A FenaPRF se reuniu, na última quarta-feira (27), com o Deputado Nicoletti e Henrique Antunes, representante do Ministério da Economia, para discutir a inclusão de cidades que acabaram ficando de fora do rol das regiões que estão aptas a receberem o adicional de fronteira.
Representando o sistema sindical dos PRFs, o vice-presidente da Federação, Marcelo de Azevedo, afirmou que há PRFs que trabalham em várias cidades de fronteira ou difícil fixação e que não recebem o adicional, e, enquanto isso, colegas de outras categorias, que atuam nas mesmas regiões, recebem.
“É um fator importante para que o policial fique mais tempo trabalhando nestas regiões, precisamos do conhecimento que foi adquirido pelos PRFs no período em que trabalharam nos postos localizados nas cidades citadas. A falta de isonomia entre os órgãos acaba gerando um desestímulo para a fixação do efetivo PRF nessas cidades, fazendo com que haja grande evasão de servidores do órgão nestes locais”, afirma Azevedo.
O representante do Ministério da Economia se comprometeu a levar o assunto a discussão na pasta para verificar a viabilidade da inclusão das regiões.
Também participaram da reunião os diretores da FenaPRF, Carlos Lima, de patrimônio; e Marco Gomes, de comunicação. Ambos são, respectivamente, representantes dos sindicatos de PRFs no Pará e Tocantins.