{"id":41806,"date":"2015-01-20T11:36:42","date_gmt":"2015-01-20T13:36:42","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=41806"},"modified":"2015-01-20T11:36:42","modified_gmt":"2015-01-20T13:36:42","slug":"projeto-aumenta-exigencias-para-dirigir-onibus-e-carretas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/projeto-aumenta-exigencias-para-dirigir-onibus-e-carretas\/","title":{"rendered":"Projeto aumenta exig\u00eancias para dirigir \u00f4nibus e carretas"},"content":{"rendered":"<p>O Projeto de Lei 7828\/14 torna mais rigorosas as regras para conseguir habilita\u00e7\u00e3o para as categorias D (\u00f4nibus e vans) e E (carretas e \u00f4nibus articulados).<\/p>\n<p>Pela proposta, da deputada Marinha Raupp (PMDB-RO), para receber a habilita\u00e7\u00e3o na categoria D, ser\u00e3o exigidos dois anos de experi\u00eancia na categoria C (caminh\u00f5es) ou quatro na B (autom\u00f3veis de passeio). Hoje, o C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro (CTB &#8211; Lei 9.503\/97) requer dois anos na categoria B, ou um na categoria C.<\/p>\n<p>Para receber a carteira de tipo E, o projeto exige experi\u00eancia de, no m\u00ednimo, tr\u00eas anos na categoria C. Hoje, pela lei, \u00e9 necess\u00e1rio apenas um ano de habilita\u00e7\u00e3o na categoria C.<\/p>\n<p>Para habilitar-se nessas categorias a proposta ainda exige que o candidato n\u00e3o tenha cometido nenhuma infra\u00e7\u00e3o grave ou grav\u00edssima ou n\u00e3o seja reincidente em infra\u00e7\u00f5es m\u00e9dias durante os \u00faltimos 24 meses. Atualmente, o prazo \u00e9 de 12 meses.<\/p>\n<p>Em todos os casos, a idade m\u00ednima exigida \u00e9 de 21 anos, regra j\u00e1 existente no C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nAl\u00e9m disso, o candidato dever\u00e1 realizar curso de legisla\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito e primeiros socorros, com um m\u00ednimo de 32 horas de aula pr\u00e1tica. Hoje, a lei j\u00e1 prev\u00ea aulas pr\u00e1ticas de dire\u00e7\u00e3o de risco, mas n\u00e3o traz o tempo m\u00ednimo de dura\u00e7\u00e3o do curso.<\/p>\n<p>Para a condu\u00e7\u00e3o de transporte interestadual coletivo de passageiros, o condutor dever\u00e1 ser habilitado h\u00e1, no m\u00ednimo, dois anos na categoria D, prossegue a proposta. N\u00e3o existe nenhuma exig\u00eancia no C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito atualmente.<\/p>\n<p>Marinha Raupp argumenta que a falta de experi\u00eancia dos motoristas de \u00f4nibus e caminh\u00f5es, associada \u00e0 neglig\u00eancia \u00e0s normas de tr\u00e2nsito e \u00e0 imprud\u00eancia, leva a \u201cocorr\u00eancias desastrosas\u201d nas rodovias. Na opini\u00e3o da deputada, \u201cisso ocorre porque grande parte dos condutores n\u00e3o possui uma forma\u00e7\u00e3o compat\u00edvel com a responsabilidade do transporte de passageiros e de cargas\u201d.<\/p>\n<p><strong>Tramita\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nO projeto ser\u00e1 arquivado pela\u00a0Mesa Diretora\u00a0no dia 31 de janeiro, por causa do fim dalegislatura. Por\u00e9m, como a autora foi reeleita, ela poder\u00e1 desarquiv\u00e1-lo. Nesse caso, o texto, que tramita\u00a0apensado\u00a0ao PL\u00a0<a href=\"http:\/\/www2.camara.leg.br\/camaranoticias\/noticias\/TRANSPORTE-E-TRANSITO\/462555-MOTORISTA-DE-ONIBUS-PODERA-TER-DE-APRESENTAR-CERTIDAO-CRIMINAL-NEGATIVA.html\" target=\"_blank\">6661\/13<\/a>, dever\u00e1 ser analisado em\u00a0car\u00e1ter conclusivo\u00a0pelas comiss\u00f5es de Via\u00e7\u00e3o e Transportes; e de Constitui\u00e7\u00e3o e Justi\u00e7a e de Cidadania.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia C\u00e2mara Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Projeto de Lei 7828\/14 torna mais rigorosas as regras para conseguir habilita\u00e7\u00e3o para as categorias D (\u00f4nibus e vans)<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":12283,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41806\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}