-coibir-transporte-pirata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/entram-em-vigor-regras-mais-rigidas-para-coibir-transporte-pirata\/","title":{"rendered":"Entram em vigor regras mais r\u00edgidas para coibir transporte pirata"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/transporte-pirata.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-32319 alignright\" title=\"transporte pirata\" src=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/03\/transporte-pirata-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><\/p>\n<p>Resolu\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicada nesta quinta-feira (20\/3) no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o fixa regras mais r\u00edgidas de fiscaliza\u00e7\u00e3o do transporte clandestino de passageiros. A ag\u00eancia reguladora considera servi\u00e7o clandestino o transporte remunerado de pessoas, feito sem autoriza\u00e7\u00e3o ou permiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma das mudan\u00e7as a ser adotada pela resolu\u00e7\u00e3o \u00e9 a apreens\u00e3o do ve\u00edculo flagrado fazendo transporte clandestino por 72 horas, em vez apenas da reten\u00e7\u00e3o, em que o ve\u00edculo pode ser liberado at\u00e9 no mesmo dia. Al\u00e9m disso, a resolu\u00e7\u00e3o traz a obrigatoriedade do custeio, pelo infrator, das despesas com a guarda e remo\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo. O ve\u00edculo irregular dever\u00e1 ser removido para dep\u00f3sito p\u00fablico ou privado credenciado e indicado pela ag\u00eancia.<\/p>\n<p>Outra novidade prevista refere-se ao transbordo de passageiros de um ve\u00edculo clandestino para outro regularizado. De acordo com a nova regra, os passageiros dever\u00e3o ser deslocados, com custos arcados pela empresa infratora, at\u00e9 um terminal rodovi\u00e1rio ou ponto de parada indicado pela ANTT para que possam seguir viagem at\u00e9 a origem ou o destino final.<\/p>\n<p>O deslocamento dos passageiros poder\u00e1 ser feito, a crit\u00e9rio da fiscaliza\u00e7\u00e3o, no ve\u00edculo da empresa infratora, desde que escoltado por viatura e observadas as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a durante o transporte. A empresa infratora ainda dever\u00e1 arcar com as despesas de alimenta\u00e7\u00e3o e hospedagem dos passageiros prejudicados quando for o caso.<\/p>\n<p>O ve\u00edculo ficar\u00e1 apreendido por 72 horas e a libera\u00e7\u00e3o estar\u00e1 condicionada \u00e0 comprova\u00e7\u00e3o do pagamento das despesas de transporte dos passageiros em ve\u00edculo regularizado, das passagens at\u00e9 a origem ou destino da viagem e da remo\u00e7\u00e3o, guarda e estadia do ve\u00edculo no dep\u00f3sito. Em caso de reincid\u00eancia, o prazo de apreens\u00e3o ser\u00e1 aplicado em dobro.<\/p>\n<p>No ano passado, foram lavrados pelos fiscais da ag\u00eancia 1.786 autos de infra\u00e7\u00e3o referentes a transporte irregular de passageiros. As a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o identificaram problemas como despreparo dos motoristas, aus\u00eancia de carteira de habilita\u00e7\u00e3o e jornada excessiva de trabalho.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi observado que, para fugir da fiscaliza\u00e7\u00e3o, os transportadores clandestinos optam, com frequ\u00eancia, por transitar em vias alternativas, em percursos maiores por estradas com m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es de manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Correio Braziliense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resolu\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicada nesta quinta-feira (20\/3) no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o fixa regras mais<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":32319,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32318"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32318"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32318\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}