{"id":49625,"date":"2016-08-10T16:36:12","date_gmt":"2016-08-10T19:36:12","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=49625"},"modified":"2016-08-10T16:36:12","modified_gmt":"2016-08-10T19:36:12","slug":"policiais-de-diversas-instituicoes-falam-sobre-a-paternidade-e-a-profissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/policiais-de-diversas-instituicoes-falam-sobre-a-paternidade-e-a-profissao\/","title":{"rendered":"Policiais de diversas institui\u00e7\u00f5es falam sobre a paternidade e a profiss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Foi numa manh\u00e3 de segunda-feira, na Delegacia de Pol\u00edcia Federal de Santos (litoral de S\u00e3o Paulo), que encontramos o Escriv\u00e3o de Pol\u00edcia Federal Marcelo Esperidi\u00e3o Teixeira Nunes, mais conhecido entre os colegas como \u201cSpeed\u201d, voltando da escola, onde fizera rematr\u00edcula dos filhos (um garoto de sete anos e um casal de g\u00eameos de quatro anos e meio).<\/p>\n<p>O escriv\u00e3o terminou seu relacionamento est\u00e1vel de dez anos e ficou com a guarda das crian\u00e7as. A partir da\u00ed, diante da situa\u00e7\u00e3o em que se encontrava, foi necess\u00e1rio tornar-se um misto de pai e m\u00e3e. Para lidar com a responsabilidade assumida (cria\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o dos filhos), bem como a aus\u00eancia materna, pai e filhos optaram tamb\u00e9m por terapia.<\/p>\n<p>Todos os dias, Esperidi\u00e3o acorda \u00e0s 5h40, prepara o caf\u00e9, leva as crian\u00e7as para escola e segue para o trabalho. No final do dia, come\u00e7a o segundo turno: \u201cEnquanto eles tomam banho, preparo o jantar. Aprendi a cozinhar porque n\u00e3o podemos viver de comidas prontas. Brinco com eles, via de regra, at\u00e9 as 20h30, quando v\u00e3o dormir. A partir da\u00ed, come\u00e7am os trabalhos de casa: lavo a lou\u00e7a do jantar, recolho as roupas e arrumo a casa\u201d.<\/p>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portalsp.org.br\/images\/atividades_policiais\/marceloespiridiao_reduzida.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/><p class=\"wp-caption-text\">\u201cNo momento que assumi a responsabilidade de cuidar e zelar pelos meus filhos abri m\u00e3o da minha vida social e n\u00e3o me arrependo\u201d &#8211; Escriv\u00e3o de Pol\u00edcia Federal, Marcelo Esperidi\u00e3o (Speed).<\/p><\/div>\n<p>As crian\u00e7as t\u00eam consci\u00eancia da profiss\u00e3o do pai e se orgulham. \u201cQuando sa\u00edmos de carro, pergunto: Vamos cantar alguma m\u00fasica? Eles respondem: o hino da Pol\u00edcia Federal. Cantam direitinho. Sabem da minha din\u00e2mica de trabalho, do perigo da profiss\u00e3o e que a pol\u00edcia existe para ajudar\u201d.<\/p>\n<p>Feliz, Esperidi\u00e3o narrou que o filho mais velho, ao v\u00ea-lo de uniforme, exclamou: \u201cUau!!\u201d. \u201cNo momento que assumi a responsabilidade de cuidar e zelar dos meus filhos abri m\u00e3o da minha vida social e n\u00e3o me arrependo\u201d, explica.<\/p>\n<p>Sobre o futuro afirma: \u201cEu espero e pretendo passar valores bons a eles, valores morais do que \u00e9 correto e errado, saber respeitar os mais velhos e as diferen\u00e7as, escutar as pessoas, ver o lado bom das coisas, mesmo que a situa\u00e7\u00e3o seja adversa. O meu exemplo \u00e9 que ser\u00e1 a base da educa\u00e7\u00e3o deles, desde recolher o lixo na rua e jogar no lugar certo, at\u00e9 como trato as pessoas, independente da classe social\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>TAL PAI, TAIS FILHOS<\/strong><\/p>\n<p>Outro misto de pai e m\u00e3e \u00e9 o 2\u00ba Sargento de Pol\u00edcia Militar de S\u00e3o Roque (Interior de S\u00e3o Paulo), Jos\u00e9 Roberto Ceoloni. Ele ficou vi\u00favo aos 36 anos de seu segundo casamento em 2009, quando sua esposa tinha 42 anos; o filho mais velho com 12 anos e a ca\u00e7ula, cinco.<\/p>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portalsp.org.br\/images\/atividades_policiais\/sargento_saoroque1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" \/><p class=\"wp-caption-text\">\u201c(..) Sinto que Deus me deu essa miss\u00e3o que considero especial\u201d &#8211; Sargento Jos\u00e9 Roberto Celoni com os filhos mais novos em 2009<\/p><\/div>\n<p>\u201cMeus filhos acompanharam todo o sofrimento da m\u00e3e que lutou por dois anos contra o c\u00e2ncer de mama. Sofreram neste per\u00edodo e tamb\u00e9m na perda. Tive que ter muita for\u00e7a para passar conforto a eles. Eu era a base naquele momento dif\u00edcil\u201d, conta.<\/p>\n<p>Para o sargento, apesar de tudo, \u00e9 gratificante ser esse misto de pai e m\u00e3e. \u201cMeus filhos sentiam falta da Silvia, principalmente no dia das m\u00e3es e nas festinhas da escola. Tentei e ainda tento suprir essas necessidades da melhor forma. Participo das festas, das reuni\u00f5es de pais e at\u00e9 nas comemora\u00e7\u00f5es do Dia das M\u00e3es\u201d. E brinca: \u201cTalvez seja um dos poucos homens que est\u00e3o l\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>Seu trabalho na Pol\u00edcia Militar tamb\u00e9m o ajudou na educa\u00e7\u00e3o dos filhos. \u201cA minha viv\u00eancia como policial militar me ajudou na quest\u00e3o de passar disciplina, no comprometimento com as coisas. Sinto que Deus me deu essa miss\u00e3o que considero especial\u201d, comenta Jos\u00e9 Roberto.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do casal, Ceoloni tamb\u00e9m fala com orgulho sobre os outros filhos, frutos do primeiro casamento. \u201cO mais velho vai completar 23 anos e o mais novo, 21. Ambos s\u00e3o policiais militares, um soldado e o outro aspirante a oficial da Academia do Barro Branco. Eles vivem com a m\u00e3e que se casou novamente. Nunca forcei a escolha de uma profiss\u00e3o, mas quando decidiram, fiquei muito feliz\u201d. E conclui: \u201cTemo pela seguran\u00e7a deles, \u00e9 natural, pois em nossa profiss\u00e3o corre esses riscos, mas tamb\u00e9m tenho f\u00e9 em Deus\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DESAFIOS<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 260px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portalsp.org.br\/images\/atividades_policiais\/thiagoarruda_reduzida.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" \/><p class=\"wp-caption-text\">\u201cA condi\u00e7\u00e3o de pai policial imp\u00f5e n\u00e3o apenas um discurso \u00e9tico perante os filhos, mas, sobretudo atitudes coerentes com o discurso e isso leva o pai a transmitir aos filhos os valores que ele pratica\u201d. &#8211; Policial Rodovi\u00e1rio Federal, Tiago Arruda Cardoso da Silva<\/p><\/div>\n<p>O Policial Rodovi\u00e1rio Federal de Recife-PE, Tiago Arruda Cardoso da Silva, tem tr\u00eas filhos: um casal de g\u00eameos com 16 anos e um garoto com 12 anos, que est\u00e1 no espectro autista. A jornada de trabalho dos policiais rodovi\u00e1rios federais \u00e9 de 40 horas semanais, mas para Tiago o \u201cdesafio de ser pai e policial come\u00e7a antes mesmo de ingressar, no curso de forma\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Ele conta que ingressou em 2003, e passou quatro meses longe dos g\u00eameos (na \u00e9poca com dois anos e meio). \u201cNo in\u00edcio, fui trabalhar a 460 km de casa e tinha que viajar de duas a tr\u00eas vezes por semana. Quando viajava as crian\u00e7as sentiam muito e chegavam at\u00e9 adoecer por isso. Hoje trabalho no mesmo local que resido, o que torna menos penosa a dupla jornada.\u201d<\/p>\n<p>\u201cComo pai procuro estar presente no cotidiano dos meus filhos, \u00e9 um malabarismo de agendas. Adolescentes em \u00e9poca de ENEM e o mais novo demanda um acompanhamento especial, exige uma presen\u00e7a diferenciada dos pais. Para dar conta \u00e9 preciso trabalhar em hor\u00e1rios alternativos, compensar jornada e participar de atividades em comiss\u00f5es. Eu e minha esposa compartilhamos esses cuidados e aten\u00e7\u00e3o, pois ela tamb\u00e9m trabalha. Essa parceria \u00e9 essencial para o exerc\u00edcio da paternidade\u201d, diz Tiago. A esposa, Maria Auxiliadora, \u00e9 t\u00e9cnica do Judici\u00e1rio em Pernambuco.<\/p>\n<p>O ca\u00e7ula Bruno, hoje com 12 anos, teve seus primeiros sinais de autismo aos dois anos e meio. \u201cOs momentos que seriam de folga, comum \u00e0 maioria dos policiais, s\u00e3o dedicados \u00e0s terapias necess\u00e1rias \u00e0 s\u00edndrome do autismo, al\u00e9m das estimula\u00e7\u00f5es que s\u00e3o feitas em casa, acompanhamento pedag\u00f3gico especializado e o cuidado com a pr\u00f3pria necessidade de suporte psicol\u00f3gico, para poder enfrentar todo esse desafio\u201d.<\/p>\n<p>Tiago disse que os filhos mais velhos se interessam por \u00e1reas distintas da seguran\u00e7a p\u00fablica. A menina quer atuar na \u00e1rea de sa\u00fade e o menino na \u00e1rea de comunica\u00e7\u00e3o. Sobre educa\u00e7\u00e3o, argumenta: \u201cA condi\u00e7\u00e3o de pai policial imp\u00f5e n\u00e3o apenas um discurso \u00e9tico perante os filhos, mas sobretudo atitudes coerentes com o discurso e isso leva o pai a transmitir aos filhos os valores que ele pratica\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>PAI HER\u00d3I<\/strong><\/p>\n<p>Sargento Sidnei Ribeiro J\u00fanior est\u00e1 na Pol\u00edcia Militar Rodovi\u00e1ria do Estado de S\u00e3o Paulo h\u00e1 24 anos. Atualmente trabalha na Rodovia Imigrantes, local com um dos maiores fluxos de autom\u00f3veis no Estado, principalmente nos feriados. Ele \u00e9 pai de quatro filhos, tr\u00eas do primeiro casamento (um casal e o ca\u00e7ula com nove anos) e do segundo, uma menina de um ano e onze meses. Os dois filhos mais velhos, Julyana e Gabriel, do primeiro casamento, moram com ele, juntamente com Maria Eduarda &#8211; a ca\u00e7ula. Sidnei explica que a profiss\u00e3o o ajudou a passar valores de honestidade.<\/p>\n<div style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portalsp.org.br\/images\/atividades_policiais\/rodoviario.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" \/><p class=\"wp-caption-text\">&#8220;A minha vida s\u00e3o meus filhos. Tudo o que fa\u00e7o \u00e9, e sempre ser\u00e1 por eles\u201d -Sargento Sidnei Ribeiro J\u00fanior<\/p><\/div>\n<p>\u201cEles gostam do meu trabalho e me acham um her\u00f3i\u201d, diz. O sargento lembra que seus filhos mais velhos, hoje adultos, quando crian\u00e7as usavam suas botas, colete e o quepe, fato que se repete nos dias de hoje com o Felipe, de nove anos, quando visita o pai. \u201cQuando chego em casa, minha ca\u00e7ula chora se eu tirar o colete sozinho, ela quer ajudar. Abro um pedacinho, porque ela \u00e9 pequena, n\u00e3o tem for\u00e7a, e ela desabotoa o restante\u201d, disse.<\/p>\n<p>Os riscos de seguran\u00e7a para policiais rodovi\u00e1rios v\u00e3o al\u00e9m da viol\u00eancia urbana, j\u00e1 que tamb\u00e9m convivem tamb\u00e9m com a imprud\u00eancia de motoristas.<\/p>\n<p>Em 2011, Sargento J\u00fanior foi atropelado quando abordou uma moto roubada. Outro motociclista, que vinha atr\u00e1s dando cobertura, atropelou o policial, fraturando sua perna esquerda. Apesar disso, o sargento n\u00e3o descuida. \u201cSempre penso nos meus filhos, no dia a dia, e isso tamb\u00e9m me faz redobrar os cuidados com minha seguran\u00e7a&#8221;. Sidnei diz que sempre h\u00e1 tempo para se dedicar aos filhos: &#8220;A minha vida s\u00e3o meus filhos. Tudo o que fa\u00e7o \u00e9, e sempre ser\u00e1, por eles\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DE PRIMEIRA VIAGEM<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 260px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portalsp.org.br\/images\/atividades_policiais\/eduardosimoes_reduzida.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" \/><p class=\"wp-caption-text\">\u201cQuando ela falou- estou gr\u00e1vida-, meus olhos encheram de l\u00e1grimas. Fiquei emocionado\u201d -Eduardo Sim\u00f5es<\/p><\/div>\n<p>Eduardo Sim\u00f5es, 34 anos, \u00e9 Agente da Pol\u00edcia Civil em S\u00e3o Paulo, h\u00e1 dois anos e oito meses. T\u00e3o nova quanto a sua profiss\u00e3o \u00e9 a paternidade. No dia desta entrevista, seu filho tinha completado uma semana de vida.<\/p>\n<p>Sua esposa Kely Nascimento, j\u00e1 havia sofrido um aborto retido, uma fase dif\u00edcil enfrentada pelo casal. A not\u00edcia de uma nova gravidez trouxe um significado especial. \u201cQuando ela falou- estou gr\u00e1vida -, meus olhos encheram de l\u00e1grimas. Fiquei emocionado\u201d, contou o agente.<\/p>\n<p>As preocupa\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m vieram \u00e0 tona: \u201cMinha rea\u00e7\u00e3o foi um pouco de medo. De ter gerado um filho, j\u00e1 no ventre, e o risco que n\u00f3s temos de sairmos de casa e n\u00e3o voltarmos. De deixar um filhote a\u00ed no mundo, sem pai. Esse foi um dos primeiros receios, mas como optamos por essa profiss\u00e3o, estamos sujeitos\u201d.<\/p>\n<p>Para Eduardo, a paternidade traz mudan\u00e7as significativas. \u201cSer pai muda a vida, a forma de pensar. Muda toda a caracter\u00edstica da vida, tanto pra mim quanto para minha esposa. Est\u00e1 sendo uma surpresa, a ficha est\u00e1 caindo agora, as responsabilidades come\u00e7am a pesar. S\u00f3 n\u00e3o tenho mais, por enquanto, porque ele nasceu agora. Atualmente, dormir sete horas \u00e9 luxo, mas estou feliz pra caramba\u201d.<\/p>\n<p>Sobre expectativas, Eduardo Sim\u00f5es avalia que a Pol\u00edcia Civil poderia oferecer uma estrutura melhor. \u201cEu sou policial civil e tenho orgulho. Meu sonho foi realizado, minhas expectativas tamb\u00e9m, sou muito feliz no trabalho, reconhecido aqui na delegacia pelos meus superiores, por\u00e9m falta-nos ainda crescimento financeiro\u201d. Ele menciona tamb\u00e9m a vontade de propiciar uma educa\u00e7\u00e3o de qualidade para o filho. J\u00e1 sobre futuro profissional explica: \u201cSe meu filho disser que quer ser um policial civil, ser\u00e1 orgulho da minha parte. Ser como o pai \u00e9. Por\u00e9m, n\u00e3o sei ainda se o orientarei em rela\u00e7\u00e3o a isso\u201d.<\/p>\n<p>Fonte: SINDPOLF-SP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi numa manh\u00e3 de segunda-feira, na Delegacia de Pol\u00edcia Federal de Santos (litoral de S\u00e3o Paulo), que encontramos o Escriv\u00e3o<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":49637,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,10,1,3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49625"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49625"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49625\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49625"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49625"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49625"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}