{"id":33806,"date":"2014-04-15T22:56:40","date_gmt":"2014-04-16T01:56:40","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=33806"},"modified":"2014-04-15T22:56:40","modified_gmt":"2014-04-16T01:56:40","slug":"remedio-em-desenvolvimento-no-brasil-pode-combater-o-parkinson","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/remedio-em-desenvolvimento-no-brasil-pode-combater-o-parkinson\/","title":{"rendered":"Rem\u00e9dio em desenvolvimento no Brasil pode combater o Parkinson"},"content":{"rendered":"<p><em>Medicamento da Universidade de S\u00e3o Paulo se mostra capaz de combater os tremores que costumam acompanhar a doen\u00e7a. Testes em humanos podem come\u00e7ar este ano<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2014\/04\/15\/423085\/20140414214358754887a.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2014\/04\/15\/423085\/20140414214358754887a.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"423\" \/><\/a>Um medicamento que combate efeitos colaterais do tratamento do mal de Parkinson poder\u00e1 ser colocado \u00e0 venda no Brasil a partir de 2016. A droga est\u00e1 em fase de desenvolvimento na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) em Ribeir\u00e3o Preto, no interior do estado. J\u00e1 foram feitos testes em ratos. Na etapa atual, os experimentos s\u00e3o realizados em macacos. \u201c\u00c9 a \u00faltima parte da pesquisa antes de passarmos \u00e0s provas com seres humanos\u201d, diz a professora Elaine Del-Bel, do Departamento de Morfologia, Fisiologia e Patologia B\u00e1sica da Faculdade de Odontologia da universidade.<\/p>\n<p>O medicamento em teste reduz os tremores, que ocorrem principalmente nas m\u00e3os, em pacientes com a doen\u00e7a. A droga auxilia o organismo a evitar a perda de neur\u00f4nios que produzem uma subst\u00e2ncia respons\u00e1vel pela comunica\u00e7\u00e3o entre as c\u00e9lulas nervosas. Os efeitos do tratamento, conforme a professora, geralmente aparecem entre quatro e 10 anos de uso da droga que combate a doen\u00e7a. A expectativa de Del-Bel, doutora em farmacologia, \u00e9 que os testes em humanos comecem entre seis meses e um ano.<\/p>\n<p>Os movimentos involunt\u00e1rios anormais e repetitivos do corpo, presentes no Parkinson, s\u00e3o chamados de discinesias. Estudos apontam que essa disfun\u00e7\u00e3o pode ser controlada com a regula\u00e7\u00e3o do neurotrasmissor \u00f3xido n\u00edtrico, um g\u00e1s que atua na comunica\u00e7\u00e3o entre neur\u00f4nios e est\u00e1 presente no sistema nervoso central nas regi\u00f5es do c\u00e9rebro afetadas pela doen\u00e7a. Tanto o \u00f3xido n\u00edtrico quanto a dopamina, outro neurotrasmissor, agem em conjunto para que os movimentos do corpo sejam realizados devidamente. Em pessoas com Parkinson, h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o progressiva dos neur\u00f4nios ligados \u00e0 dopamina, afetando os movimentos. O tratamento atual consiste, principalmente, em um medicamento \u00e0 base de L-Dopa, subst\u00e2ncia precursora da dopamina, ou seja, o paciente recebe o rem\u00e9dio, e o organismo transforma a subst\u00e2ncia no neurotransmissor dopamina, melhorando os sintomas da doen\u00e7a de Parkinson (lentid\u00e3o dos movimentos, dificuldade de caminhar, etc.).<\/p>\n<p>Fonte: Correio Braziliense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Medicamento da Universidade de S\u00e3o Paulo se mostra capaz de combater os tremores que costumam acompanhar a doen\u00e7a. Testes em<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":11974,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33806\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}