{"id":6979,"date":"2012-03-02T11:13:21","date_gmt":"2012-03-02T14:13:21","guid":{"rendered":"https:\/\/fenaprf.org.br\/?p=6979"},"modified":"2012-03-02T11:13:21","modified_gmt":"2012-03-02T14:13:21","slug":"sindicalistas-reclamam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/sindicalistas-reclamam\/","title":{"rendered":"Sindicalistas reclamam"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/capanha-salarial.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-6980\" title=\"capanha salarial\" src=\"https:\/\/fenaprf.org.br\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/capanha-salarial.jpg\" alt=\"\" width=\"286\" height=\"176\" \/><\/a>L\u00edderes das centrais sindicais aproveitaram o encontro com a presidente Dilma Rousseff, ontem, no Pal\u00e1cio do Planalto, durante a solenidade de assinatura de um compromisso por melhorias das condi\u00e7\u00f5es de trabalho na ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o, para cobrar medidas incisivas no combate \u00e0 desindustrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. As reivindica\u00e7\u00f5es mais contundentes partiram do deputado federal e presidente da For\u00e7a Sindical, Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). Ele destacou o problema cambial, que tem estimulado o aumento das demiss\u00f5es na ind\u00fastria e o fechamento de empresas como consequ\u00eancias da competi\u00e7\u00e3o desleal dos importados, resultante do real supervalorizado.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 muito violenta a desindustrializa\u00e7\u00e3o. \u00c9 muito r\u00e1pida. E n\u00f3s estamos dando pouca resposta para isso. Tem coisas que n\u00f3s precisamos que a senhora aja r\u00e1pido&#8221;, disse Paulinho para a presidente. Em resposta, Dilma afirmou ter como meta que a taxa de investimento cres\u00e7a e ultrapasse os 20% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. &#8220;N\u00f3s n\u00e3o queremos s\u00f3 criar empregos. Queremos criar empregos e distribuir riquezas&#8221;, declarou. A chiadeira dos sindicalistas leva em conta que a alta taxa de juros no Brasil e o c\u00e2mbio valorizado tornam os produtos importados mais atrativos frente aos fabricados pela ind\u00fastria nacional.<\/p>\n<p>Mesmo as queixas sendo tradicionais nos setores sindicais \u2014 que havia poucos anos reclamavam do baixo valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo ou dos arrochos monet\u00e1rios decorrentes das demandas do Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI) \u2014, os representantes dos trabalhadores, entre eles, Artur Henrique, presidente da CUT, trataram de falar alto ontem no Planalto.<\/p>\n<p>Foi a forma que encontraram para enfatizar o descontentamento com o pouco acesso que t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Dilma. Para mostrar que n\u00e3o est\u00e1 alheia aos pleitos, a presidente citou n\u00fameros de desemprego, &#8220;o menor da hist\u00f3ria&#8221;, e lembrou que, desde 2003, o sal\u00e1rio m\u00ednimo teve aumento real de 66%. (GHB)<\/p>\n<p>PIB avan\u00e7ou 2,8% em 2011<br \/>\nA economia brasileira voltou a crescer no fim do ano passado, depois dos cortes na taxa b\u00e1sica de juros ( Selic) e dos incentivos fiscais dados pelo governo, sobretudo para a compra de eletrodom\u00e9sticos. Pesquisa realizada pela ag\u00eancia Reuters, com 29 analistas, mostra que a o Produto Interno Bruto (PIB) avan\u00e7ou 0,2% entre outubro e dezembro, depois de ter varia\u00e7\u00e3o zero nos tr\u00eas meses anteriores. Caso esse resultado se confirme, a economia brasileira, a maior da Am\u00e9rica Latina, fechou 2011 com um salto de 2,8%, abaixo de todas as estimativas do governo. Em 2010, o \u00faltimo da era Lula, o PIB cravou alta de 7,5%. &#8220;Os dados devem mostrar que a economia ficou praticamente estagnada no segundo semestre do ano passado&#8221;, disse o economista de mercados emergentes da Capital Economics, David Rees.<\/p>\n<p>Correio Braziliense<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>L\u00edderes das centrais sindicais aproveitaram o encontro com a presidente Dilma Rousseff, ontem, no Pal\u00e1cio do Planalto, durante a solenidade<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":6980,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[3],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6979"}],"collection":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6979"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6979\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fenaprf.org.br\/novo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}