{"id":33111,"date":"2014-04-03T23:18:24","date_gmt":"2014-04-04T02:18:24","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=33111"},"modified":"2014-04-03T23:18:24","modified_gmt":"2014-04-04T02:18:24","slug":"estudo-brasil-e-o-pior-em-retorno-de-imposto-a-populacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/estudo-brasil-e-o-pior-em-retorno-de-imposto-a-populacao\/","title":{"rendered":"Estudo: Brasil \u00e9 o pior em retorno de imposto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>Pela quinta vez consecutiva, o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que proporciona o pior retorno de valores arrecadados com tributos em qualidade de vida para a sua popula\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>A conclus\u00e3o consta de estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributa\u00e7\u00e3o) que compara 30 pa\u00edses com maior carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao PIB (Produto Interno Bruto) e verifica se o que \u00e9 arrecadado por essas na\u00e7\u00f5es volta aos contribuintes em servi\u00e7os de qualidade&#8230;<\/p>\n<p>Estados Unidos, Austr\u00e1lia e Coreia do Sul ocupam respectivamente as primeiras posi\u00e7\u00f5es do ranking. O Brasil est\u00e1 em 30\u00ba lugar, atr\u00e1s da Argentina (24\u00ba) e do Uruguai (13\u00ba), quando se analisa o retorno de tributos em qualidade de vida para a sociedade.<\/p>\n<p>Para medir esse retorno, o instituto criou em 2009 o Irbes (\u00cdndice de Retorno de Bem-Estar \u00e0 Sociedade). No Brasil, ele \u00e9 de 135,34 pontos; nos EUA, 165,78.<\/p>\n<p>O indicador de retorno \u00e9 resultado da soma de dois outros par\u00e2metros usados pelo IBPT: a carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao PIB (soma das riquezas de um pa\u00eds), com pondera\u00e7\u00e3o de 15% na composi\u00e7\u00e3o do \u00edndice, e o IDH (\u00cdndice de Desenvolvimento Humano), calculado com base em dados sobre educa\u00e7\u00e3o, renda e sa\u00fade e que serve para medir o grau de desenvolvimento econ\u00f4mico. Esse indicador tem peso de 85% na composi\u00e7\u00e3o do Irbes.<\/p>\n<p>Para a carga tribut\u00e1ria, o estudo considera as informa\u00e7\u00f5es da OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico). Os dados de IDH usados s\u00e3o da ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas). Ambos s\u00e3o de 2012, \u00faltimo dado dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>No Brasil, a carga fiscal em 2012 foi de 36,27%, segundo mostra o levantamento do instituto, que atua no setor.<\/p>\n<p><strong>FISCO<\/strong><\/p>\n<p>A Receita Federal informou que n\u00e3o comentaria o assunto. Para o Fisco, a carga tribut\u00e1ria do Brasil em 2012 foi de 35,85%. O resultado de 2013 ainda n\u00e3o foi divulgado.<\/p>\n<p>Os percentuais do IBPT e da Receita s\u00e3o diferentes porque o instituto considera no c\u00e1lculo os valores pagos com multas, juros e corre\u00e7\u00e3o, contribui\u00e7\u00f5es e custas judiciais.<\/p>\n<p>Para o presidente do IBPT, Jo\u00e3o Eloi Olenike, o estudo refor\u00e7a e mostra a necessidade de cobrar dos governos de todas as esferas -federal, estadual e municipal- a melhor aplica\u00e7\u00e3o dos recursos pagos pelos contribuintes.<\/p>\n<p>&#8220;Os brasileiros foram \u00e0s ruas recentemente em protestos em que as faixas tamb\u00e9m mostravam a insatisfa\u00e7\u00e3o com a elevada carga tribut\u00e1ria e o pouco retorno em qualidade de vida&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>RANKING<\/strong><\/p>\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o anterior do levantamento, o Jap\u00e3o ocupava a quarta posi\u00e7\u00e3o. Neste ano, passou para sexta. J\u00e1 a B\u00e9lgica estava em 25\u00ba lugar e passou para a 8\u00aa coloca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div>Fonte: CLAUDIA ROLLI coluna Mercado \/ UOL<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela quinta vez consecutiva, o Brasil \u00e9 o pa\u00eds que proporciona o pior retorno de valores arrecadados com tributos em<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":14023,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33111"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33111"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33111\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}