PRF nega autoria de nota que circula nas redes sobre greve de caminhoneiros

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Começou a circular pelas redes sociais um comunicado supostamente emitido pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) neste sábado (1º) sobre a possibilidade de uma nova paralisação de caminhoneiros no país.

A nota de três páginas tem o timbre da PRF no início, mas não traz assinatura nem indicação de que área da PRF a teria produzido. Segundo o texto, o anúncio de aumento do óleo diesel. A nota de três páginas tem o timbre da PRF no início, mas não traz assinatura nem indicação de que área da PRF a teria produzido.

“Diante deste cenário, não podemos descartar uma nova paralisação da categoria, embora a possibilidade seja bastante pequena. Além disso, as lideranças são difusas, o que pode acarretar em manifestações pontuais e sem uma coordenação”, traz o suposto comunicado.

Procurada pela reportagem, a PRF disse não reconhecer o documento. Ao UOL, a assessoria de imprensa disse que a instituição vem acompanhando o assunto, cooperando com outros setores, como Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e PF (Polícia Federal), além do próprio governo federal, mas que não há nenhuma posição oficial a respeito de uma possível nova paralisação.

Alta do diesel gerou especulação
Em maio, durante dez dias, caminhoneiros e apoiadores bloquearam vias em todos os estados e paralisaram a economia nacional, em protestos contra o preço do diesel.

Três meses após a greve, começaram a circular rumores de que uma nova paralisação poderia acontecer em setembro. Entre os motivos estão o reajuste do diesel anunciado nesta semana pelo governo, além de discordâncias sobre a tabela do frete –dois pontos do acordo feito com o governo, na época, para pôr fim aos protestos.

A categoria estaria pedindo à ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para reajustar a tabela com os valores mínimos para o frete. Na noite de sábado (1º), a agência informou que, “devido à variação do preço do óleo diesel, promoverá ajustes necessários”. Não foi mencionada uma previsão de prazo para alterações.

À Folha, , o líder do Movimento dos Transportadores de Grãos do Mato Grosso disse que há o risco de paralisação caso não haja posicionamento da agência até o final desta semana.

Outra entidade, a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), disse que pediu uma audiência com o governo para tratar do aumento do diesel e que, como “sempre acreditou no diálogo, fará o possível para evitar uma nova paralisação”.

Reprodução: UOL

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