{"id":33178,"date":"2014-04-04T17:17:08","date_gmt":"2014-04-04T20:17:08","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=33178"},"modified":"2014-04-04T17:17:08","modified_gmt":"2014-04-04T20:17:08","slug":"brasil-continua-em-ultimo-no-ranking-de-retorno-de-tributos-a-populacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/brasil-continua-em-ultimo-no-ranking-de-retorno-de-tributos-a-populacao\/","title":{"rendered":"Brasil continua em \u00faltimo no ranking de retorno de tributos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Pelo quinto ano seguido, o Brasil ficou na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0de retorno de tributos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributa\u00e7\u00e3o (IBPT), o pa\u00eds \u00e9 o que menos retorna servi\u00e7os p\u00fablicos de qualidade em rela\u00e7\u00e3o a impostos, contribui\u00e7\u00f5es e taxas arrecadadas.<\/p>\n<p>O levantamento comparou 30 pa\u00edses e verificou o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o, medido pelo \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH), em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 carga tribut\u00e1ria \u2013 propor\u00e7\u00e3o dos tributos sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pa\u00eds). O Brasil ficou em 30\u00ba, atr\u00e1s de vizinhos como Uruguai (13\u00ba) e Argentina (24\u00ba).<\/p>\n<p>Os dados sobre a carga tribut\u00e1ria s\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), e o\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0do IDH \u00e9 das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que trabalharam, nos dois casos, sobre n\u00fameros de 2012, que s\u00e3o os mais recentes.<\/p>\n<p>Estados Unidos, Austr\u00e1lia e Coreia do Sul ocuparam as primeiras coloca\u00e7\u00f5es, sem mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0anterior. As maiores varia\u00e7\u00f5es foram registradas pelo Jap\u00e3o, que caiu de quarto para sexto, e B\u00e9lgica, que saltou de 25\u00ba para oitavo, porque reduziu a carga tribut\u00e1ria de 44% para 30% do PIB e manteve a qualidade dos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n<p>No Brasil, a carga tribut\u00e1ria correspondeu a 36,27% do PIB em 2012, segundo o IBPT. O n\u00famero \u00e9 superior aos dados oficiais da Receita Federal \u2013 35,85% em 2012 \u2013 porque o IBPT considera o pagamento de juros, multas, corre\u00e7\u00f5es e custas judiciais de d\u00edvidas de contribuintes com o setor p\u00fablico. A carga tribut\u00e1ria de 2013 s\u00f3 ser\u00e1 divulgada no fim de 2014.<\/p>\n<p>De acordo com o IBPT, o indicador de retorno equivale \u00e0 m\u00e9dia ponderada entre a carga tribut\u00e1ria e o IDH de cada pa\u00eds. O instituto atribuiu peso de 15% para a carga tribut\u00e1ria e 85% para o IDH. Para o instituto, o Brasil s\u00f3 melhorar\u00e1 no\u00a0<em>ranking<\/em>\u00a0se aplicar os recursos pagos pelos contribuintes com mais efici\u00eancia. Por meio da assessoria de imprensa, a Receita Federal informou que n\u00e3o comentar\u00e1 o estudo.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo quinto ano seguido, o Brasil ficou na \u00faltima posi\u00e7\u00e3o do\u00a0ranking\u00a0de retorno de tributos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Segundo estudo divulgado nesta<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":28441,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33178"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33178"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33178\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33178"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33178"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33178"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}