{"id":36915,"date":"2014-07-14T15:26:02","date_gmt":"2014-07-14T18:26:02","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=36915"},"modified":"2014-07-14T15:26:02","modified_gmt":"2014-07-14T18:26:02","slug":"sc-mais-de-90-dos-caminhoes-trafegam-com-excesso-de-peso-diz-prf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/sc-mais-de-90-dos-caminhoes-trafegam-com-excesso-de-peso-diz-prf\/","title":{"rendered":"SC: Mais de 90% dos caminh\u00f5es trafegam com excesso de peso, diz PRF"},"content":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pela Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) de Santa Catarina calcula que apenas 10% dos caminh\u00f5es que trafegam com excesso de peso pagam multa no estado. Segundo o C\u00f3digo Brasileiro de Tr\u00e2nsito, a multa \u00e9 proporcional ao excesso de peso do ve\u00edculo, e o motorista e o dono da carga devem ser autuados.<\/p>\n<p>A PRF estadual analisou mais de 216 mil notas fiscais de oito empresas transportadoras. Cerca de 91% apontaram excesso de peso. Se as infra\u00e7\u00f5es tivessem sido flagradas, seriam arrecadados R$ 437 milh\u00f5es em multas.<\/p>\n<p>Em reportagem especial, o programa Est\u00fadio Santa Catarina acompanhou um opera\u00e7\u00e3o blitz no posto rodovi\u00e1rio da BR-101, em Palho\u00e7a, na Grande Florian\u00f3polis. A balan\u00e7a no ch\u00e3o da rodovia revela o Peso Bruto Total (PBT) do caminh\u00e3o. O limite depende da capacidade do ve\u00edculo.<\/p>\n<p>Em minutos, o p\u00e1tio da Pol\u00edcia lotou. Um dos caminh\u00f5es foi flagrado com seis mil quilos acima da capacidade de carga e foi autuado. Outro motorista, que n\u00e3o quis se identificar, explica a raz\u00e3o da sobrecarga. &#8220;Eles [empresas que contratam o transporte] ganham por tonelada. Dependendo o que vai carregar compensa [pagar multa] pra eles&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><strong>Multas<\/strong><br \/>\nA PRF divulgou uma rela\u00e7\u00e3o de empresas catarinenses mais autuadas. A Setep soma mais de 31 multas no valor de R$ 64.267,17. A Sul Catarinense foi punida 20 vezes no valor de R$ 30.090,22. A Saibrita deveria arcar com R$ 33.090,59, equivalente a 19 multas.<\/p>\n<p>A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional informou que est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o com as empresas. A Setep e a Sul Catarinense foram procuradas pela reportagem, mas preferiram n\u00e3o comentar o assunto. A Saibrita disse que o frete \u00e9 terceirizado e que est\u00e1 recorrendo das multas.<\/p>\n<p><strong>Irregularidades e fraudes<\/strong><br \/>\nO Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) apura as irregularidades em um inqu\u00e9rito civil. A procuradora Daniele Escobar confirmou que o excesso de peso \u00e9 recorrente e viola direitos dos cidad\u00e3os. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) foram gastos R$ 55 milh\u00f5es em reparos nas rodovias federais do estado em 2014.<\/p>\n<p>Flagrado pela reportagem dispensando carga no acostamento, com volume considerado removido para a checagem na balan\u00e7a, um motorista negou a a\u00e7\u00e3o. &#8220;Deve ter voado com o vento&#8221;, ironizou. Depois mudou de ideia e afirmou ter entregue a carga para outro caminhoneiro.<\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7as<\/strong><br \/>\nEm Santa Catarina, s\u00e3o apenas seis balan\u00e7as para fiscalizar 2,5 mil quil\u00f4metros de rodovias federais. Uma fica na BR-282, em Maravilha, outra na BR-116, em Tr\u00eas Corregos. H\u00e1 ainda quatro na BR-101, em Palho\u00e7a, Garuva, Itapema e Ararangu\u00e1. Apenas nas balan\u00e7as da BR-101 o motorista \u00e9 obrigado a parar.<\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pela Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal (PRF) de Santa Catarina calcula que apenas 10% dos caminh\u00f5es que trafegam com<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,5],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36915"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=36915"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/36915\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=36915"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=36915"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=36915"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}