{"id":34380,"date":"2014-04-28T17:50:51","date_gmt":"2014-04-28T20:50:51","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=34380"},"modified":"2014-04-28T17:50:51","modified_gmt":"2014-04-28T20:50:51","slug":"idosos-cada-vez-mais-na-mira-dos-criminosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/idosos-cada-vez-mais-na-mira-dos-criminosos\/","title":{"rendered":"Idosos: Cada vez mais na mira dos criminosos"},"content":{"rendered":"<p>Reconhecidos pela bandidagem como v\u00edtimas f\u00e1ceis, os idosos est\u00e3o envolvidos em grande n\u00famero de casos de viol\u00eancia e s\u00e3o os primeiros a cair na m\u00e3o dos estelionat\u00e1rios. Pessoas pedindo dinheiro de resgate de um sequestro que n\u00e3o aconteceu, falsos prestadores de servi\u00e7os gratuitos, e propostas ou ofertas \u00fanicas de dinheiro s\u00e3o os golpes mais comuns que vitimizam a terceira idade do DF. &#8230;<\/p>\n<p>Para se livrar de um golpe desses o idoso precisa estar sempre em alerta e contar com a ajuda apenas de pessoas de confian\u00e7a ou funcion\u00e1rios treinados e identificados, principalmente em bancos. A aposentada Lurde Fernandes, 71 anos, chegou a um ponto em que n\u00e3o confia em mais ningu\u00e9m e s\u00f3 sai de casa com as filhas. \u201cMeu esposo j\u00e1 caiu em um golpe desses, e eu me safei por pouco\u201d, lembra.<\/p>\n<p>Dinheiro<\/p>\n<p>O marido recebeu uma liga\u00e7\u00e3o de um jovem pedindo dinheiro. \u201cEle jurou que era o nosso sobrinho. Dizia que precisava de R$ 2 mil para viajar. Meu marido depositou s\u00f3 R$ 500. Mas quando foi visitar a fam\u00edlia na Bahia, descobriu que n\u00e3o tinha sido o sobrinho\u201d, diz Lurde.<\/p>\n<p>A aposentada L\u00facia (nome fict\u00edcio), de 80 anos, j\u00e1 sofreu tentativa de golpe por criminosos duas vezes. Na primeira, ela recebeu uma liga\u00e7\u00e3o de um rapaz que dizia ser seu sobrinho. \u201cEle disse que precisava que eu fizesse uma recarga de R$ 30 no celular dele\u201d, conta.<\/p>\n<p>Insist\u00eancia<\/p>\n<p>Ela perguntou pelo nome do sobrinho e foi ent\u00e3o que percebeu que estava sendo v\u00edtima de um golpe.<\/p>\n<p>L\u00facia acredita que os golpes podem acontecer com mais frequ\u00eancia contra idosos pela falta de mal\u00edcia. \u201cMas isso n\u00e3o significa que ca\u00edmos t\u00e3o f\u00e1cil assim em qualquer golpe. \u00c9 preciso agir com a cabe\u00e7a. Mas se ele fala o nome correto de um sobrinho meu, poderia ser que a hist\u00f3ria tomasse outro rumo\u201d, admite.<\/p>\n<p>E o cuidado n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 com golpes por telefone. \u201cUm dia chegou um rapaz no meu port\u00e3o, com crach\u00e1 e bem vestido e me perguntou se ele podia entrar para conversar. Achei estranho, disse que n\u00e3o, e ele me perguntou se meu marido estava em casa. Sou vi\u00fava h\u00e1 cinco anos, mas disse que tinha gente em casa\u201d, conta.<\/p>\n<p>Desconfiar sempre \u00e9 fundamental<\/p>\n<p>O ideal \u00e9 sempre desconfiar de liga\u00e7\u00f5es e abordagens estranhas. Sempre que poss\u00edvel verifique a vericidade dos fatos. Se do outro lado da linha a voz disser que trabalha no banco, mesmo se for muito convincente, entre em contato com o gerente da institui\u00e7\u00e3o imediatamente.<\/p>\n<p>Os bancos j\u00e1 informam aos clientes que n\u00e3o entram em contato por e-mail e n\u00e3o fazem qualquer tipo de confirma\u00e7\u00e3o de dados cadastrais pelo telefone.<\/p>\n<p>A professora aposentada Ilda Cerratti, 79 anos, lembrou muito bem dessas dicas quando recebeu um telefonema duvidoso h\u00e1 um ano.<\/p>\n<p>\u201cDiziam que era do meu plano e que meu marido, que havia falecido, tinha o direito de receber R$ 40 mil. Me falaram que para eu receber o dinheiro teria que depositar R$ 3 mil na conta deles. Falei: &#8216;U\u00e9, porque n\u00e3o me d\u00e3o R$ 37 mil e descontam os R$ 3 mil?\u2019 Foi a\u00ed que fiquei desconfiada e fui ao banco\u201d, menciona a senhora, que foi informada de que quase foi v\u00edtima de um golpe.<\/p>\n<p>Golpes mais Frequentes Contra a Pessoa Idosa<\/p>\n<p>1. Falso sequestro:<\/p>\n<p>Algu\u00e9m liga chorando desesperadamente, gritando por ajuda e dizendo ser seu filho (a), ou que tem uma pessoa da fam\u00edlia como ref\u00e9m, exigindo dinheiro (querendo que seja depositado em uma conta banc\u00e1ria).<\/p>\n<p>O que fazer: N\u00e3o atenda a essas exig\u00eancias, por mais violentas que sejam as amea\u00e7as.<\/p>\n<p>Tente fazer contato com a pessoa que o delinquente diz ter sido sequestrada, pedindo ajuda \u00e0 fam\u00edlia ou amigos para isso.<\/p>\n<p>Comunique \u00e0 pol\u00edcia imediatamente atrav\u00e9s do 190, ainda que o criminoso exija que n\u00e3o o fa\u00e7a.<\/p>\n<p>2. Falsos prestadores de servi\u00e7os:<\/p>\n<p>Pessoa se apresenta dizendo ser de uma empresa prestadora de servi\u00e7os de luz, \u00e1gua, telefone, g\u00e1s ou outra, e que est\u00e1 fazendo vistorias ou servi\u00e7os gratuitos para reduzir a conta ou melhorar a seguran\u00e7a. Muitas vezes, usam algum tipo de documento falso como crach\u00e1 ou identidade funcional.<\/p>\n<p>O que fazer: Nunca aceite servi\u00e7os que n\u00e3o pediu, ainda que sejam gratuitos.<\/p>\n<p>Se tiver interesse em tal servi\u00e7o, procure uma empresa ou profissional abalizado, em que possa confiar.<\/p>\n<p>3. Bilhete de loteria premiado:<\/p>\n<p>Algu\u00e9m aborda a v\u00edtima afirmando ter um bilhete de loteria premiado e que troca este bilhete por qualquer dinheiro que ela tenha consigo.<\/p>\n<p>O que fazer: Jamais aceite este tipo de oferta ou outras de pessoas que lhe abordam na rua e oferecem &#8220;chances \u00fanicas&#8221; ou &#8220;oportunidades maravilhosas&#8221;. Recuse e siga seu caminho ou permane\u00e7a caminhando, sem parar para falar com essa pessoa.<\/p>\n<p>Se ela insistir, entre numa loja ou banca de revistas e pe\u00e7a ajuda.<\/p>\n<p>Fonte: Jornal de Bras\u00edlia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reconhecidos pela bandidagem como v\u00edtimas f\u00e1ceis, os idosos est\u00e3o envolvidos em grande n\u00famero de casos de viol\u00eancia e s\u00e3o os<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":16469,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34380"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34380"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34380\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34380"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34380"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34380"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}