Aposentadoria policial não é privilégio

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Em 2016, 437 policiais perderam suas vidas de forma violenta, no cumprimento do dever ou em decorrência direta de sua atividade.

A Reforma da Previdência proposta pelo Governo Federal, além de ignorar estes dados absurdos, ignora também as condições de vida e de saúde dos policiais brasileiros.

Quando se fala em condições de saúde do policial, o estudo da FGV, que levou em consideração as polícias da união, alerta para dados ainda mais preocupantes:

– 94% do efetivo policial pesquisado apontou nível médio ou alto de estresse ocupacional;
-36% dos policiais sofrem de doenças mentais e comportamentais;
– 54% do efetivo policial apresenta quadro de doenças osteomusculares;
– 16% dos policiais brasileiros sofrem de doenças cardiovasculares.

Finalmente, o estudo apontou ainda que cerca de 13% do efetivo policial é afastado anualmente, em determinados períodos, para tratamento de saúde.

O Governo insiste com o discurso falacioso de romper privilégios e promover igualdade.

Ser policial no Brasil é uma vocação! E os homens e mulheres que o fazem, diariamente, têm a consciência do quanto o seu esforço para promover segurança, mesmo em condições tão precárias, evitam que o país mergulhe no caos absoluto.

Mas é certo também que a aposentadoria policial não é nenhum privilégio! Ao contrário, é o mínimo de obrigação do Estado brasileiro. O mínimo e muito abaixo do que deveria ser.

Aposentadoria policial não é privilégio! É obrigação do Estado!

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