{"id":34665,"date":"2014-05-05T15:15:41","date_gmt":"2014-05-05T18:15:41","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=34665"},"modified":"2014-05-05T15:15:41","modified_gmt":"2014-05-05T18:15:41","slug":"reajustes-podem-resultar-em-tarifaco-de-ate-r-46-bilhoes-em-2015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/reajustes-podem-resultar-em-tarifaco-de-ate-r-46-bilhoes-em-2015\/","title":{"rendered":"Reajustes podem resultar em tarifa\u00e7o de at\u00e9 R$ 46 bilh\u00f5es em 2015"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/imgsapp2.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia_127983242361\/2014\/05\/05\/426017\/20140504230645220691e.JPG\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" \/>Se houver o tarifa\u00e7o que muitos economistas prev\u00eaem para 2015, os brasileiros v\u00e3o arcar com uma fatura pesada. A conta vir\u00e1 por meio dos reajustes dos pre\u00e7os represados da energia el\u00e9trica e dos combust\u00edveis e pode variar entre 0,5% e 1% do Produto Interno Bruto (PIB), algo entre R$ 23 bilh\u00f5es e R$ 46 bilh\u00f5es. Na pior das hip\u00f3teses, o desembolso equivaler\u00e1 a quase o dobro dos R$ 25 bilh\u00f5es gastos por ano com o Bolsa Fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Esses n\u00fameros foram apresentados por representantes do governo a Tony Volpon, economista-chefe de Pesquisas para Mercados Emergentes da Nomura Securities em Nova York. Ele esteve em Bras\u00edlia h\u00e1 pouco mais de uma semana e conversou com t\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Fazenda e do Banco Central. Volpon citou os encontros em um relat\u00f3rio distribu\u00eddo a clientes da institui\u00e7\u00e3o financeira.<br \/>\nNa avalia\u00e7\u00e3o do economista, n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que o represamento dos pre\u00e7os administrados pelo governo Dilma Rousseff t\u00eam causado tanta como\u00e7\u00e3o nos mercados, e entrou de vez no discurso dos candidatos \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica. Todos sabem que n\u00e3o haver\u00e1 escapat\u00f3ria, seja quem for o vencedor das urnas em outubro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>No mercado, h\u00e1 quem defenda que a fatura seja repassada \u00e0 sociedade de uma vez s\u00f3, mesmo que o impacto no custo de vida seja elevado. \u00c9 o caso de Arm\u00ednio Fraga, cotado para ser ministro da Fazenda em um eventual governo de A\u00e9cio Neves (PSDB). No entender de Arm\u00ednio, num primeiro momento, a infla\u00e7\u00e3o subiria, mas, logo depois, as expectativas para o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) cairiam, porque os investidores teriam a confian\u00e7a de que n\u00e3o seriam surpreendidos por pol\u00edticas artificiais de conten\u00e7\u00e3o das tarifas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>No caso de reelei\u00e7\u00e3o de Dilma Rousseff, a tend\u00eancia \u00e9 de recomposi\u00e7\u00e3o gradual dos pre\u00e7os das energia, da gasolina e do diesel. Ela deixou isso claro em pronunciamento em rede nacional de r\u00e1dio e tev\u00ea \u00e0s v\u00e9speras do Primeiro de Maio. Parte da conta das tarifas p\u00fablicas ser\u00e1 paga, no entanto, de forma indireta, como vem ressaltando o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A ideia \u00e9 aumentar impostos de bens de consumo. Ou seja, em vez cobrar o reajuste direto na conta de luz, o governo sustentaria subs\u00eddios \u00e0 energia por meio do Tesouro Nacional, que engordaria o caixa com mais tributos.<\/p>\n<p>Fonte: Correio Braziliense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se houver o tarifa\u00e7o que muitos economistas prev\u00eaem para 2015, os brasileiros v\u00e3o arcar com uma fatura pesada. A conta<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":28441,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34665"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34665"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34665\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34665"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34665"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34665"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}