{"id":42046,"date":"2015-01-28T20:07:36","date_gmt":"2015-01-28T22:07:36","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=42046"},"modified":"2015-01-28T20:07:36","modified_gmt":"2015-01-28T22:07:36","slug":"atropelamento-e-a-principal-causa-de-morte-nas-rodovias-federais-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/atropelamento-e-a-principal-causa-de-morte-nas-rodovias-federais-do-pais\/","title":{"rendered":"Atropelamento \u00e9 a principal causa de morte nas rodovias federais do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_42049\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/passarela2.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-42049\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-42049\" title=\"passarela\" src=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/passarela2-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-42049\" class=\"wp-caption-text\">Foto ilustrativa<br \/>www.vidadepedestre.blogspot.com<\/p><\/div>\n<p>A maior causa de mortes nas tr\u00eas estradas mais movimentadas do Brasil n\u00e3o \u00e9 acidente de carro, \u00e9 atropelamento A cada tr\u00eas dias uma pessoa morre. Boa parte dessas mortes poderia ser evitada simplesmente com o uso de passarelas.Como se estivesse atravessando uma rua, um homem cruzou a Rodovia Fern\u00e3o Dias. Para chegar ao outro lado, ele teve que escalar o muro que separa os dois sentidos e ainda passou entre os carros. Todo esfor\u00e7o foi s\u00f3 para n\u00e3o andar at\u00e9 a passarela.<\/p>\n<p>Onde tem casa, onde tem com\u00e9rcio, tem gente na estrada. No ano passado 273 pessoas foram atropeladas e 122 morreram nas tr\u00eas rodovias federais mais movimentadas do Brasil: Fern\u00e3o Dias, que liga S\u00e3o Paulo a Minas Gerais, via Dutra, que vai de S\u00e3o Paulo para o Rio e R\u00e9gis Bittencourt, principal caminho para o Sul do Brasil.<br \/>\nNo ano passado, 14 pessoas foram atropeladas na rodovia R\u00e9gis Bittencourt. Quatro morreram. O trecho mais perigoso fica na Grande S\u00e3o Paulo, entre as cidades de Tabo\u00e3o da Serra e Itapecerica.<\/p>\n<p>Mas algumas a\u00e7\u00f5es est\u00e3o fazendo esses n\u00fameros diminu\u00edrem. Um balan\u00e7o divulgado este m\u00eas mostrou que na R\u00e9gis Bittencourt, o numero de acidentes diminuiu mais de 18% (18,4%), mas os atropelamentos continuam sendo a principal causa de morte.<br \/>\nS\u00f3 no ano passado 52 pessoas perderam a vida. O eletricista de autom\u00f3veis, Manuel Apol\u00edn\u00e1rio dos Santos, eletricista, reluta, mas usa a passarela. \u201cMas a gente que tem que sair de l\u00e1 da entrada onde a gente mora, tem que vir pegar a passarela aqui embaixo para poder atravessar do outro lado\u201d, fala Apolin\u00e1rio.<\/p>\n<p>A concession\u00e1ria instalou grades para evitar que atravessem debaixo das passarelas, mas onde n\u00e3o tem muitos se arriscam. \u201cMuitas vezes ele fica no acostamento aguardando um espa\u00e7o para cruzar em frente aos carros, dependendo da hora parte da tarde acaba ficando de oito a dez minutos aguardando uma brecha\u201d, diz o gerente Autopista, Francisco Pires de Oliveira.<br \/>\n\u201cE tem que a fazer duas transposi\u00e7\u00f5es na verdade. Transpor a primeira parar no canteiro central, muitas vezes se equilibrando nesse alambrado, pular, transpor e fazer a segunda transposi\u00e7\u00e3o na outra pisa. Muitas vezes o tempo que ele espera pra ter esse espa\u00e7o e cruzar as duas pistas ele faria essa travessia segura porque como eu disse para voc\u00ea usar passarela gasta entre cinco e oito minutos\u201d.<\/p>\n<p>A Dutra tem o maior \u00edndice de atropelamentos do pa\u00eds. Em Aruj\u00e1, na Grande S\u00e3o Paulo, correr o risco ainda \u00e9 a \u00fanica op\u00e7\u00e3o para os pedestres. S\u00f3 em um trecho foram 16 mortes em sete anos.<br \/>\nH\u00e1 16 anos os moradores est\u00e3o pedindo uma passarela. A concession\u00e1ria respondeu que a decis\u00e3o era do Governo Federal. Em 2012 foi a vez da C\u00e2mara Municipal de Aruj\u00e1 fazer o pedido, e a resposta foi que n\u00e3o havia previs\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o de uma passarela.<\/p>\n<p>No ano passado, a Pol\u00edcia Rodovi\u00e1ria Federal entrou na discuss\u00e3o para dizer que naquele trecho precisa sim de mais seguran\u00e7a para os pedestres. \u00c1 espera de uma solu\u00e7\u00e3o os moradores veem amigos e parentes morrerem. H\u00e1 26 anos o comerciante Aureliano J\u00fanior, perdeu o pai e h\u00e1 oito meses, uma funcion\u00e1ria. \u201cPerigoso, perigoso. Eu mesmo j\u00e1 levei dez minutos para atravessar essa rodovia. Precisa de uma passarela urgente. Uma necessidade extrema\u201d.<\/p>\n<p>A ANTT, Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres, disse que n\u00e3o existe previs\u00e3o para a constru\u00e7\u00e3o da passarela no trecho da rodovia Dutra, mencionado na reportagem e que qualquer obra tem impacto na tarifa do ped\u00e1gio. A ANTT informou ainda que devido \u00e0 dimens\u00e3o do problema, pode considerar a constru\u00e7\u00e3o de uma passarela no local.<\/p>\n<p>Fonte Jornal Hoje<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A maior causa de mortes nas tr\u00eas estradas mais movimentadas do Brasil n\u00e3o \u00e9 acidente de carro, \u00e9 atropelamento A<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":42047,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42046"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42046"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42046\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42046"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42046"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42046"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}