{"id":32987,"date":"2014-04-01T17:10:48","date_gmt":"2014-04-01T20:10:48","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=32987"},"modified":"2014-04-01T17:10:48","modified_gmt":"2014-04-01T20:10:48","slug":"para-conter-inflacao-custo-pode-chegar-a-r-34-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/para-conter-inflacao-custo-pode-chegar-a-r-34-bilhoes\/","title":{"rendered":"Para conter infla\u00e7\u00e3o, custo pode chegar a R$ 34 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>O impacto na conta do governo para evitar o aumento de um ponto porcentual na infla\u00e7\u00e3o pode chegar a R$ 34 bilh\u00f5es este ano. A conta bilion\u00e1ria &#8211; compilada pela consultoria A.C. Pastore &amp; Associados &#8211; se d\u00e1 pela decis\u00e3o da equipe econ\u00f4mica de n\u00e3o reajustar os pre\u00e7os administrados, como os da gasolina e da energia el\u00e9trica.<span style=\"font-size: 13px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A maior parte desse esfor\u00e7o vir\u00e1 do gasto extra do governo para manter a promessa de redu\u00e7\u00e3o da conta de energia el\u00e9trica. Em 2014, a ajuda \u00e0s distribuidoras vai custar R$ 21 bilh\u00f5es &#8211; R$ 13 bilh\u00f5es vindos do Tesouro e R$ 8 bilh\u00f5es em d\u00edvida emitida em nome C\u00e2mara de Comercializa\u00e7\u00e3o de Energia El\u00e9trica (CCEE) que deve ser financiada por bancos p\u00fablicos e privados. &#8220;Se a situa\u00e7\u00e3o do n\u00edvel dos reservat\u00f3rios se agravar mais, essa conta ainda pode crescer&#8221;, afirma o economista da A.C. Pastore &amp; Associados, Marcelo Gazzano. A segunda parte desse custo vir\u00e1 dos R$ 13 bilh\u00f5es que o governo deixar\u00e1 de arrecadar com a Contribui\u00e7\u00e3o de Interven\u00e7\u00e3o no Dom\u00ednio Econ\u00f4mico (Cide), tributo cobrado sobre combust\u00edveis.<span style=\"font-size: 13px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em dezembro, ap\u00f3s participar de um evento em S\u00e3o Paulo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a afirmar que a Cide poderia voltar a ser cobrada, mas naquele momento, a prioridade dele era o combate \u00e0 infla\u00e7\u00e3o.<span style=\"font-size: 13px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O caso dos combust\u00edveis e da energia se tornaram os mais emblem\u00e1ticos da pol\u00edtica de controle de pre\u00e7os. Mas, depois das manifesta\u00e7\u00f5es de junho, v\u00e1rias cidades do Pa\u00eds congelaram o reajuste das tarifas do transporte p\u00fablico, o que tamb\u00e9m contribuiu para um baixo avan\u00e7o da infla\u00e7\u00e3o dos administrados. Em 2013, a alta foi de apenas 1,5%, enquanto os pre\u00e7os livres aumentaram 7,3%. &#8220;A forma desse governo de controlar a infla\u00e7\u00e3o \u00e9 via controle de pre\u00e7os administrados&#8221;, diz Jos\u00e9 M\u00e1rcio Camargo, professor da PUC-Rio e economista da Opus Gest\u00e3o de Recurso.<span style=\"font-size: 13px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os n\u00fameros deixam claro que o esfor\u00e7o do governo para n\u00e3o aumentar os pre\u00e7os administrados est\u00e1 resultando em um elevado custo num momento em que o mercado cobra credibilidade da pol\u00edtica fiscal. Segundo a proje\u00e7\u00e3o da A.C. Pastore &amp; Associados, o impacto dessas medidas no super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico deve ser de cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal\u00a0O Estado de S. Paulo.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal de Bras\u00edlia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O impacto na conta do governo para evitar o aumento de um ponto porcentual na infla\u00e7\u00e3o pode chegar a R$<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":14436,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32987"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32987"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32987\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32987"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32987"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32987"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}