{"id":46376,"date":"2015-09-30T15:20:21","date_gmt":"2015-09-30T18:20:21","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=46376"},"modified":"2015-09-30T15:20:21","modified_gmt":"2015-09-30T18:20:21","slug":"violencia-43-pessoas-sao-assassinadas-por-dia-nas-capitais-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/violencia-43-pessoas-sao-assassinadas-por-dia-nas-capitais-brasileiras\/","title":{"rendered":"Viol\u00eancia: 43 pessoas s\u00e3o assassinadas por dia nas capitais brasileiras"},"content":{"rendered":"<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/_agenciabrasil2013\/files\/styles\/interna_pequena\/public\/arma.jpg?itok=kcbFG_9f\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"173\" \/><p class=\"wp-caption-text\">De acordo com o 9\u00ba Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Fortaleza teve a maior quantidade de assassinatos em 2014Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil<\/p><\/div>\n<p>Quarenta e tr\u00eas pessoas morrem por dia v\u00edtimas de viol\u00eancia nas capitais brasileiras, segundo o 9\u00ba Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica. O levantamento elaborado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e divulgado hoje (30) mostra que, em 2014, crimes como homic\u00eddio doloso, latroc\u00ednio e les\u00e3o corporal seguida de morte vitimaram 15.932 pessoas nas 27 capitais. O n\u00famero \u00e9 ligeiramente maior (0,8%) do que os 15.804 registrados em 2013.<\/p>\n<p>Fortaleza teve a maior quantidade de assassinatos em 2014, foram 1.989 casos \u2013 queda de 1% em rela\u00e7\u00e3o a 2013, quando o n\u00famero alcan\u00e7ou 1.993. A cidade tamb\u00e9m registra a maior taxa de mortes intencionais por 100 mil habitantes \u2013 73,3. Salvador \u00e9 a segunda capital em n\u00fameros absolutos, foram 1.397 mortes, o que significa uma taxa de 48,1 assassinatos por 100 mil habitantes. Em 2013, a cidade teve 1.485 crimes e taxa de 51,5 por 100 mil habitantes.<\/p>\n<p>Apesar de S\u00e3o Paulo ter o terceiro maior valor absoluto de mortes \u2013 1.360 \u2013 a capital paulista tem a menor taxa de crimes \u2013 11,4 por 100 mil habitantes. O n\u00famero representa uma queda de 4,3% na taxa de assassinatos em rela\u00e7\u00e3o a 2013, quando foram registradas 1.412 mortes, 11,9 por 100 mil habitantes, o que representa 1.389 assassinatos em n\u00fameros absolutos. No Rio de Janeiro, a taxa ficou em 20,2 por 100 mil habitantes, com 1.305 assassinatos violentos intencionais em 2014.<\/p>\n<p>A segunda maior taxa de assassinatos foi registrada em Macei\u00f3 (69,5 por 100 mil). O n\u00famero representa, no entanto, uma queda de 14,5% na taxa de 2013 (81,4 por 100 mil). Em n\u00fameros absolutos, foram registradas 699 assassinatos, em 2014, e 811 em 2013. S\u00e3o Lu\u00eds apresentou uma taxa muito semelhante de crimes, 69,1 por 100 mil, em 2014, e 61,2 por 100 mil em 2013. Em n\u00fameros absolutos, foram registrados 645 assassinatos em 2014. No ano anterior, a capital maranhense teve 735 mortes intencionais.<\/p>\n<p>O maior crescimento na taxa de assassinatos foi verificado em Campo Grande, ao passar de 13,8, em 2013, para 18,9 por 100 habitantes, em 2014. Em n\u00fameros absolutos, foram 159 casos em 2014 e 115 mortes no ano anterior. A maior redu\u00e7\u00e3o foi em Boa Vista, onde a taxa caiu 23,3 para 17,5 por 100 mil. Em 2014, foram 55 mortes, enquanto em 2013 foram 72 casos.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quarenta e tr\u00eas pessoas morrem por dia v\u00edtimas de viol\u00eancia nas capitais brasileiras, segundo o 9\u00ba Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":11330,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46376"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46376"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46376\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46376"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46376"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46376"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}