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set/2015

PE: PRF reforça sinalização em rodovias de Petrolina para evitar acidentes

Para reduzir os índices de acidentes nas BRs que cortam a cidade de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) instalou cones sinalizadores nas rodovias onde acontecem o maior número de ocorrências. A intenção é de que ao avistar as barreiras, os motoristas reduzam a velocidade, ajudando a evitar também os acidentes.

Os cones foram instalados na BR-428, nos quilômetros 190, 191 e 192,5. Na BR-407, a barreira foi colocada na Ponte Presidente Eurico Gaspar Dutra, que liga as cidades de Petrolina e Juazeiro, na Bahia. O inspetor chefe da PRF, Paulo Lima, explicou que primeiramente foi feito um levantamento para identificar os locais prioritários. “Fizemos um estudo, baseado nos nossos números de acidentes e constatamos que muitos deles poderiam ter sido evitados se tivesse uma sinalização mais efetiva. E esses locais foram escolhidos porque são as áreas com grande incidência”, explica.

Ainda como forma de reduzir o número de ocorrências, a Polícia Rodoviária Federal está monitorando o excesso de velocidade. “Esses acidentes muitas vezes se tornam mais grave pelo excesso de velocidade. Os cones vão fazer com que as pessoas reduzam a velocidade. E vamos fazer nossas fiscalizações, inclusive com radar móvel”, destaca Paulo Lima.

De janeiro até setembro a PRF registrou 158 acidentes, sendo 28 graves. Em 2014 foram 277, com 40 graves. Paulo Lima ressalta que como o órgão não trabalha com engenharia de tráfego, a medida é mais um alerta para que os condutores saibam que naqueles pontos precisam ter maior atenção. Mas, os resultados já apareceram “Nós já conseguimos identificar uma redução de acidentes. E mesmo quando ocorrem, é de menor gravidade”, garantiu o inspetor.

Segundo dados da PRF, em geral, os acidentes são ocasionados por falta de atenção dos condutores, principalmente dos motociclistas, que fazem ultrapassagem em locais não probidos. “Fica um alerta, para que os condutores dirijam com mais atenção. O que fizemos é uma medida paliativa, enquanto o Departamento Nacional de Insfraestrutura de Transporte (DNIT) não faz uma intervenção mais séria e fetiva”. disse Paulo.

Fonte: G1

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