{"id":36567,"date":"2014-06-25T09:57:13","date_gmt":"2014-06-25T12:57:13","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=36567"},"modified":"2014-06-25T09:57:13","modified_gmt":"2014-06-25T12:57:13","slug":"geracao-de-empregos-foi-a-mais-baixa-para-maio-nos-ultimos-22-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/geracao-de-empregos-foi-a-mais-baixa-para-maio-nos-ultimos-22-anos\/","title":{"rendered":"Gera\u00e7\u00e3o de empregos foi a mais baixa para maio nos \u00faltimos 22 anos"},"content":{"rendered":"<p>A gera\u00e7\u00e3o de empregos formais em maio deste ano foi a mais baixa para o m\u00eas nos \u00faltimos 22 anos \u2013 pouco mais de 58 mil postos de trabalho, resultado de 1.849.591 admiss\u00f5es e 1.790.755 demiss\u00f5es. Os n\u00fameros est\u00e3o no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego divulgado hoje (24). Saldo pior do que esse foi registrado em maio de 1992, com a cria\u00e7\u00e3o de 21,5 mil empregos.<\/p>\n<p>O desempenho do mercado de trabalho em maio se deve em grande parte \u00e0s demiss\u00f5es no setor da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, que teve mais de 28,5 mil postos fechados. As \u00e1reas que contribu\u00edram para o mau desempenho do setor foram a ind\u00fastria mec\u00e2nica, com 6,6 mil demiss\u00f5es, a de material de transporte (-5,3 mil) e a de produtos aliment\u00edcios (-4,8 mil).<\/p>\n<p>\u201cA an\u00e1lise que fazemos \u00e9 a de que tivemos um fevereiro que talvez tenha antecipado muitos do empregos para a Copa [do Mundo], na medida em que os trabalhadores precisavam de treinamento\u201d, disse o ministro do Trabalho, Manoel Dias. \u201cO Brasil continua na zona de gera\u00e7\u00e3o de emprego. O que pode acontecer \u00e9 variar, como est\u00e1 variando. A partir da perspectiva que o Brasil est\u00e1 em pleno emprego, n\u00e3o h\u00e1 mais demandas como havia antes\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A agricultura e o setor de servi\u00e7os foram os setores com os melhores resultados \u2013 mais de 44 mil e 38 mil contrata\u00e7\u00f5es, respectivamente. Na agricultura, os destaques positivos foram no cultivo de caf\u00e9 (27 mil postos), laranja (quase 7 mil) e cana-de-a\u00e7\u00facar (6 mil). Em servi\u00e7os, os destaques positivos foram nas \u00e1reas de alojamento, alimenta\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os m\u00e9dicos e odontol\u00f3gicos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s unidades da federa\u00e7\u00e3o, Pernambuco foi a que teve o pior n\u00famero com cerca de 10 mil demiss\u00f5es. Alagoas e o Rio Grande do Sul tamb\u00e9m fecharam muitos postos de trabalho \u2013 8,5 mil e 4 mil, respectivamente.\u00a0 Os melhores desempenhos foram os de Minas Gerais, com a cria\u00e7\u00e3o de mais de 22 mil postos, seguido por S\u00e3o Paulo (13 mil) e pelo Rio de Janeiro (quase 9 mil).<\/p>\n<p>De janeiro a maio deste ano, somam-se 545 mil postos de trabalho criados. A expectativa do governo para o ano \u00e9 1,5 milh\u00e3o de novas vagas, apesar do resultado fraco de maio.<\/p>\n<p>No acumulado do governo Dilma Rousseff, de janeiro de 2011 a maio de 2014, o saldo de postos de trabalho com carteira assinada foi 5 milh\u00f5es. Nesse mesmo per\u00edodo, servi\u00e7os foi o setor com o melhor resultado \u2013 mais de 2,5 milh\u00f5es de empregos gerados, seguido pelo com\u00e9rcio (1,1 milh\u00e3o). Os servi\u00e7os industriais de utilidade p\u00fablica e o setor de extra\u00e7\u00e3o mineral abriram menos postos de trabalho formal \u2013 32,9 mil e 35 mil vagas, respectivamente.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A gera\u00e7\u00e3o de empregos formais em maio deste ano foi a mais baixa para o m\u00eas nos \u00faltimos 22 anos<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":26917,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36567"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36567"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36567\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36567"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36567"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36567"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}